Arquitetura moderna

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NOV.B.2 (287)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista diagonal da construção das torres anexas do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com alguns perfis metálicos alinhados sobre o chão. Em destaque, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. Sobre a torre à esquerda há algumas figuras humanas a atrás da torre à direita, um guindaste que ultrapassa a altura atual das torres, bem como veículos, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Atrás das torres, visualiza-se a cúpula do Senado Federal praticamente finalizada (de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado), a qual possui um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres. Abaixo da cúpula encontra-se o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (289)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem com pequenas manchas amareladas e alguns ricos ao longo da fotografia. Vista da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção sem revestimento. Em primeiro plano, à esquerda da fotografia, chão de terra batida do que será o Eixo Monumental. Em segundo plano, encontra-se (à esquerda) um poste de madeira e o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. A edificação ainda está sem a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), apenas com estruturas temporárias. Sobre a laje, há alguns materiais de construção e figuras humanas caminhando e atuando na obra. Na base da cúpula do Senado, um pequeno andaime circunda toda a sua base, além de ser possível visualizar a escada provisória sobre a cúpula para os trabalhadores terem acesso à sua cobertura. À direita, mais figuras humanas e um abrigo provisório de madeira que aparenta ser para armazenamento provisório de materiais. Atrás da cúpula, percebe-se o início da construção dos anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço. No horizonte, bioma do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (291)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional. Na fotografia percebe-se o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. A edificação ainda está sem a cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), apenas com estruturas temporárias. Sobre a laje, há alguns materiais de construção e figuras humanas caminhando e atuando na obra. A cúpula do Senado Federal está praticamente finalizada e este tem uma figura humana descendo sobre o mesmo por uma pequena escada, um pequeno andaime circunda toda a sua base e materiais de construção sobre a laje de cobertura do edifício principal. No canto esquerdo da fotografia, parte do início da construção dos edifícios anexos, verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos, sem a vedação completa. O sistema construtivo é composto por viga (componente horizontal) e por pilar (componente vertical).
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (293)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da construção da Câmara dos Deputados. Em primeiro plano, observa-se diversas construções temporárias,que funcionam para cobertura de materiais, dispostas em formato de U com cobertura composta de tapume de metal ou madeira. Ao centro, nota-se seis agrupamentos, três na esquerda e na três na direita, de vigas de aço separadas por finas tábuas de madeira, os quais formam um pequeno corredor, o qual deslocam-se dois operários de chapéu de palha e camisa de manga comprida, um deles está passando a mão no agrupado de vigas de aço à esquerda, no lado oposto, há um operário suspendendo um carrinho de mão, adjacentes a outros dois obreiros que encontram-se perto a uma depósito de cobertura íngreme. Constata-se no sentido leste das construções impermanentes, verifica-se um profissional em direção a um grande amontoado de pontaletes de madeira espalhados na superfície, ao seu lado está outro pedreiro atento a outra atividades da obra, perto de seu campo de visão, está passando com uma carriola. Esses pontaletes esparsos estendem-se até o ponto de montagem, executada por seis trabalhadores que encontram-se agachados, das vigas radiais e diagonais comporia a complexa malha estrutural da Câmara que ajudaria a suportar as cargas. Adiante, à esquerda, há um pequeno grupo vistoriando o material que está em uma cerca. À direita, visualiza-se mais operários montando as vigas. Na extrema direita, fora da plataforma, visualiza-se a grande cavidade da fundação das torres anexas. Ao centro da fotografia, sobressai a forma circular da fundação do Câmara, percebe-se que o processo construtivos está mais avanço na circunferência à esquerda, contendo já aprumadores endireitado a forma de madeira, no resto da circunferência presencia-se ainda mais algumas esperas soltas que vão compor a armadura. Na base, presenciam-se quatro operários, um deles curvado em meio às dezenas de tábuas de madeira posicionadas diagonalmente. No sentido oeste, situa-se um trabalhador sem camisa manipulando esses materiais de obra. Logo após, uma coluna de placas de madeira compensada empilhadas, na diagonal esquerda, há várias tábuas de madeira organizadas verticalmente. Adiante, localizam-se vários grupos de profissionais ajustando as madeiras no solo ou realizando outras tarefas da obra. Posteriormente à circunferência central, assentam-se várias estacas de madeira pela plataforma. Ao fundo, situa-se a Via S1, ainda sem pavimentação. Apenas parte de seu trajeto planejado está efetuado, tal espaço está parcialmente ocupado por acúmulos de recursos da obra, na extrema direita, é possível enxergar obreiros sob uma simples construção temporária sem vedação. Ulteriormente a pista, predomina um terreno descampado de Cerrado Nativo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (295)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista da cúpula do Senado Federal do Palácio do Congresso Nacional. Na fotografia percebe-se a laje de cobertura do Edifício Principal do Congresso Nacional com pequenas aberturas no mesmo (supõe-se que seja para trazer iluminação na parte inferior e auxiliar na construção do edifício, uma vez que posteriormente essa laje não terá tais aberturas). Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. Sobre a laje, há alguns materiais de construção e figuras humanas caminhando e atuando na obra. A cúpula do Senado Federal está praticamente finalizada e este tem uma figura humana descendo sobre o mesmo por uma pequena escada, um pequeno andaime circunda toda a sua base e materiais de construção sobre a laje de cobertura do edifício principal. Atrás da cúpula percebe-se chão de terra batida, construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais e, à esquerda, um muro de arrimo, uma construção mais forte, capaz de conter forças como barrancos e equilibrar a pressão de um terreno, ao qual está adjacente a base do Palácio do Congresso Nacional. A pista por trás da cúpula é o Eixo Monumental. No horizonte, diversas fitofisionomias do Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (296)

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a vista diagonal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Vista do bloco principal do Palácio da Alvorada, no qual dois trabalhadores finalizam o revestimento da laje, se equilibrando sobre um andaime de madeira e ferro. Ambos vestem um macacão, porém não parecem utilizar capacetes ou equipamento de proteção individual. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram, infelizmente, comuns devido à falta de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela vertiginosa altura. Como relatado em áudios transcritos de trabalhadores da época: ...“Você parava por ali assim, e dava uma olhada na Esplanada dos Ministérios, sempre à tardezinha, à noite. Meu Deus do céu! Parecia fogos de artifício. Era o cidadão trabalhando, peão, gente caindo, muita gente morrendo. Não cuidava muito da segurança, tinha que fazer. E foi fazendo.” (DE FARIA, 1989 apud VIDESOTT, 2009). Abaixo dos andaimes estão três trabalhadores sendo que um deles parece apoiar um dos pés na vidraça da fachada enquanto olha para a direção dos dois trabalhadores sobre o andaime. Ao seu lado direito, outro homem de camisa branca e calça escura parece fazer o mesmo tipo de ação, escorando-se na janela enquanto segura o andaime. Atrás do pilar parabolóide está outro operário que passa entre o andaime e o pilar. O Palácio estava em fase final de construção, recebendo apenas ajustes em sua laje. O posicionamento fotográfico capta a plataforma de acesso à Capela anexa ao Palácio no lado norte e parte do bloco de serviços semienterrado no quadrante inferior direito. Gramíneas plantadas estão no quadrante inferior direito, enquanto que no plano de fundo vê-se uma transição de vegetação mais escura e densa no quadrante superior direito para uma vegetação mais clara e esparsa no quadrante inferior esquerdo, vegetação essa que é pertencente ao bioma Cerrado. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (297)

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista lateral do Eixo Monumental e parte do Congresso Nacional. Em primeiro plano, situa-se parte lateral do edifício principal do Congresso Nacional com seu formato antigo pontiagudo, encontra-se repleto de perfurações, destoa-se na plataforma um banco de madeira de esparso. Observa-se à direita da ponta da edificação, uma série de cinco estacas de madeira, escorada nele, estão pontaletes de madeira que alastra-se posteriormente até a pista do Eixo Monumental, verifica-se que perto das tábuas, um operário de cabeça baixa, deslocando-se pela via . Abaixo da pista, no lado direito da lateral pontiaguda, visualiza-se uma concentração de areia misturada com restos de materiais de construção. No lado esquerdo, localiza-se vários entulhos posicionam-se dois postes de iluminação, de tamanhos diferentes, do menor para maior no sentido esquerda-direita, próximo da cerca de madeira. É possível visualizar, no topo do Eixo Monumental com barril de metal, contendo possivelmente água, ao lado, estão alguns caibros. Ao centro, está o trabalhador com peneira perto de acúmulo de areia. Logo após, situa-se o ônibus transitando pelo local. Mais à frente, é perceptível a placa de madeira fincada no pavimento. Fora da via, ao lado pousa-se o que assemelha a um alojamento, disposta diagonalmente em uma área verde. À frente, perto da pista, há um pequeno sistema de eletricidade Posteriormente, evidencia-se uma via de terra de chão batida que leva a construção temporária, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, a qual vemos apenas parte dela. Ulteriormente, constata-se a presença de outras trilhas que cortam a vegetação com árvores de grande porte sobre tapete graminoso, caracterizando um Cerradão, fitofisionomia florestal do Cerrado, nesses percursos percebe-se cidadãos deslocando para longe do canteiro de obra. Ao fundo, predomina um grande descampado que concentra em sua extremidade direita uma série de construções temporárias paralelas entre si.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.

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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (299)

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista de um dos guindastes (da marca Manitowoc) carregando um perfil metálico para a construção das torres anexas do Palácio do Congresso Nacional. Na fotografia percebe-se além do perfil que está sendo transportado, outros dois já fixados na estrutura dos anexos. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Sobre a estrutura das torres à direita há três figuras humanas masculinas com vestes simples e capacete de obra auxiliando na montagem das estruturas de aço, sendo que dois deles estão sobre as vigas e o outro em pé sobre um dos pilares. Na parte inferior da fotografia, percebe-se uma figura humana masculina com camisa escura e capacete de obra branco ao lado da estrutura metálica à direita. No horizonte, vegetação nativa do bioma Cerrado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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NOV.B.2 (300)

Fotografia colorida em formato retrato registra a vista diagonal do Palácio da Alvorada, com parte da Capela anexa aparente entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Vista de parte da fachada frontal oeste a qual tem-se quatro colunas parabolóides, sendo duas semi colunas. As semi colunas foram pensadas para permitir o acesso central no primeiro bloco, além do seu cunho estético. À esquerda do bloco principal a Capela do Alvorada está, em parte, aparente. Ao lado do espelho d’água há uma região de grama plantada. Já no plano de fundo, visível entre as duas colunas da esquerda para a direita, está a vegetação mais densa correspondente ao bioma Cerrado. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.2 (301)

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Vista de baixo para cima da construção das torres anexas do Palácio do Congresso Nacional. Em destaque, uma figura humana masculina com vestes simples (camisa de manga comprida, calça e o que aparenta ser capacete de obra) sobre a estrutura de um dos anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. Sobre a estrutura das torres à direita há três figuras humanas masculinas com vestes simples e capacete de obra auxiliando na montagem das estruturas de aço, sendo que dois deles estão sobre as vigas e o outro em pé sobre um dos pilares.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

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