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NOV.B.19 (45)

"A imagem em preto e branco, apresentada no formato paisagem, a fotografia apresenta a elevação oeste e frontal do Congresso Nacional, situado em Brasília, correspondendo ao primeiro anteprojeto de Oscar Niemeyer em 1957. A fotografia proporciona uma visão singular da maquete, revelando a arquitetura marcante da época, com as cúpulas se destacando por aberturas estratégicas para iluminação.
A cena abraça as vias laterais, conhecidas como Via S1 e Via N1, que envolvem majestosamente o Congresso Nacional. Destaca-se uma rampa situada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial do projeto, não se delineia uma via específica dedicada ao Congresso, diferenciando-se da organização viária que observamos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a situação atual, notamos a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente incorporado ao projeto. A imagem sugere que, devido à perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes mantêm notáveis semelhanças com a configuração presente.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (44)

"A fotografia em preto e branco, apresentada no formato paisagem, oferece uma perspectiva única da maquete do primeiro anteprojeto, de 1957, destacando a cúpula e as camadas intrincadas destinadas à construção do plenário da Câmara dos Deputados. A imagem revela, aberturas estratégicas nas cúpulas e a visão interna do plenário, proporcionando um vislumbre detalhado do projeto arquitetônico.
Com base na tese de doutorado de Elcio Gomes, a explicação detalhada destaca como o projeto foi concretizado. Os volumes das cúpulas de revolução desempenham um papel central, definindo os principais elementos espaciais. O estudo da fase de concepção revela a solução geométrica adotada para a cúpula do Senado, caracterizada por uma curva parabólica, com vértice limitado a uma altura de 9,85 metros e pontos extremos determinados por um diâmetro de 39 metros.
A estrutura é engenhosamente resolvida para aproveitar os potenciais de resistência oferecidos pela forma estrutural, permitindo vencer grandes vãos com o mínimo de material necessário. A casca da cúpula apresenta uma espessura mínima de 14 centímetros nos meridianos superiores, aumentando para 50 centímetros na região de máxima compressão próxima ao anel de contenção dos esforços horizontais, próximo à base de contato com a plataforma. Isso resulta na transmissão eficiente de cargas verticais aos pontos de contato e apoios.
Assim, a imagem não apenas documenta a fase inicial do projeto, mas também proporciona uma visão detalhada da execução e resolução estrutural, destacando a engenhosidade por trás da materialização do anteprojeto.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (43)

"A fotografia em preto e branco, apresentada no formato paisagem, proporciona uma visão única da maquete da cúpula do congresso nacional, primeiro anteprojeto datado de 1957. A imagem destaca a cúpula e as camadas construtivas destinadas à edificação do plenário da Câmara dos Deputados, focando especialmente na parte interna da cúpula, o que explica a ausência da camada de cobertura na fotografia da maquete.
A narrativa se aprofunda com base na tese de doutorado de Elcio Gomes, fornecendo uma explicação minuciosa sobre a concretização do projeto. Os volumes das cúpulas de revolução emergem como protagonistas, definindo os elementos espaciais essenciais. O estudo da fase conceitual revela a solução geométrica adotada para a cúpula do Senado, caracterizada por uma curva parabólica com vértice limitado a 9,85 metros de altura e pontos extremos determinados por um diâmetro de 39 metros.
A engenhosidade estrutural se destaca na resolução do projeto, aproveitando os potenciais de resistência oferecidos pela forma, permitindo vencer grandes vãos com o mínimo de material necessário. A casca da cúpula exibe uma espessura mínima de 14 centímetros nos meridianos superiores, que se amplia para 50 centímetros na região de máxima compressão próxima ao anel de contenção dos esforços horizontais, próximo à base de contato com a plataforma. Isso resulta em uma transmissão eficiente de cargas verticais aos pontos de contato e apoios.
Dessa forma, a imagem não apenas documenta a fase inicial do projeto, mas também oferece uma visão detalhada da execução e resolução estrutural, destacando a engenhosidade por trás da materialização do anteprojeto.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (29)

"Fotografia em preto e branco, capturada em orientação paisagística, oferece uma visão singular da fachada oeste da maquete do Palácio do Planalto. Apesar da visão detalhada ser limitada, uma análise minuciosa, baseada na tese de doutorado do Dr. Elcio Gomes, permite deduzir que se trata do segundo anteprojeto da sede do poder executivo, uma obra marcante desenvolvida pelos renomados arquitetos Oscar Niemeyer e Nauro Esteves em 1958, representando uma fase crucial na evolução da arquitetura da capital brasileira.
O palácio, com sua imponente forma de bloco retangular, é destacado pela presença de nove colunas em ambas as fachadas frontal e posterior. Estas colunas possuem uma peculiar forma de tronco cônico invertido, estreitando-se elegante em direção ao topo, distinguindo-se da primeira versão do projeto. Notavelmente, as fachadas oeste e leste carecem dessas colunas, com as janelas da fachada oeste proporcionando uma vista desimpedida para o Congresso Nacional.
A partir da fotografia, é possível inferir a existência de múltiplos pavimentos, incluindo subsolo, térreo, segundo, terceiro e quarto andares. A disposição das esquadrias apresenta semelhanças com a configuração atual, sugerindo uma continuidade na essência arquitetônica ao longo do tempo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO PLANALTO: Projetada pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), teve os jardins e espelho d’água de autoria do paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994) em 1991, Fausto Favale foi o engenheiro-chefe da obra do palácio e Joaquim Cardozo (1897-1978) como responsável pelos cálculos estruturais. A construção foi de responsabilidade da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP). As obras iniciaram no dia 10 de julho de 1958 e o palácio presidencial foi inaugurado em 21 de abril de 1960. O prédio que ocupa o limite norte da Praça dos Três Poderes, em Brasília. Foi um dos primeiros edifícios construídos, considerado o principal símbolo da transferência da Capital Federal do Rio de Janeiro para Brasília, durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek (1902-1976). Autoria: Iris Castro"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (166)

"A imagem colorida, exibida em formato paisagem, revela a maquete do anteprojeto do congresso nacional de Oscar Niemeyer em 1957. Através da fotografia, é possível inferir que ao fundo, aparentemente apoiada no guarda-corpo da sacada de um edifício beira-mar, encontra-se o mar. A paisagem marítima ao fundo sugere a possibilidade de ser uma praia no Rio de Janeiro, presumivelmente relacionada à residência do arquiteto Oscar Niemeyer na cidade.
A cena abrange as vias laterais, identificadas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional. Destaca-se também uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Neste projeto inicial, não há uma via específica dedicada ao Congresso, como encontramos nos dias de hoje.
Ao comparar a maquete com a situação atual, observamos a ausência do espelho d'água na frente do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente incorporado ao design. A imagem sugere que, devido à perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes mantêm semelhanças notáveis com a configuração presente.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (165)

"Fotografia colorida, em formato paisagem, revela uma vista superior da maquete da Praça dos Três Poderes. A perspectiva abrange desde o Congresso Nacional até a área onde se encontram o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, incluindo as vias S1, S2, N1 e N2 que circundam os imponentes edifícios.
A imagem enfoca a Praça dos Três Poderes com os edifícios do Palácio do Planalto e do STF, ainda sem os monumentos característicos como o Museu Histórico de Brasília, o Espaço Lucio Costa e o Monumento aos Candangos. A Via N1, ao contornar o Eixo Monumental, gera uma quebra na praça ao cortar o Palácio do Planalto.
Ao fundo da fotografia, o Congresso Nacional se estende, sem identificação específica do projeto representado. Observa-se o Jardim das Palmeiras e o espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, adicionando elementos de paisagismo à arquitetura. Não é possível visualizar a parte da frente do Congresso Nacional.

Praça dos Três Poderes: praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23). Autoria: Iris Castro e Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (164)

"A imagem colorida, em formato paisagem, captura o anteprojeto de Oscar Niemeyer, datado de 1957. O foco central recai sobre a maquete do Congresso Nacional.
O cenário ao fundo sugere uma paisagem de morros, possivelmente no Rio de Janeiro. A perspectiva escolhida proporciona uma visão frontal da maquete, destacando sua grandiosidade.
Através da análise da fotografia, é plausível inferir que o registro foi capturado a partir da sacada de um edifício à beira-mar. A presença do guarda-corpo, como em outras fotos, adiciona um elemento de contexto, sugerindo que a fotografia pode ter sido tomada em uma residência associada ao próprio arquiteto. A proximidade geográfica com o Rio de Janeiro reforça a possibilidade de se tratar da residência de Niemeyer.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (163)

"A imagem colorida, apresentada em formato paisagem, apresenta o anteprojeto de Oscar Niemeyer, datado de 1957. O ponto focal centraliza-se na maquete do Congresso Nacional. O cenário ao fundo desvenda uma visão aérea de uma praia, provavelmente no Rio de Janeiro, onde pequenas figuras humanas caminham. A perspectiva da fotografia escolhida oferece uma vista aérea da maquete, destacando sua forma e estrutura.
A maquete abrange as vias laterais, conhecidas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional, alcançando até o início da praça dos três poderes, focalizando o projeto. Uma característica notável é a presença de uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial, não há uma via específica dedicada ao Congresso, como observamos nos dias atuais.
Ao analisar a maquete com a situação presente, destaca-se a ausência do espelho d'água diante do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente integrado ao projeto arquitetônico. A imagem sugere que, apesar da perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes preservam notáveis semelhanças com a configuração atual.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (162)

"A imagem colorida, apresentada em formato paisagem, apresenta o anteprojeto de Oscar Niemeyer, datado de 1957. O ponto focal centraliza-se na maquete do Congresso Nacional. O cenário ao fundo desvenda uma visão aérea de uma praia, provavelmente no Rio de Janeiro, onde pequenas figuras humanas caminham. A perspectiva da fotografia escolhida oferece uma vista aérea da maquete, destacando sua forma e estrutura.
A maquete abrange as vias laterais, conhecidas como Via S1 e Via N1, que circundam o Congresso Nacional, alcançando até o início da praça dos três poderes, focalizando o projeto. Uma característica notável é a presença de uma rampa localizada antes da Alameda dos Estados, notavelmente mais próxima do edifício do Congresso em comparação com a configuração atual. Nesse estágio inicial, não há uma via específica dedicada ao Congresso, como observamos nos dias atuais.
Ao analisar a maquete com a situação presente, destaca-se a ausência do espelho d'água diante do Congresso Nacional, um elemento que foi posteriormente integrado ao projeto arquitetônico. A imagem sugere que, apesar da perspectiva limitada, elementos como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para os gabinetes preservam notáveis semelhanças com a configuração atual.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer. Autoria: Maritza Dantas"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.19 (157)

"Fotografia colorida, em formato paisagem, que apresenta uma maquete em perspectiva aérea do Palácio do Planalto. A visão detalhada é limitada, no entanto, após a análise da tese de doutorado do Dr. Elcio Gomes, torna-se possível deduzir que se trata do segundo anteprojeto - a segunda versão da sede do poder executivo. Este projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Oscar Niemeyer e Nauro Esteves em 1958, marcando uma fase significativa na evolução da arquitetura da capital brasileira.
O palácio tem o formato de um bloco retangular, com nove colunas tanto a fachada frontal quanto a posterior. Estas colunas possuem uma forma singular de tronco cônico invertido, estreitando-se em direção ao topo. Uma característica marcante é a rampa de acesso principal, localizada assimétricamente no edifício, rompendo com a tradicional simetria arquitetônica.
Na fotografia, é possível visualizar a via de acesso e o estacionamento privativo para visitantes e servidores, situados à esquerda do observador. Esses elementos contribuem para a compreensão do contexto funcional e prático do edifício, revelando a consideração dada à organização do espaço.
É importante observar que a imagem da maquete destaca algumas diferenças em relação ao projeto atual do Palácio do Planalto. Notavelmente, a ausência do espelho d'água e do monumento aos candangos, que agora está localizado na Praça dos Três Poderes, em frente ao palácio.

Palácio do Planalto: sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio.
Autoria: texto retirado do livro Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p22."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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