Asa Norte

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NOV.B.18 (33)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-33
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata parte da área correspondente à Plataforma da Rodoviária de Brasília, vista de uma das vias N1 ou S1 (provavelmente da via N1, se considerado o volume de terra à esquerda como sendo o Teatro Nacional), entre os anos de 1958-1960. Em fase intermediária de construção, observa-se a Plataforma Rodoviária ao fundo já construída, com pistas já asfaltadas, entretanto as demais áreas que recebem o paisagismo e vegetação da área central do Eixo Monumental. No terço esquerdo da fotografia, localizam-se montes de terra, sendo um deles possivelmente destinado à construção do Teatro Nacional, mais acima do nível da pista de rolagem. No sopé deste aterro, uma instalação de apoio ao canteiro envolto em um cercado de madeira, abrigando materiais construtivos, trabalhadores e um caminhão (provável Ford F100) branco. No terço central do retrato, pilhas de madeiras e ferro, quatro grandes instalações de apoio e um andaime de madeira. À frente, uma fileira de postes de energia estão centralizados no Eixo Monumental. No terço direito, está uma instalação de apoio com mais materiais de obra em frente e um possível Jeep em tom azulado, no limite da fotografia. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957, p.10) sobre o eixo: “Dêsse [sic] modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer cruzamento". As obras da Plataforma Rodoviária se iniciaram em dezembro de 1958, com execução da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital), contendo uma plataforma de 9m de altura em 1400 toneladas de aço para concreto protendido. Sua conclusão só aconteceu em 12 de setembro de 1960, no mesmo dia de aniversário de Juscelino Kubitschek (1902-1976). Nas palavras de Lucio Costa (1987) sobre a obra concluída: (...) “Eu sempre repeti que essa plataforma rodoviária era o traço de união da metrópole, da capital, com as cidades-satélites improvisadas da periferia. É um ponto forçado, em que toda essa população que mora fora entra em contacto [sic] com a cidade (...)".

Untitled

NOV.B.18 (3)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-3
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital com riscos e manchas verdes. Registro do trabalho de terraplenagem do Eixo Rodoviário, nos primeiros anos de construção de Brasília, entre 1956 e 1960. No plano de Lucio Costa (1902-1998) para o projeto do Plano Piloto, os eixos se Cruzaram em uma perpendicular, sendo o Eixo Monumental uma reta transversal direcionada aos setores administrativo, cívico, cultural, de abastecimento e rodoviário, dividindo o setor residencial em asas sul e norte; e o Eixo Rodoviário uma longitudinal arqueada de acordo com a topografia, responsável por transitar livremente entre o setor residencial, ligando extremos da cidade. Nas palavras do próprio autor do projeto para a Revista Brasília (1957) sobre o eixo, Lucio Costa relata que, “desse modo e com a introdução de três trevos completos em cada ramo do eixo rodoviário e outras tantas passagens de nível inferior, o tráfego de automóveis e ônibus se processa tanto na parte central quanto nos setores residenciais sem qualquer Cruzamento” (Pinheiro, 1957, p. 10). No registro, na extensão da via com solo de terra batida: montantes de terra enfileiradas caracterizam o processo de terraplenagem do Eixo Rodoviário; na porção direita, pedaços de madeira fincados no solo delimitam e demarcam o local. Após os montantes de terra úmida, em plano posterior, um operário - trajando uma camisa clara, calça e chapéu escuro - caminha de Costas para o fotógrafo. Ao fundo, às margens da via de terra, aparentes maquinários parados em volta de um pequeno alojamento - de madeira com telhado em duas quedas. No plano de fundo, após a vegetação e a esquerda da via, um edifício em processo de construção caracterizado por seu esqueleto estrutural ainda aparente, não havendo a presença de esquadrias e fachadas, estando sem detalhamentos externos, com fachadas vazadas. Nas laterais do Eixo Rodoviário, seguindo até a linha do horizonte, adensamento de árvores - de pequeno e médio porte - caracterizando uma vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
"

Untitled

NOV.B.14 (21)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-21
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da escavação em chão de terra para a passagem de tubulação de água. Em primeiro plano, à esquerda, um monte de terra, trabalhadores atuando na escavação abaixo do nível da terra, ao centro, o qual possui finas tábuas de madeira sobre a escavação. À esquerda, atrás do monte de terra, o Brasília Palace Hotel. Ao fundo, uma torre circular vertical, em que ao seu lado esquerdo, ao fundo, é possível observar a copa de uma árvore. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.
Fotografia semelhante ao item NOV-D-4-4-B-14 (21) com alteração de enquadramento e movimentação das figuras humanas.

SOBRE O BRASÍLIA PALACE HOTEL:
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, e foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Untitled

NOV.B.14 (20)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-14-20
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da escavação em chão de terra para a passagem de tubulação de água. Em primeiro plano, à esquerda, um monte de terra, trabalhadores atuando na escavação abaixo do nível da terra, ao centro, o qual possui finas tábuas de madeira sobre a escavação. À esquerda, atrás do monte de terra, o Brasília Palace Hotel. Ao fundo, uma torre circular vertical, em que ao seu lado esquerdo, ao fundo, é possível observar a copa de uma árvore. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.
Fotografia semelhante ao item NOV-D-4-4-B-14 (21) com alteração de enquadramento e movimentação das figuras humanas.

SOBRE O BRASÍLIA PALACE HOTEL:
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, e foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Untitled

NOV.B.05(77)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-05-77
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem, estruturas metálicas dos ministérios na esplanada em Brasília–DF, entre os anos de 1957-1960, locação sequencial dos ministérios ao longo da esplanada onde nota-se as diversas etapas ao longo do processo de obra em cada um dos quatro ministérios presentes no registro, alguns ainda em esqueleto estrutural metálico e outros em certo nível de alvenaria e colocação de materiais e esquadrias das fachadas. É retratada a locação sequencial dos ministérios, onde da esquerda para direita identificam-se como: 1º - Ministério da Cultura, 2º - Ministério da Aeronáutica, 3º - Ministério da Marinha e 4º - Ministério da Guerra. No plano projetual de Lúcio Costa, a definição das posições dos ministérios foi elaborada de modo que o edifício se localiza-se em sequência aos demais dispostos – inicialmente quatro se posicionaram do lado sul, reservando o espaço para a Catedral, seis edifícios do lado norte unidos por uma marquise de circulação, porém não foi executada. A distribuição ficou em sete edifícios do lado sul e dez edifícios do lado norte, à época (1960). O projeto modelo dos ministérios-padrão de Oscar Niemeyer foi pensado para ser uma construção de dez pavimentos, de fachadas laterais envidraçadas, protegidas por brises e sua empena cega (fachada sem janelas nem portas) coberta por tijolinhos brancos voltados para as pistas do Eixo Monumental, em Brasília-DF. Revestimentos instalados, esquadrias com os vidros finalizados. Observam-se andaimes metálicos e em madeira, dispostos verticalmente nas fachadas para auxílio do processo de rebocagem. Na base dos edifícios existe uma delimitação por cercas feita de estacas de madeira dividindo o canteiro de obra juntamente com coberturas de apoio e armazenamento. Na via em frente a cerca, ocorre a movimentação de três caminhões, um jeep e alguns trabalhadores ao longo de toda a estrada. Na porção inferior da fotografia tem-se um vasto terreno com marcas de pneus em terra seca batida e no quadrante inferior esquerdo pedaços de estacas de madeira espalhados. Ao lado esquerdo, um agrupamento de materiais como cascalho/brita e areia em montes, atrás deles, tonéis e postes condutores de energia elétrica na larga delimitação do Eixo Monumental que divide os dois lados dos ministérios e consequentemente as Asas (Sul e Norte) do Plano Piloto. Nas proximidades dos ministérios, diversos canteiros de obras espalhados, instalações de auxílio aos trabalhadores, durante a realização do processo de obra em um dia parcialmente nublado. 

Untitled

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