América do Sul

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NOV.D.1 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-D-01-49
  • Item
  • 1958 - 1959
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem. Em destaque, sete figuras humanas, sendo quatro masculinas e três femininas com vestes formais (paletó, calça e gravata; vestido midi, acessórios, luvas e chapéus brancos). Os dois homens à esquerda seguram a edição da Revista Brasília (percebe-se pela capa que o homem da direita segura a edição nº 15 do ano 2 de 1958). Ao fundo, fotografia da maquete física do Palácio do Congresso Nacional, mais figuras humanas, esquadrias metálicas e entre os homens à direita, aparenta ser a maquete física pressupõe-se ser o Setor Bancário Sul ou algum outro setor central de Brasília sobre um expositor de chão de madeira.
É possível observar a mesma figura humana masculina de terno preto à direita desta fotografia (com o rosto levemente para à direita) nos itens NOV-D-4-4-D-1 (47) e NOV-D-4-4-D-1 (48).
CONTEXTO HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES:
“Há um grande e permanente interêsse, em todo o mundo, pela edificação da nova capital do Brasil. A obra arquitetônica e urbanística, bem como o alcance econômico, político, administrativo e social de Brasília, são objeto de numerosas reportagens, comentários e estudos nos principais órgãos estrangeiros. A experiência de Brasília, pelo que encerra de novidade revolucionária e de arrojado pioneirismo, é apreciada nos seus pormenores e divulgada em têrmos que satisfazem ao mesmo tempo a atenção dos técnicos, políticos e administradores, e à curiosidade da opinião pública.” (Revista Brasília - nº 8, p. 14, 1957).
CONTEXTO HISTÓRICO DA REVISTA BRASÍLIA:
Periódico criado pela Novacap – Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil, publicado entre janeiro de 1957 e maio de 1963, mensalmente.

O objetivo da revista era documentar a construção da nova capital, como um boletim informativo, para abastecer a opinião pública nacional e internacional sobre o andamento das obras.
Com uma tiragem de aproximadamente 6.000 exemplares, a revista era gratuita e destinada aos assinantes, que em sua maioria eram bibliotecas, universidades e colégios. Uma remessa de 1.000 cópias era encaminhada para o exterior, principalmente às embaixadas.

A sede da Revista de Brasília sempre foi na capital federal, ou seja, até meados de 1959 era na cidade do Rio de Janeiro e entre 1959 até sua extinção foi a cidade de Brasília enquanto que todas as edições da revista foram impressas na editora Bloch, localizada na cidade carioca.

Hoje, a documentação da NOVACAP, inclusive as 44 edições da Revista Brasília, integra um dos Fundos Públicos do Arquivo Público do Distrito Federal – ArPDF.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.19 (99)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-99
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem em preto e branco, em formato paisagem, retrata detalhes cruciais do palácio presidencial, apresentando croquis meticulosamente desenhados. No canto superior esquerdo, a sigla ""NC"" denota a Nova Capital, indicando o contexto geográfico. Uma análise conduzida pelo Dr. Elcio Gomes sugere que se trata da primeira versão do projeto do palácio presidencial, datada de agosto de 1956.
No lado esquerdo da imagem, encontra-se o desenho detalhado da estrutura, acompanhado da escala 1:200 e da especificação dos diferentes pavimentos, incluindo térreo, 2º pavimento, 1º pavimento e terraço.
No lado direito da imagem, são apresentados dois desenhos distintos: um corte transversal do palácio presidencial e, abaixo dele, a fachada principal, representando a elevação sul. Esses elementos combinados oferecem uma visão abrangente e detalhada do projeto inicial do palácio presidencial, encapsulando sua arquitetura e características estruturais fundamentais.

No primeiro estudo, a distribuição do programa é definida em dois volumes: o edifício principal, que abriga as principais funções do órgão, e um anexo semi-enterrado para a garagem, totalizando uma área construída de 13.700m 2. O edifício principal possui quatro níveis: o térreo recuado, o segundo e terceiro pavimentos, com a maior ocupação do volume, e o terraço-jardim na cobertura. A segmentação reflete a hierarquia na distribuição do programa: o térreo recuado conta com acessos abrigados e atendimento ao público; nos pavimentos superiores, predominam as áreas nobres, destinadas aos salões de recepção e de banquetes, além de contemplarem as funções principais do órgão. No terraço, há locais de estar, abertos e fechados, e um pequeno auditório, todas essas partes integradas pela marquise recortada e pelos jardins previstos nas fachadas leste e oeste. A predominância das áreas nobres marca a setorização adotada nos principais níveis. No segundo e terceiro pavimentos, o Grande Hall de dupla altura, define-se como principal espaço, em torno do qual os demais usos são organizados. Esses níveis configuram-se com predominância das áreas caracterizadas como ambientes abertos e integrados, com poucas zonas compartimentadas de escritórios, concentradas junto à face leste. Em termos de ocupação, incluindo o terraço, as destinações para áreas nobres equivalem a mais da metade da área total prevista.
"

Untitled

NOV.B.19 (98)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-98
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"A imagem em preto e branco, no formato paisagem, apresenta as plantas baixas do terceiro pavimento e do terraço do palácio presidencial. No canto superior esquerdo, a sigla ""NC"" indica que se trata da Nova Capital. A análise do Dr. Elcio Gomes sugere que é o primeiro projeto - primeira versão do palácio presidencial, essa primeira versão tem data registrada em agosto de 1956.
No lado esquerdo da imagem, a planta baixa do terceiro pavimento está setorizada por números de 1 a 10, começando por: 1 - vazio do segundo pavimento; 2 - espera; 3 - salão de recepções e banquetes; 4 - salas para atender; 5 - secretários; 6 - sala de despachos; 7 - gabinete do presidente; 8 - sanitários homens; 9 - sanitários mulheres; 10 - sanitário do presidente.
Do lado direito da imagem, a planta baixa do terraço está setorizada por números de 1 a 4, começando por: 1. Sala de estar; 2. auditório 3. Jardim; 4. Marquise.

No primeiro estudo, a distribuição do programa é definida em dois volumes: o edifício principal, que abriga as principais funções do órgão, e um anexo semi-enterrado para a garagem, totalizando uma área construída de 13.700m². O edifício principal possui quatro níveis: o térreo recuado, o segundo e terceiro pavimentos, com a maior ocupação do volume, e o terraço-jardim na cobertura. A segmentação reflete a hierarquia na distribuição do programa: o térreo recuado conta com acessos abrigados e atendimento ao público; nos pavimentos superiores, predominam as áreas nobres, destinadas aos salões de recepção e de banquetes, além de contemplarem as funções principais do órgão. No terraço, há locais de estar, abertos e fechados, e um pequeno auditório, todas essas partes integradas pela marquise recortada e pelos jardins previstos nas fachadas leste e oeste. A predominância das áreas nobres marca a setorização adotada nos principais níveis. No segundo e terceiro pavimentos, o Grande Hall de dupla altura, define-se como principal espaço, em torno do qual os demais usos são organizados. Esses níveis configuram-se com predominância das áreas caracterizadas como ambientes abertos e integrados, com poucas zonas compartimentadas de escritórios, concentradas junto à face leste. Em termos de ocupação, incluindo o terraço, as destinações para áreas nobres equivalem a mais da metade da área total prevista."

Untitled

NOV.B.19 (93)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-93
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, com marcas de uso e uma parte danificada no canto inferior esquerdo. Vista frontal da maquete de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa e o fundo da maquete (parte superior) uma parte escura. Percebe-se na maquete a cor escura para representar a grama e o monumento em branco, criando um contraste. A vista é da fachada frontal do monumento ao qual possui uma grande rampa bem sutil com algumas calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) sobre o mesmo. Entre a caixa de vidro central e as colunas da fachada lateral, à direita, outro calunga representa a escala humana com o pé direito do STF.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.19 (85)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-85
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Imagem digitalizada de um croqui representando o espaço interno da proposta projetual do Brasília Palace Hotel. No canto superior esquerdo destaca-se um carimbo com os transcritos “NC” referentes à Nova Capital; no canto inferior direito está a assinatura do Oscar Niemeyer e datado do dia 17/08/56. O Brasília Palace Hotel (BPH), construído entre os anos de 1957 a 1960, em Brasília-DF. O hotel tem 13.562 m² de área construída, contava com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, o qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada, sua reconstrução foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão. O croqui ilustra dois espaços do hotel, sendo um externo e o outro interno. No espaço externo destaca-se uma piscina em formato orgânico curvilíneo e cercada de vegetações, margeando o espaço da piscina estão alguns calungas (representações de figuras humanas para referência entre escala humana e construtiva) criando um contexto de ocupação dos hóspedes. Separando os dois espaços a solução proposta foi de grandes janelas sinuosas que levam da laje ao piso seguida por uma calçada e alguns pilares sustentando a laje. O espaço interno trata-se de um salão com diferentes áreas de estar, a primeira área próxima ao centro inferior da imagem dispões de três poltronas e uma mesa de centro sobre um tapete; a segunda área próxima da lateral direita da imagem dispões de um sofá de três lugares e três poltronas sobre um tapete (tais poltronas têm características plásticas semelhantes à cadeira Barcelona de autoria do arquiteto Mies van der Rohe(1886-1969)); a terceira área dispõe de uma estrutura de bar com banquetas, ao lado estão dois divãs próximos à janela. Na parede curva do espaço interno, à direita, receberia um grande afresco de Athos Bulcão (1918-2008) feito em 1958 com as dimensões de 3,25m de altura e 26m de largura, composta por linhas finas brancas e formas abstratas nas cores branca e preta sobre um fundo azul (cor nº 55 na escala cromática de Athos Bulcão).

Untitled

NOV.B.19 (64)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-64
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Fotografia com visão frontal de uma maquete onde sugere tratar-se de algum setor (pela disposição dos edifícios assemelha-se ao bancário sul ou comercial sul). O uso de material branco e acetato representando as volumetrias e o mais escuro representando o solo. Centralizada na base da maquete estão as volumetrias retangulares e blocos idênticos, onde da metade para a esquerda os blocos estão dispostos verticalmente e da metade para a direita estão dispostos horizontalmente; esses blocos contam com as duas fachadas vazadas seguindo os padrões do modernismo de janelas em fita. Na parte inferior dos blocos, dispostos de maneira desordenada, estão pequenas representações de carros criando uma referência comparativa entre escala construtiva e veículos.

Untitled

NOV.B.19 (63)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-63
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, com marcas de uso e uma parte danificada no canto inferior esquerdo. Vista frontal da maquete de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa e o fundo da maquete (parte superior) uma parte escura. Percebe-se na maquete a cor escura para representar a grama e o monumento em branco, criando um contraste. A vista é da fachada frontal do monumento ao qual possui uma grande rampa bem sutil com algumas calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) sobre o mesmo. Entre a caixa de vidro central e as colunas da fachada lateral, à direita, outro calunga representa a escala humana com o pé direito do STF.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.19 (62)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-62
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem com marca de rasgo ao centro na parte inferior. Maquete de um edifício não identificado e sem compreensão de seu uso aparentando ser residencial ou hotel. Este possui varandas laterais e o que aparenta ser representação de cobogós na fachada e volumes desalinhados.

Untitled

NOV.B.19 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-60
  • Item
  • "1958 - construção 21/04/1960 - inaguração"
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com marca de fitas nas laterais. Vista aproximada da maquete do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. A maquete em questão foi realizada para fins de estudo do monumento, mais precisamente, de uma de suas fachadas. Próximo ao monumento, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão na Praça dos Três Poderes. À frente do Museu aparenta ter um mastro de bandeira e desenhos de croquis de Brasília dos monumentos e do desenvolvimento da capital na fachada, os quais não foram executados. No entanto, a rampa de acesso ao Museu, à direita, e o que aparenta ser a sugestão da escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002) foram realizados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.19 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-59
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem com marcas de fitas nas extremidades. Maquete de um monumento não identificado e sem compreensão de seu uso. Este possui estrutura vazada curvilínea e 8 elementos verticais geométricos aparentemente triangulares maiores do que a estrutura curva. Há representação de vegetação com pequenas árvores pela maquete.

Untitled

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