Automóveis

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NOV.B.07 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-26
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra loja autorizada de serviços da automotiva DKW - VEMAG. Em primeiro plano observamos um veículo VEMAG modelo Candago com um homem posando para a foto atras do carro, com um cigarro na mão. O homem leva um vestido (camisa de botão listrada e calça de cós alto de linho), utilizando sapato social de cor escura. Em segundo plano, há a fachada e o interior da loja, com um carro DKW- VEMAG modelo Vemaguet estacionado dentro. Na fachada há uma placa com as seguintes inscrições: "VEMAG". Na lateral direita da loja, em um toldo, há uma placa apontando para a loja com as seguintes inscrições: "DKW VEMAG; BRASIL; SERVIÇO AUTORIZADO". A fotografia B.7 (27) se refere a mesma região. Ver também item B.7 (39).

Untitled

NOV.B.07 (27)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-07-27
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra loja autorizada de serviços da automotiva DKW - VEMAG. Em primeiro plano observamos um veículo VEMAG modelo Vemaguete com um homem abrindo a porta do lado do passageiro. O homem se veste de macacão escuro, possivelmente sendo um mecânico, e utiliza botas de cano alto. Em segundo plano, há o interior da loja, com uma placa na lateral direita que tem formato de flecha apontando para a loja com os seguintes inscrições: "DKW VEMAG; BRASIL; SERVIÇO AUTORIZADO". A fotografia B.7 (26) se refere a mesma região.

Untitled

NOV.B.23 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-23-3
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, espelhada e em formato paisagem registra Lago Paranoá com o Palácio da Alvorada (à direita) e Brasilia Palace Hotel (à esquerda) ao fundo. Em primeiro plano, o Lago Paranoá com o gramado às suas margens e um veículo no canto direito. O formato das seichas (ondulações em corpos de água confinados) na parte inferior da fotografia indica que ela foi tirada de algum tipo de veículo náutico. Em segundo plano, observa-se o Palácio da Alvorada à direita, o Palácio do Congresso Nacional em construção ao centro e o Brasilia Palace Hotel à esquerda. Ainda no mesmo plano, observa-se árvores nativas do Cerrado dispostas de forma esparsa. Em terceiro plano, há o horizonte ensolarado com muitas nuvens. O Palácio da Alvorada, obra de Oscar Niemeyer (1907-2012), foi o primeiro projeto a ser construído em Brasília, sendo a primeira edificação em alvenaria da cidade. O palácio foi inaugurado em 30 de junho de 1958 para ser a residência oficial do Presidente da República. A menção pretérita a existência de um lago na região do Lago Paranoá foi observada em 1894 no relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil (1892-1894) pelo botânico e naturalista Auguste François Marie Glaziou (1828-1906). Com a construção de Brasília, em 1959 o lago foi formado pelo fechamento da barragem do Rio Paranoá, represando as águas dos ribeirões Torto, Bananal, Gama e Riacho Fundo. Projetado por Niemeyer, o Brasília Palace Hotel foi inaugurado em 1958, sendo o primeiro empreendimento do Brasil a ser construído com vigas metálicas produzidas no próprio país. Conta com dois paineis de Athos Bulcão e a ideia era que o local deveria acolher, primeiramente, os profissionais que chegavam para a construção da capital. Contudo, acabou também servindo para que visitantes pudessem ver ao vivo a grandiosa construção de Juscelino Kubitschek (1902-1976). O Palácio do Congresso Nacional, projetado por Oscar Niemeyer, foi inaugurado juntamente com Brasília, em 21 de abril de 1960, e abriga a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. O edifício contém duas torres anexas de 28 andares: uma delas pertence à Câmara e a outra ao Senado. O local é reconhecido internacionalmente devido a sua arquitetura modernista. Dentre as suas funções, destaca-se a de ser local de manifestação política e representação democrática de deputados e senadores, de onde surgem as legislações federais.

Untitled

NOV.C.2 (22)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-22
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Imagem fotográfica em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A fotografia mostra uma multidão distribuída no cerrado(típico), que foi registrada em um dia ensolarado. A multidão está composta por figuras masculinas e femininas, que usam roupas de modelo social do contexto da década de 1950-1960. No primeiro plano, mostra-se um jovem em cima de um carro olhando por cima do teto do carro em direção à multidão. Observa-se na multidão dois guardas-chuvas abertos de cor preta; infere-se, que um dos guardas-chuvas (localizado mais à esquerda da imagem), esteja protegendo o presidente Juscelino Kubitschek; e a outra está protegendo uma figura feminina com óculos de sol (localizado mais à direita da imagem). Infere-se que a figura feminina, possa ser a primeira-dama. Próximo ao presidente, um figura masculina que utiliza indumentária associada à função da Igreja Católica. Ao redor dos dois, figuras masculinas que estão de ternos, outras de camisas brancas. Ainda, próxima a figura feminina, destaca-se uma figura masculina com adorno de chapelaria. Há na multidão policiais uniformizados com capacete, situados em uma espécie de primeiro plano; figuras humanas outras, que utilizam adornos de chapelarias diversas. Dentre as figuras humanas, existem próximas de caminhões que vestem roupas relacionadas a usos diários, como blusas, camisetas, calças, sapatos, dentre outros não-identificados.
Ao fundo do aglomerado da multidão, existem três caminhões, sendo que dois destes puderam ser identificados e produzidos pela Fábrica Nacional de Motores. Esses automóveis possuem a inscrição, com siglas e em caixa alta: “FNM”, tal inscrição foi possível identificar na fotografia remissiva 41. Sobre os caminhões em movimento, figuras humanas diversas.
Ainda no fundo da imagem, no segundo plano, cerrado denso com árvores da vegetação em questão.

Informações Adicionais: “A FNM, estatal, foi criada em 1942 em Xerém, distrito industrial da cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, para ser a primeira fábrica de motores de avião do País, idealizada pelo general brigadeiro Antônio Guedes Muniz, que dirigiu a criação e a fase inicial de operação da FNM - Fábrica Nacional de Motores S.A., e se tornou o diretor-presidente da empresa criada no bojo dos acordos entre o Brasil e os Estados Unidos sobre a cessão das bases aéreas e militares nas regiões Norte, em Barreiras, na Bahia e no Nordeste do Brasil, em Natal, no Rio Grande do Norte, durante a Segunda Guerra Mundial, para apoio militar do Brasil aos Estados Unidos”.
"

Untitled

NOV.C.2 (23)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-23
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A fotografia foi tirada em um ambiente com presença do cerrado (típico). Apresenta, em primeiro plano, um grupo de pessoas em cima de automóveis, podendo ser identificado dois. O grupo é composto por figuras masculinas e femininas, cuja maioria dessas são masculinas, vestidas em grande parte de blusas de tonalidade clara, e se encontram em pé e também sentadas na parte nas laterais dos automóveis. Ao fundo da imagem, podemos identificar o teto de um ônibus de cor amarela por trás de um arbusto. E na linha do horizonte, copa da vegetação de árvores do cerrado em harmonia com o céu.

Untitled

NOV.C.2 (24)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-24
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação do cerrado (típico). No primeiro plano, apresenta-se um caminhão com figuras humanas que estão de perfil, umas em pé e outras sentadas, e com olhares direcionados para frente, sendo voltado para o lado direito da imagem. As figuras humanas, estão divididas entre figuras masculinas e infantis. Utilizam como roupas blusas em tonalidades claras, elementos de chapelaria, sombrinhas e duas figuras de óculos de sol. No fundo da imagem, há formação de cerrado típico predominante em harmonia com o céu.

"

Untitled

NOV.C.2 (25)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-25
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco no formato paisagem, autor desconhecido. No primeiro plano, a fotografia mostra uma multidão e no meio dela há um caminhão cheio de figuras humanas. As figuras humanas em cima do caminhão estão em pé, a maioria vestida de camisa branca, observa-se que dentre essas figuras humanas, contém com peles negras. Há uma sombrinha aberta para se proteger do sol ardente do cerrado. Ao redor do caminhão, existem figuras humanas que estão agrupadas e sem espaço para o menor movimento. No canto direito da imagem, é possível enxergar dois capacetes, infere-se ser de policiais uniformizados da década de 1950. No segundo plano, há uma vegetação vasta e por último, o céu repleto de nuvens.

"

Untitled

NOV.C.2 (26)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-26
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica foi tirada em um ambiente de vegetação de cerrado típico, mostra-se no primeiro plano, no canto inferior direito da imagem, podemos identificar a metade do rosto de uma figura infantil (criança), com uma mão no seu ombro e também o tronco de uma árvore no canto superior esquerdo da imagem. Tais características da figura infantil e da mão no ombro, configura-se como um corteativo por parte do(a) responsável do registro. A imagem tem como centralidade apresentar caminhões com figuras humanas em cima do mesmo, sendo cinco caminhões de cor amarela clara e automóveis outros não-identificados; sendo todos parados entre a vegetação do cerrado (típico). No primeiro caminhão, há cinco (5) figuras masculinas de pé e uma sentada em cima de um caminhão amarelo, e na frente do mesmo, figuras humanas sentadas no banco interno do automóvel. Dentre as que estão de pé, uma de pele negra, que se destaca pela tonalidade da roupa mais escura que as demais. Ainda no mesmo automóvel, outra parte com figuras impedidas de visualizar as faces devido a copa das árvores do Bioma do Cerrado. O segundo caminhão, ao lado (da direita para esquerda), com aproximadamente cinco (5) figuras masculinas de pé em cima, com roupas de tonalidades claras e marrons. Na porta do caminhão contém a inscrição: “NOVACAP” em caixa alta e abaixo dois dígitos não-identificados, no capô uma faixa preta na horizontal. A frente desse segundo automóvel, há uma árvore retorcida do cerrado, que a copa da mesma estar por cima de figuras humanas que estão distribuídas no terceiro e no quarto caminhão. Há outros automóveis não-identificados distribuídos, na vegetação do cerrado (típico). Atrás desses automóveis, vegetação de cerrado campestre, infere-se ser Campo Rupestre. Por último o céu de nuvens.

Untitled

NOV.C.2 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-46
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em formato horizontal, colorida, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma estrada de terra e cerrado descampado, com poucas árvores e arbustos. Refere-se à movimentação do dia do enterro de Bernardo Sayão no Campo da Esperança. A fotografia por composta de três planos: no primeiro plano mostra-se uma demarcação de terra avermelhada e mexida, no segundo plano a estrada de terra em que há grupos de pessoas parados e automóveis; do lado esquerdo da fotografia há duas (2) figuras masculinas paradas, a primeira de costas para a câmera e a segunda de perfil; um pouco afastado, há o que parece ser uma roda dianteira de uma moto e um grupo de pessoas, três dessas aparentam estar caminhando para o lado oposto. No meio da estrada, uma ambulância militar de cor verde com o símbolo da Cruz Vermelha no quadrado branco tendo uma figura masculina no banco de frente. Do outro lado da ambulância, podemos observar um outro carro com uma figura masculina no banco de frente e uma outra figura masculina de pé no meio dos dois carros, infere-se tratar de uma conversa. Há duas linhas diagonais (ou fios elétricos) que atravessam a vegetação e a estrada. Um pouco mais a frente da ambulância, há um camionete de cor amarela que podemos identificar apenas a traseira com uma figura masculina sentada e uma outra figura masculina parado ao lado, e do outro lado um caminhão podemos identificar somente a dianteira de cor verde, e do seu lado duas figuras masculinas caminhando. Um pouco afastado do carro amarelo deixando o segundo plano, há um grupo de pessoas perto das duas linhas, composto por quatro (4) figuras masculinas vestidas, uma figura infantil (criança) e duas figuras femininas (mulheres). No terceiro plano da imagem, perto da linha esquerda da fotografia, podemos identificar a traseira de um ônibus, e no interior pessoas. Atrás do ônibus, está um carro de frente para a câmera, e bem perto e do outro lado das linhas diagonais (fios elétricos), há duas (2) figuras masculinas que parecem estar correndo. No meio da vegetação, há seis (6) figuras masculinas alinhadas perto da linha do horizonte, cujo uma possui a cabeça cortada na imagem.

Informações Adicionais: “A Cruz Vermelha Brasileira (CVB) foi fundada em 1908, autorizada a iniciar as atividades pelo Decreto n. 2.380, 31 de dezembro de 1910, e reconhecida pela Cruz Vermelha Internacional em 1912. A entidade tinha, entre outros objetivos, prestar diretamente, ou em auxílio ao Governo, socorros a feridos e enfermos e proteção aos necessitados em caso de calamidade pública, quando fossem insuficientes os recursos de defesas sanitárias habituais. Competia à diretoria promover e dirigir a instrução de seus auxiliares e fundar escolas de enfermeiras voluntárias e profissionais.”. (MOTT ; TSUNECHIRO, 2002, p. 594)
"

Untitled

NOV.C.2 (47)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-02-47
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma multidão de pessoas e automóveis no Cerrado (típico) com alterações humanas. Refere-se ao dia do enterro de Bernardo Sayão, no Campo da Esperança. No primeiro plano, há um grupo de pessoas um pouco afastadas da multidão. Dentre essas, destaca-se uma figura masculina parada de chapéu (adorno de chapelaria) e de cabeça baixa olhando em uma câmera, atrás do mesmo, há figuras masculinas de terno. Podemos identificar duas figuras femininas (duas mulheres) no grupo, especificamente, paradas perto da árvore de médio porte, visível na fotografia. Abaixo, desta árvore uma figura feminina de pele negra, com lenço na cabeça, camiseta e saia longa mais um guarda chuva no braço. No lado direito da imagem, podemos identificar uma ambulância de tonalidade militar verde com o símbolo da Cruz vermelha (delimitado em quadrado branco) e ao lado desse automóvel da saúde, uma figura infantil (criança) caminhando, especificamente perto da roda traseira da ambulância. Essa criança utiliza camisa branca, bermuda, sapatos e meias pretas, ademais a mão esquerda (da imagem) no bolso. Há um “homem” parado no estribo lateral esquerdo da ambulância, de camisa branca e calça preta, podemos identificar mais uma figura masculina apoiado com o joelho em cima do capô e uma “criança” de pé em cima da roda dianteira da ambulância. E, logo, na frente da ambulância, existe uma multidão de pessoas. Ainda, há grupos de pessoas em cima de um caminhão e ao redor. A maioria das pessoas estão de trajadas de branco. Do lado esquerdo da fotografia, próximo a borda, podemos identificar o capô de um carro e perto desse; outro automóvel de cor verde com duas figuras masculinas penduradas no parachoque traseiro, dois quais, cada um com uma das mãos na cintura e as outras no teto do carro. Próximo, grupos de pessoas juntas e dispersas em movimento. Ao fundo, existe um ônibus de cor verde e branca parado na horizontal, entre arbustos. Ao lado, um carro estacionado de frente para a câmera, e atrás um carro de tonalidade esverdeada com as portas abertas, também de frente para a câmera. No segundo plano da imagem, há a vasta vegetação, e por último o céu meio nublado.

Informações Adicionais: A respeito de Bernardo Sayão, foi vice-governador na gestão de José Ludovico de Almeida do estado de Goiás.
Sobre as informações descritas na inscrição da placa, a Especialista em Educação e Patrimônio Cultural e Artístico, Maria do Socorro Madeira (2019), afirma que: “[...] a criação, em 1958, de uma biblioteca pública denominada Biblioteca e Discoteca Visconde de Porto Seguro, em homenagem ‘ao historiador e diplomata Francisco Adolfo Varnhagen, perseverante pesquisador de documentos de bibliotecas, que foi também sertanista e que, em diversos trabalhos, defendeu a interiorização’ (BIBLIOTECA, 1959)”. (MADEIRA, 2019, p. 16)
Segundo a especialista em Turismo Margarida Coelho (2009) apresenta na sua monografia uma cronologia histórica sobre a transferência da capital do Brasil desde o ano de 1749 até o ano de 2000, dentre os marcos históricos, destacamos a seguinte data e acontecimento: “[...] 1839 - O Visconde de Porto Seguro, o historiador Francisco Varnhagen, apresenta sugestão de erguer a nova capital no planalto de Formosa, em Goiás. [...]” (COELHO, 2009, p. 34). Existe próximo ao Museu Vivo da Memória Candanga, antigo Hospital do Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Setor Habitacional Bernardo Sayão.
Segundo o geógrafo Orlando Valverde e a geógrafa e professora Catharina Vergolino Dias (1967) informam sobre uma estátua criada em homenagem a Bernardo Sayão, assim apresentam com a imagem na página: “[...] Busto do Engenheiro Bernardo Saião de Carvalho Araújo, construtor da rodovia Belém-Brasília, em frente à residência da RODOBRÁS, em Uruaçu. [...]” (VALVERDE; DIAS, 1967, p. 337).
Há diversas narrativas sobre o acontecimento do dia da morte de Bernardo Sayão, nesse sentido a autora Léa Sayão descreve no livro ""Meu pai, Bernardo Sayão"" que: ""Ele viu tudo desde a primeira missa, mas não assistiu à inauguração da capital, pois quando ele fazia a rodovia Brasília-Belém, foi morto numa barraca, por uma enorme árvore que tombou em cima dele [...]. Seu motorista ficou sabendo e morreu de colapso [...]. No seu túmulo está escrita uma frase que ele sempre dizia: 'A luta por vezes é ingrata... mas é fecunda pois já estamos vendo a nova cidade que surge..."" (SAYÃO, L., 2004, p. 324).
A narrativa do Diário de Brasília (1960, p. 18-19) apresenta um lugar diferente sobre o acidente, ao descrever que: ""Engenheiro Bernardo Sayão - Entre as localidades de Imperatriz e Guamá, no Pará, a 30 km da fronteira do Maranhão, às 13,00 horas [sic], o Engenheiro Bernardo Sayão Carvalho Araújo, Vice-Governador de Goiás e Diretor Executivo da NOVACAP, é atingido por uma árvore gigantesca, que alcança em cheio o seu jipe de inspeção,. No momento, o Engenheiro Sayão inspecionava o lugar em que se utilizavam as obras de um campo em que deveria pousar, a 1.º [sic] de fevereiro, o avião presidencial para a cerimônia do encontro das suas pistas da Rodovia Belém-Brasília. Transportado em helicóptero para Açailândia, o Engenheiro faleceu antes mesmo de poder ser socorrido pelos médicos."" (BRASIL, 1960, p. 18-19)
"

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