Asa Sul

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NOV.B.07 (43)

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra construção do Edifício Seguradoras, no Setor Bancário Sul. A imagem é composta por dois planos principais: no primeiro, na parte inferior da fotografia, o canteiro de obras onde observa-se a presença de materiais de construção diversos, dos quais destacam-se as ferragens. Nota-se também a presença de duas construções provisórias, utilizadas como apoio para os trabalhadores. Na estrutura da esquerda, composta por pilares e cobertura, é possível identificar um homem sentado sobre o que parece ser uma mesa de madeira. Posterior aos dois abrigos, observa-se uma série de instalações, feitas em madeira, que possivelmente serviam de apoio à construção. No segundo plano, o Edifício Seguradoras, primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva . O prédio possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo e pertencia ao Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), abrigando a sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A). Atualmente, o prédio abriga sedes comerciais diversas. Na fotografia, é possível ver a estrutura do prédio em etapa de finalização. Nos quatro ultimos pavimentos observa-se a presença de escoras, o que indica que as respectivas lajes estavam em fase de concretagem e/ou cura. Fixadas na base do prédio, há duas placas com as seguintes inscrições: "KOSMOS; ENGENHARIA S.A" e "INSTITUTO DE RESSEGURADOS DO BRASIL; EDIFÍCIO SEGURADORAS BRASÍLIA". Aos fundos da fotografia, em desfoque, vê-se algumas edificações, das quais se identifica, do lado esquerdo, pequena construção de madeira com placa indicando "BNDE", os ministérios e, posterior a eles, parte do Congrsso Nacional. Imagens complementares podem ser vistas nos itens itens B.7 (7), B.7 (36) e B.7 (37) e B.7 (43)

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (41)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra fachada de agência bancária da Caixa Econômica Federal. A fotografia registra, em vista aproximada, espécie de grade, também vista em outras imagens que mostram os blocos comerciais da 507 Sul (ver B.7 (40)). Acima da grade, faixa branca com as incrições: "CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; DO RIO DE JANEIRO; SUCURSAL DE BRASÍLIA". De acordo com matéria publicada no Correio Braziliense, em 28 de agosto de 1960, edição 111, p. 8, no dia 29 de agosto do mesmo ano, seria inaugurada a Agência Central da Caixa Econômica Federal de Brasília. Ainda de acordo com a matéria, "[...] a nova agência daquele estabelecimento de crédito, fica situada na Quadra 107, próximo à Igreja N.S. de Fátima, no Plano Pilôto.". Apesar de atualmentede existir uma agência do referido banco no CLS 107, a fotografia mais se aproxima do padrão arquitetônico do Comércio Residencial Sul 507.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (40)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Registra o Comércio Residencial Sul (CRS) 507, em construção. No primeiro plano, vê-se a Via W3 (sentido Rodoviária do Plano Piloto), ainda em terra batida. Adjacente a ela, do lado esquerdo, observa-se troncos de árvores cortados, possivelmente de espécies nativas do Cerrado. No segundo plano, entre a via e os blocos comerciais, ainda do lado esquerdo, são vistos montículos de terra e areia. Os três blocos, registrados em perspectiva, são compostos por três pavimentos e possuem seu térreo coberto por uma marquise contínua que proporciona sombreamento para os pedestres. Na fachada principal dos blocos é possível distinguir alguns elementos e materiais construtivos convencionais: o uso de alvenaria, os tijolos aparentes no peitoril do terceiro pavimento e as esquadrias metálicas com abertura basculante (segundo e terceiro pavimento). Acima da marquise, nota-se a presença de uma abertura gradeada, possivelmente para a ventilação e iluminação do pavimento térreo. Neste último, por sua vez, vê-se as aberturas, separadas por pilares, que delimitarão as lojas comerciais. Ainda na fachada principal, na primeira loja, vê-se uma faixa com as inscrições: "BANCO LOWNDES S.A; BRASÍLIA". A mesma faixa aparece também na empena cega do bloco. Na frente da primeira loja, sob a marquise, é possível identificar quatro homens, todos vestindo calça social e camisa social de cores claras. No horizonte, céu ensolarado com poucas nuvens. A fotografia B.7 (01), refere-se aos mesmos blocos, em uma fase anterior da construção; a B.7 (14) mostra os blocos ao fundo, em fase posterior e a B.7 (29) refere-se ao mesmo prédio comercial (Banco Lowndes, Bloco A), também em fase posterior da construção.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (4)

Fotografia em formato retrato, colorida. A imagem destaca a obra do edfício da futura Sede do Banco do Brasil em construção no Setor Bancário Sul, cortado na margem direita da fotograifa. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozateve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Observam-se escoras entre as lajes dos pavimentos e andaimes no térreo e na fachada esquerda do edifício. Ao centro da imagem uma estrutura elevada com a caixa d'água que abastece o canteiro de obras sinaliza com letras de caixa alta, nas cores amarelo e azul, o nome do edifício : "BANCO DO BRASIL". O chão em terra batida envolve o canteiro de obras, onde observam-se barracões e alguns funcionários. Em primeiro plano no sentido diagonal uma estrada úmida também em terra batida. Ao fundo, o céu limpo e azulado. Ver também itens B.7 (3), (5), (32), (33), (34), (35), (36) e (37).

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NOV.B.07 (38)

Fotografia em preto e branco, formato paisagem, mostra bloco D do Comércio Local Sul (CLS) 107. A fotografia noturna destaca a edificação composta por dois pavimentos circundados por uma marquise contínua. A fachada principal do bloco comercial é demarcada pelas esquadrias de vidro, intercaladas com paredes de alvenaria. Uma faixa de tijolos aparentes revestem o peitoril do pavimento superior. Na lateral esquerda do prédio vê-se andaimes e escadas de madeira que indicam finalização da construção ou reparos da edificação. Na frente do bloco destacam-se três placas informativas. A primeira, à esquerda, possui as inscrições: "Banco da Lavoura; de Minas Gerais S. A.; Agência Metropolitana". De acordo com o jornal Correio Braziliense, edição 397 de 1961, o Banco da Lavoura foi o primeiro banco de Brasília, construído inicialmente na Cidade Livre, atual Núcleo Bandeirante. Na segunda placa constam as inscrições: "Revestimentos; material e mão de obra; não identificado; COMAG." A inscrição da terceira placa não pode ser identificada.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.07 (37)

Fotografia preto e branco formato retrato registra prédios em construção do Setor Bancário Sul (SBS). Em primeiro plano, observa-se trecho de uma rotatória rodoviária abaixo do Eixo Rodoviário Sul, com pessoas circulando pelo canto esquerdo e um caminhão na pista atrás ao viaduto, passando em frente ao SBS. Em segundo plano, há os prédios em construção, da direita para a esquerda, da sede do Banco do Brasil, da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais e do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES). A sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A), primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva , possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo, atualmente abriga sedes comerciais diversas. O edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul e tem a mesma data de inauguração de Brasília, foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Roza. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimento, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. O edifício do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), projetado pelos arquitetas Alcides Rocha Miranda, Elvio Mackay Dubregas e Fernando Cabral Pinto também já abrigou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), mas moveu sua sede em 2022 para edifício na entrequadra 702/902 sul. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (35) e (36) se referem ao mesmo edifício. Imagens complementares do Edifício Seguradoras podem ser vistas nos itens: B.7 (7), B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

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NOV.B.07 (36)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédios em construção de Brasília, no Setor Bancário Sul (SBS) e na Esplanada. Em primeiro plano, vias ainda em terra batida. Nas vias, há dois carros e uma carroça. Em segundo plano, há o edifício da sede do Banco do Brasil à direita e o edifício seguradoras ao centro, ambos em construção, com barracos de apoio e materiais de construção diversos á frente. No prédio do Banco do Brasil, observam-se diversos trabalhadores dentro da estrutura do prédio. No mesmo plano, no canto direito, há os prédios ministeriais em construção na esplanada. Em terceiro plano, há o horizonte nublado. Entre o primeiro e o segundo plano, placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". O Edifício Seguradoras pertencia ao Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), abrigando a sede da Sasse Companhia Nacional de Seguros Gerais (Caixa Seguradora S/A), que atualmente abriga sedes comerciais diversas. O edifício, primeiro projeto do arquiteto Antônio Pedro Souza e Silva , possui 17 pavimentos, além de terraço, sobrelojas, lojas e subsolo. O edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul, foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Roza. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimento, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (35) e (37) se referem ao mesmo edifício. Imagens complementares do Edifício Seguradoras podem ser vistas nos itens: B.7 (7), B.7 (36), B.7 (37) e B.7 (43).

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NOV.B.07 (35)

Fotografia em preto e branco, formato retrato, mostra vista aérea do Setor de Diversões Sul (SDS) e Setor Bancário Sul (SBS), em construção. No primeiro plano, no canto inferior direito, vê-se instalações de suporte para construção no lote que atualmente abriga o Hotel Nacional, cujas obras se iniciaram em 1960. No segundo plano, no centro da imagem, tratores e veículos de carga trabalham na terraplanagem e preparação para asfaltamento das vias, das quais se destacam o Eixo Rodoviário e, perpendicular a ele, no nível inferior, a via S2. No terceiro plano, destaca-se a construção do edifício sede do Banco do Brasil, primeiro a ser construído no Setor Bancário Sul. O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em 2004, o prédio deixou de ser público ao ser vendido para um fundo de investimentos, sendo desocupado pelo banco em 2014, restando apenas uma agência bancária na marquise e unidades de apoio. Posterior ao SBS, é possível identificar área de Cerrado e trecho do Lago Paranoá. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (34), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício.

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NOV.B.07 (34)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, a estrutura do pavimento térreo que se projeta nas duas fachadas principais compondo marquises, e no canto à direita uma instalação de apoio com uma via de terra batida ajdacente. Em segundo plano observa-se a torre do prédio em construção. Em terceiro plano, horizonte ensolarado com poucas nuvens. No primeiro plano à direita, totem com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL". A marquise foi construída com o intuito de possuir lojas de apoio as empresas, como papelarias e restaurante, mas atualmente a marquise abriga uma agência do Banco do Brasil, e é bastante utilizadas por skatistas devido o seu sombreamento. O edifício foi projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rosa. As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (33), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

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NOV.B.07 (33)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra contrução do prédio sede do Banco do Brasil, no Setor Bancário Sul (SBS). O edifício projetado pelo arquiteto Ary Garcia Rozapara abrigar a nova Sede do Branco do Brasil em Brasília teve sua construção concluída no dia 10 de abril de 1960 pela construtora Rabello S/A. O mesmo conta com dois blocos, um no sentido horizontal no térreo, medindo 55,00 m de largura por 100,00 m de comprimento, e uma torre no sentido vertical, medindo 20,00m de comprimento por 55,00 m de altura, além de dois subsolos destinados aos serviços gerais. A fachada do bloco vertical foi executada em concreto armado, enquanto as lajes nervuradas que sustentam os pavimentos em fôrma metálica, permitindo a livre passsagem sob as mesmas. Em primeiro plano, materiais de construção empilhados dos quais nota-se sacos de cimento, betoneiras, areia, além de operários negros. Em segundo plano, observamos um casebre que provavelmente era utilizado como escritório do arquiteto/engenheiro responsável pela obra. Em terceiro plano, há o esqueleto do prédio em construção. Entre o primeiro e o segundo plano, há placa com os seguintes dizeres: "BANCO DO BRASIL; COMISSÃO DE CONSTRUÇÃO EOBRA; MAURICIO CHAGAS BICALHO - PRESIDENTE; J. PEDREIRA DE FREITAS - DIRETOR; CYRO LOPES GONÇALVES - SUPERINTENDENTE; JOAQUIM IGNACIO CARDOSO - CH DEPIM; ERNESTO LUIZ GREVE - ENG DEPIM; RUBELIO FREIRE DE AGUIAR - SEC. EXECUTIVO; ESCRITORIO EM BRASILIA; WAGNER CARVALHO - ENCARREGADO; SAMIR KURY - ENG FISCAL CREA 9747 5ª REG.; ISMAEL M. MENDES ENG FISCAL CREA 2667 - D 4ª REG.; PROJETO E FISCALIZAÇÃO ARQUITETÔNICA; ARQUITETO: ARY GARCIA ROZA; CONSTRUÇÃO; CONSTRUTORA; RABELLO S.A.". As fotografias B.7 (3), (4), (5), (32), (34), (35), (36) e (37) se referem ao mesmo edifício. Fotógrafo: Mário Fontenelle.

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