Arquitetura moderna

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NOV.B.2 (274)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-274
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a vista frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos verdes. No primeiro terço inferior da imagem, vê-se restos de materiais da obra, sendo parte destes resquícios advindos do cerceamento em madeira que delimita a área de terra revolvida da área de pedregulho e areia, separando claramente a região de obras do Palácio da Alvorada. Acima do primeiro terço, encontram-se montes de terra espalhados na região dentro do cerceamento do canteiro. Na região central da imagem está localizado o Palácio da Alvorada, em aparente fase construtiva concluída, recebendo visitas (como se nota uma aglomeração de pessoas ao centro, ao lado esquerdo de um ônibus amarelo e a circulação de outro ônibus de mesmo modelo na pista à esquerda do Palácio). A fachada frontal do Palácio da Alvorada recebe 10 colunas em formato parabolóide que servem de apoio para a cobertura retilínea e longitudinal da construção. Seu invólucro (envoltória) envidraçado é visível por detrás das colunas. Ao lado esquerdo da fachada do Palácio está a Capela anexa à construção principal. Na linha do horizonte, tem-se um alojamento de trabalhadores no limite à esquerda da imagem, um vislumbre da capela da Ermida Dom Bosco com sua estrutura triangular, em formato da letra “A” e a vasta vegetação que varia do Cerrado típico (cerrado sentido restrito) à direita e Cerrado denso (cerrado sentido amplo) à esquerda do registro. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (275)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-275
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com aspecto lamacento com materiais de construção sobre o mesmo, cercado de madeira, uma pequena construção que se assemelha a uma guarita e dois trabalhadores próximo ao mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Ao lado, visualiza-se a rampa temporária de madeira utilizada para dar acesso à cobertura da cúpula da Câmara e também um guindaste. Além disso, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. É possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Ao centro das torres, na fachada principal, a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio. A base das cúpulas é o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. O edifício principal possui cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Há diversas figuras humanas sobre a laje de cobertura deste edifício e da cúpula do Senado.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (276)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-276
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista diagonal da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Em primeiro plano temos o helicóptero do modelo BELL 47J (H-13J) - RANGER, que transportava o então presidente da república, Juscelino Kubitschek com o objetivo de inspecionar as obras da nova capital federal. Em segundo plano à esquerda temos o Palácio da Alvorada com suas obras concluídas e à direita um conjunto de palmeiras ornamentais. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (277)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-277
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Em primeiro plano, um fotógrafo de camisa listrada para dentro da calça branca segura uma filmadora ao lado de outro cidadão de camisa xadrez e cabelo com gel olha fixamente para o Congresso Nacional. Observa-se que o edifício principal está em estágio avançado de construção, com esquadrias montadas e todas as colunas de concreto presentes na varanda. Acima, na plataforma, sobressai as torres anexas iniciando seu processo montagem das empenas cegas nos primeiros pavimentos, nas laterais, nota-se dois elevadores provisórios que estendem-se um pouco acima das plataformas de proteção localizadas ao centro. Entre os edifícios, observa-se sutilmente a aparição de pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós), servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. No sentido oeste, pousa-se o Senado apresentando uma clara divisão em sua superfície possivelmente em processo de cura de concreto diferentes, o lado direito possui umas pontas brancas em sua camada de concreto. No topo, é possível visualizar dois postes de iluminação em ambas divisões e na parte direita, se faz pouco nítido a presença de dois indivíduos. No lado oposto das torres, destaca-se a Câmara dos Deputados, em sua circunferência esquerdas presencia-se a silhueta de alguns obreiros próximos às escoras.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (278)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-278
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem retrata a vista diagonal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos, pontos verdes e uma mancha arroxeada no quadrante inferior direito. No primeiro terço vertical à esquerda, vê-se parte da estrutura exposta do bloco principal do Palácio da Alvorada, onde um trabalhador, vestindo macacão e usando chapéu, se equilibra sobre vergalhões metálicos que seccionam os painéis de vidro na fachada. Abaixo deste trabalhador, dois outros operários trabalham entre escada, andaimes e materiais de construção, sem capacetes e equipamentos de proteção individual (EPI). No terço vertical central, mais três operários trabalham na fachada frontal do Palácio, se pendurando em andaimes ou vergalhões. No terço vertical direito, seis operários estão no gramado central do Palácio, sendo: dois operários conversando próximos a uma rampa de acesso ao bloco principal, três operários em volta de placas de concreto no chão e um operário em um plano atrás, à direita do poste de energia. No período da construção de Brasília os acidentes de trabalho eram, infelizmente, comuns devido à falta de equipamentos de proteção essenciais fornecidos, além de serem escondidos os relatos das manchetes e jornais. É possível ver que, por mais que possuíam capacetes, os operários não tinham cordas, mosquetões ou apoios que o mantivessem presos à estrutura naquela vertiginosa altura. Como relatado em áudios transcritos de trabalhadores da época: ...“Você parava por ali assim, e dava uma olhada na Esplanada dos Ministérios, sempre à tardezinha, à noite. Meu Deus do céu! Parecia fogos de artifício. Era o cidadão trabalhando, peão, gente caindo, muita gente morrendo. Não cuidava muito da segurança, tinha que fazer. E foi fazendo.” (DE FARIA, 1989 apud VIDESOTT, 2009). Sobre a estrutura do Palácio, nota-se que, no momento do registro, a obra estava em sua fase de finalização de revestimentos e aplicação de planos de vidro nas esquadrias. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (279)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-279
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com aspecto lamacento com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Além disso, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. É possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Ao centro das torres, na fachada principal, a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio. A base das cúpulas é o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. O edifício principal possui cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Há diversas figuras humanas sobre a laje de cobertura deste edifício e da cúpula do Senado. Ao fundo, à esquerda, parte da construção do Palácio do Planalto, também em fase de construção.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (28)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-28
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores em formato paisagem. Na foto, se vê o processo de montagem da estrutura de aço das torres do anexo do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano à esquerda, percebe-se a figura parcial de um operário, enquanto no segundo plano à direita há outro operário deslocando-se entre as passarelas formadas pelo madeiramento dos andaimes. Ao fundo, verifica-se parte do edifício principal, escoramentos em madeira e parte das cúpulas em processo de construção. O volume dos anexos do Congresso Nacional corresponde ao edifício em altura, posterior ao volume horizontal que abriga as duas cúpulas, emblemático no horizonte de Brasília e que pode ser visto de diversos pontos da cidade, especialmente no eixo monumental, via que cruza a cidade transversalmente.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. "

Untitled

NOV.B.2 (281)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-281
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato retrato. Vista da construção do Palácio do Congresso Nacional. Em primeiro plano, chão de terra batida com aspecto lamacento com materiais de construção sobre o mesmo. Em segundo plano, ressalta-se o Congresso Nacional, os seus monumentais edifícios anexos verticalizados de 92 metros, ainda não concluídos com presença de estruturas temporárias e sem a vedação completa. Suas cúpulas emblemáticas (Câmara dos Deputados, de maior dimensão apenas com a base circular, sem revestimento e virado à cima e do Senado de menor proporção virado para baixo, com pilar deslocado) as quais possuem um traço delicado que contrasta com as colunas simétricas e dão um aspecto de beleza nas duas torres correspondentes à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. Além disso, os anexos, formados por duas torres verticais, que abrigam os gabinetes do Senado e da Câmara dos Deputados. Os anexos constituem um edifício em altura com torres gêmeas lamelares (disposição de lâmina) com 29 pavimentos, unidas por meio de passarelas suspensas, que também servem como contraventamento da construção. Em termos estruturais, a edificação foi executada sistema viga-pilar em aço, a laje é em concreto pré-moldado, as fachadas laterais de maior superfície (norte e sul) são em cortina de vidro, enquanto as fachadas frontal e posterior (leste e oeste) correspondem a empenas cegas revestidas em mármore branco. O terreno foi escavado para abrigar a fundação das torres. É possível perceber pequenas treliças triangulares (uma estrutura metálica que possui cinco ou mais unidades triangulares formadas por ângulos chamados de nós) entre as duas torres do Congresso Nacional, servindo provavelmente de escoramento para o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Ao centro das torres, na fachada principal, a construção da rampa Solene do Congresso Nacional na fachada frontal (oeste) do referido edifício, levemente deslocada para a esquerda, que é a entrada principal tanto para o Salão Negro, hall social do Palácio. A base das cúpulas é o Edifício Principal do Congresso Nacional. Essa edificação corresponde à plataforma horizontal de estrutura em concreto armado e revestimento de mármore branco, encimada pelas célebres cúpulas que abrigam os Plenários do Legislativo: a menor, de formato côncavo, corresponde ao Senado Federal, enquanto a maior, de formato convexo, equivale à Câmara dos Deputados. O edifício principal possui cortina de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos). Há diversas figuras humanas sobre a laje de cobertura deste edifício e da cúpula do Senado. À esquerda, um muro de arrimo, uma construção mais forte, capaz de conter forças como barrancos e equilibrar a pressão de um terreno, ao qual está adjacente a base do Palácio do Congresso Nacional.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (283)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-283
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Vista aérea do Congresso Nacional. Em primeiro plano, observa-se que a rampa externa está em processo embrionário de construção com esperas da armação de concreto armado à mostra . Para o acesso a plataforma foi erigido rampas provisórias de madeira, destoa-se que à esquerda foi alçado duas pequenas coberturas próximas a base da rampa. No sentido oeste, constata-se o que se assemelha a longo trilho contendo das nervuras de travamento, o qual detém também uma pequena cobertura no centro. Lateralmente, situa-se um grande acúmulo de areia. Em meio a essa imensidão, pousa-se de escada e poste de iluminação. Adiante, há entulhos espalhados ao solo, adjacentes, a um depósito de caráter simplório. No sentido leste, destaca-se a presença de uma construção temporária de aspecto longitudinais, contendo beiral e pilotis, que provavelmente servia de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. À frente, da sua fachada está uma grande concentração de areia seguida das tábuas de madeira. Verifica-se que o edifício principal nem apresenta ainda com varanda realizada, sua base está repleta de escoras provenientes de processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, visualiza-se que na parte esquerda do edifício principal pontaletes de madeira, diagonalmente, que servem possivelmente para contraventamento. Acima, na plataforma ressalta-se um complexo esqueleto estrutural de vigas radiais e diagonais, cujo desenho lembra estruturas da natureza, que servem para auxílio no suporte de cargas da futura laje. Sob a malha estrutural, sobressai a circunferência a qual se formará o topo da cúpula do Senado Federal e no momento presente é possível visualizar parte de sua fundação. No perímetro central percebe-se na porção inicial, as vigas de transição, já na porção final ainda nem foi instalada uma fileira sequer. À direita, se faz pouco nítido a localidade condizente a Câmara dos Deputados ainda em processo construtivo mais moroso. Em seguida, centralizado, da cavidade retangular para fundação das torres anexas,em ambos os lados, do canteiro em volta predomina o acúmulo de terra e areia. No lado oeste, diferencia-se a aparição de uma construção impermanente rente ao edifício principal. Após a fundação das torres anexas, evidencia-se vários perfis de aço espalhados pelo solo formando uma série de fileiras. À esquerda pousa-se o Eixo Monumental, ainda sem pavimentação, com concentração de areia na pista, paralela à lateral da plataforma do Congresso Nacional, fora do trajeto, verifica vias de terra de chão batida que levam a parte de baixo da via N1. Em seu trecho final, no sentido oeste, é possível visualizar o grande cercado correspondente ao canteiro de obras do Planalto, na porção inicial observa-se uma pequena e posteriormente uma construção temporária de dimensões consideráveis. Ulteriormente, a tal edificação presencia-se novamente um montante de areia.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (285)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-285
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto em branco, formato paisagem. Em destaque, um guindaste erguendo os pilares para a constituição das torres anexas ainda com pouquíssimos pavimentos e com suas estruturas de aço aparente, tal maquinário localiza-se perto de uma fileira de perfis de aço, o qual há um operários agachado entre duas peças metálicas e dois trabalhadores estão bem próximos a um guindaste, posteriormente a máquina, há diversas tábuas de madeira perto as escoras do edifício principal e de dois postes. À direita do guindaste, há diversos pedreiros averiguando os perfis de aço. Adiante, encontra-se um alojamento composto de madeira, ao seu lado, está um grande placa com os dizeres da obra e a empresa responsável por efetuá-la, outra placa com conteúdo similar está pregada na laje do edifício principal, acima dela vemos duas construções temporárias bastante simplórias. Mais à esquerda, ressalta o Senado com acabamento inconcluso, dois obreiros situam-se perto da base manipulando uma forma outro pousa-se mais esparso na plataforma., observa-se que o Senado possui uma forma de madeira que acompanha sua circunferência à direita.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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