Asa Sul

154 Descrição arquivística resultados para Asa Sul

108 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos

NOV.B.15 (12)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em primeiro plano mostra um terreno árido de terra batida e irregular com sinais de tráfego e escavações, sugerindo atividade de construção ou preparação do solo. Marcas de pneus são visíveis, percorrendo horizontalmente a imagem. Pequenos montes de terra, vegetação esparsa e detritos são distribuídos por toda a área. No segundo plano, ao centro da imagem, há uma pequena edificação e acima dela há uma placa informativa afixada em dois postes com os dizeres "PANAIR DO BRASIL", adornada por duas bandeiras, uma delas a brasileira, ambas içadas e visivelmente agitadas pelo vento. À esquerda da imagem, vê-se o que parece ser o início da linha de postes e vegetação desordenada e à direita, a área é cerceada por uma cerca de madeira simples, delineando a fronteira do que pode ser uma zona de construção. A cena está desprovida de pessoas, veículos ou maquinário, o que transmite uma sensação de quietude ou pausa no trabalho. Postes de eletricidade ou telefone alinham-se verticalmente à esquerda, diminuindo de tamanho à medida que se afastam, o que ajuda a criar uma perspectiva de profundidade na imagem. No plano de fundo, posterior à edificação, há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria e ao fundo, vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte. O fotógrafo parece ter optado por uma abordagem documental, buscando capturar a realidade do local sem embelezamentos ou alterações significativas.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.15 (11)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, a captura de um momento dentro de um espaço de comunicação ou monitoramento, típico dos anos 60. No primeiro plano à esquerda, um homem perfilado de cabelos e bigode escuros com vestes aparentemente formais, se volta para um grande painel de comunicação e porta um equipamento conectado por um cabo no painel. Sua expressão é concentrada e ele está levemente inclinado em direção ao equipamento, sugerindo uma comunicação ativa ou transmissão. À direita, um segundo homem de óculos e vestes claras, com fones de ouvido, está sentado de frente para um painel semelhante repleto de botões, interruptores e medidores. Ele segura o que parece ser um documento ou folha de papel, e sua postura é de foco e atenção ao trabalho que realiza. Ambos estão engajados em suas tarefas, indicando uma atmosfera de trabalho. Não há muitos detalhes visíveis no plano de fundo, além dos equipamentos ao qual as figuras humanas interagem, mas pode-se perceber que o ambiente é fechado e funcional, com um aspecto utilitário. A fotografia, provavelmente, tinha a intenção de documentar a tecnologia de comunicações da época e o papel das pessoas que a operavam.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.15 (10)

Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Em destaque, um cenário ao ar livre com uma tenda que lê "PANAIR DO BRASIL", indicando um local associado à antiga companhia aérea brasileira. No primeiro plano, há vegetação do cerrado com aspecto ralo, devido a intervenção humana no local. No segundo plano, há uma grande tenda de lona branca sustentada por cordas amarradas a estacas no solo. A tenda possui aberturas que parecem ser janelas ou entradas com abas levantadas. Acima dessa construção, há uma placa informativa afixada em dois postes com os dizeres "PANAIR DO BRASIL", adornada por duas bandeiras, uma a brasileira, ambas içadas e visivelmente agitadas pelo vento. No plano de fundo, à direita, há uma estrutura que parece ser outra tenda ou cobertura similar, coberta por uma lona escura e também sustentada por cordas. No plano de fundo, há uma faixa de vegetação adensada, uma mata de galeria e vegetação do Cerrado que se estende pela linha do horizonte. Não há pessoas visíveis na imagem, o que sugere uma área temporária ou um momento de pouca atividade. A ausência de atividade humana enfatiza a estrutura do sinal e as tendas como principais pontos de interesse. A intenção do fotógrafo parece ser documentar a presença da Panair do Brasil em Brasília, talvez marcando o início das operações de voo ou outro tipo de serviço relacionado à aviação na nova capital. A escolha de capturar as bandeiras pode ter sido para enfatizar a identidade nacional e o orgulho associados à expansão da infraestrutura aérea no país.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.15 (1)

Fotografia em cores no formato paisagem, registro de Mario Fontenelle. Em destaque, a Central Telefônica Sul, em processo de construção. Em primeiro plano, na porção inferior à esquerda, um amontoado de entulho e, mais à frente chão de terra batida. Em segundo plano, há estacas de madeira, formando um cercamento, que delimita a área de intervenção e, ao longo dessa, amontoados de terra provavelmente provenientes de movimentações do terreno. À extrema esquerda, há duas placas de identificação com as inscrições (respectivamente da esquerda para a direita): "CENTRAL TELEFÔNICA SUL [em destaque]/ NOVACAP [Companhia Urbanizadora da Nova Capital] DEPARTAMENTO/ DE EDIFICAÇÕES 5ᵃ DIVISÃO" e "ESTACAS FRANKI LTDA./ FUNDAÇÕES (...)[restante ilegível]". Na segunda placa, parte das inscrições estão ilegíveis, mas se infere tratar dos nomes dos responsáveis técnicos e endereço da empresa. Na extrema direita, há uma terceira placa indicativa onde se lê: "SOCIEDADE IMOBILIÁRIA E COMERCIAL PAULISTA SICOPAL/ Sicopal/ [à esquerda] ENG ᵒˢ RESPONSÁVEIS/ ALBERTO LANG - CREA 5644/ MILTON OLIVO - CREA 8671/ ROBERTO BUENO - CREA 8724/ [à direita] AV. LIBERDADE/ TEL. 35-0114 S.". Mais adiante, está o edifício da Central Telefônica Sul com a execução em andamento. Sua estrutura (pilares e laje) encontra-se ainda enformada e apoiada por tábuas em madeira e há escoramentos montados ao longo da porção visível do edifício. Na parte posterior, há uma torre treliçada com uma escada central, ao que tudo indica executada em madeira, constituída por quatro apoios e travamentos diagonais (contraventamentos), possivelmente erigida para alojar a antena telefônica. Ao fundo, há postes de iluminação e na lateral esquerda, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (56)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de diversos canos para esgoto de Brasília espalhados sobre chão de terra batida. À esquerda, um cercado de madeira. É possível visualizar à direita da fotografia, a parte posterior da Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como Igrejinha, localizada na 308 Sul. Nas laterais da via de terra batida, há vegetação de cerrado típico com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, à esquerda, duas torres vazadas com tábuas de madeira e à direita, construção de um edifício das superquadras da asa sul. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (17) com alteração de coloração e enquadramento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (17)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de diversos canos para esgoto de Brasília espalhados sobre chão de terra batida. À esquerda, um cercado de madeira. É possível visualizar à direita da fotografia, a parte posterior da Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como Igrejinha, localizada na 308 Sul. Nas laterais da via de terra batida, há vegetação de cerrado típico com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, à esquerda, duas torres vazadas com tábuas de madeira e à direita, construção de um edifício das superquadras da asa sul. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (56) com alteração de coloração e enquadramento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.10 (86)

Fotografia preto e branco em formato retrato registra o posteamento do Eixo Rodoviário de Brasília. Em primeiro plano, observa-se na parte inferior, a curva popularmente conhecida como "tesourinha", que dá acesso aos comércios e residências das superquadras. Ainda no mesmo plano, observa-se na parte superior e no meio os canteiros com solo exposto, com árvores esparsas e ao fundo vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) ao fundo, atrás da cerca. Em segundo plano, há o Eixo Rodoviário ainda em estrada de terra, com piquetes de demarcação e postes em ambas as laterais da via. Além disso, observa-se um andaime na lateral da via, com um cabo que entra em um dos postes e se estende até o andaime, com cerca de três homens próximos, e outro homem mais á esquerda, na contenção do viaduto. Ao fundo, observa-se uma caminhonete com um homem na porta e outro na caçamba. Em terceiro plano, canteiro com solo exposto e árvores plantadas com fim paisagístico, e blocos residenciais das superquadras (SQ) ao fundo, e horizonte com muitas nuvens. No andaime, há placa com os seguintes dizeres: "EMPRESA BRASILEIRA DE ENGENHARIA S.A.; EBE; S.A.; ELÉTRICA; HIDRÁULICA; MONTAGENS". A Empresa Brasileira de Engenharia (EBE) foi uma empreiteira com grande papel na constituição das estruturas da capital, como a rede elétrica, a limpeza pública, o ajardinamento, e a construção do Congresso Nacional, Edifícios ministeriais, o Palácio do Planalto entre 1958 e 1966 (BR.ArPDF.NOV.C.1.4). A empresa se instalou no Planalto Central em 1957 e, três anos depois, conforme o cronograma previsto, já havia feito toda a instalação elétrica dos palácios, hospitais, blocos residenciais, ruas, praças, avenidas, aeroporto e embaixadas. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (85).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.10 (85)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a iluminação do Eixo Rodoviário no período noturno. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 122). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (84), B10 (86).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.10 (84)

Fotografia preto e branco em formato paisagem registra a Asa Sul no período noturno, em algum ponto das quadras 105/205, 106/206, 107/207 e 108/208. Em primeiro plano, observa-se o Eixo Rodoviário Sul, com postes iluminando ambas as laterais da via. Em segundo plano, há a Superquadra Residencial Sul (SQS), com edifícios residenciais com algumas janelas iluminadas. Devido a data da fotografia, provavelmente ela foi tirada na altura das quadras 105, 106, 306, 107, 108, 208 e 308, que já estavam em prontas ou em construção na época da inauguração (OLIVEIRA, 2006, p. 347). Apesar disso, nem todos os prédios e obras de calçamento e ajardinamento dessas quadras estava concluída. O eixo rodoviário é o que constitui o traço do Plano Piloto, se estendendo para norte e sul na forma de dois arcos que cruzam o eixo monumental no meio do arco. É o eixo rodoviário que define a disposição da escala residencial: superquadras com edifícios residenciais intercalados por uma avenida com blocos destinados a atividades de comércio e serviços (KESELY; KIM, 2010, p. 103). Ver imagens complementares que referem-se a iluminação pública nos itens B10 (44), B10 (45), B10 (46), B10 (69), B10 (70), B10 (85), B10 (86).

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.08 (44)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor Jannuzzi.
Imagem fotográfica do parquinho da Superquadra 114 Sul (SQS 114). Em primeiro plano, um grupo de crianças uniformizadas - com avental escolar e meias brancas, saias ou bermudas escuras e sapatos pretos -, alunas da Escola Classe, é fotografado brincando em um gira-gira. Ainda neste plano, um menino é retratado, do lado esquerdo do registro, agachado e tocando o piso de areia do espaço de recreação, enquanto do lado direito, uma menina parece observar a brincadeira de seus colegas. Além disso, mais ao fundo, três figuras femininas, possivelmente professoras da instituição de ensino, supervisionam as atividades. Na fotografia, outras quatro crianças aparecem brincando em uma gangorra, sendo que uma delas está sem uniforme. Por outro lado, os escorregadores do parquinho são registrados vazios. Em segundo plano, encontram-se: a delimitação do local de lazer, feita por um estreito canteiro de grama com uma fileira de palmeiras de porte médio, e uma pequena placa escrito “devagar ESCOLA”; uma via local da superquadra; a Escola Classe 114 Sul com um amplo jardim frontal; e os blocos residenciais C, de quatro pavimentos, e D. Em terceiro plano, na lateral direita da imagem, é possível visualizar os blocos do Comércio Local 114 Sul (CLS 114).
Informações adicionais: A Superquadra 114 Sul possui nove blocos de apartamentos e tanto o projeto de arquitetura quanto de urbanismo foram realizados por Marcelo Campello e Sérgio Rocha. A Escola Classe da quadra foi construída em 1962 e a autoria do projeto arquitetônico é de Wilson Reis Netto, entretanto a co-autoria apresenta divergências entre os teóricos. Segundo Marcílio Mendes Ferreira (1936-2011) e Matheus Gorovitz (1938 - ?), no livro A invenção da Superquadra, o arquiteto e coordenador de arquitetura da NOVACAP, Nauro Esteves, também assina o projeto, entretanto, em um artigo publicado pelo professor Alexandre Benoit, apenas o nome de Netto aparece como autor.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

Resultados 91 a 100 de 154