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2114 Descrição arquivística resultados para América do Sul

NOV.B.14 (22)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da construção da barragem do Rio Paranoá. Em primeiro plano, nota-se uma faixa de chão de terra tendo atrás duas muretas que faz a contenção de uma pequena quantidade de água parada e terra remexida em ambas as laterais. Ao fundo, há vegetação com maior densidade de árvores, uma mata de galeria que acompanha o Rio Paranoá, e na lateral direita vegetação campestre (campo sujo), sendo que toda a área é composta de espécies nativas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia incerta).
Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (60) com alteração de coloração e enquadramento."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (21)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da escavação em chão de terra para a passagem de tubulação de água. Em primeiro plano, à esquerda, um monte de terra, trabalhadores atuando na escavação abaixo do nível da terra, ao centro, o qual possui finas tábuas de madeira sobre a escavação. À esquerda, atrás do monte de terra, o Brasília Palace Hotel. Ao fundo, uma torre circular vertical, em que ao seu lado esquerdo, ao fundo, é possível observar a copa de uma árvore. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.
Fotografia semelhante ao item NOV-D-4-4-B-14 (21) com alteração de enquadramento e movimentação das figuras humanas.

SOBRE O BRASÍLIA PALACE HOTEL:
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, e foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (20)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da escavação em chão de terra para a passagem de tubulação de água. Em primeiro plano, à esquerda, um monte de terra, trabalhadores atuando na escavação abaixo do nível da terra, ao centro, o qual possui finas tábuas de madeira sobre a escavação. À esquerda, atrás do monte de terra, o Brasília Palace Hotel. Ao fundo, uma torre circular vertical, em que ao seu lado esquerdo, ao fundo, é possível observar a copa de uma árvore. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.
Fotografia semelhante ao item NOV-D-4-4-B-14 (21) com alteração de enquadramento e movimentação das figuras humanas.

SOBRE O BRASÍLIA PALACE HOTEL:
O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, e foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (2)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista aérea da construção do que aparenta ser o ETA Brasília (Estações de Tratamento de Água), um dos reservatórios de água apoiado (RAP) já parcialmente com água e vedação externa verticais com paredes. Ao redor, há materiais de construção, coberturas pré-moldadas convexas na parte inferior esquerda e construções temporárias de aspecto longitudinais, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais. Na parte inferior da fotografia, à esquerda nota-se árvores nativas do Cerrado de médio porte, e á direita um fragmento de cerrado típico (cerrado sentido restrito). Além disso, na parte superior observa-se vegetação de cerrado típico com vias de terra batida, indicando intervenção humana.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (19)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista da escavação em chão de terra para a passagem de tubulação de água. Em primeiro plano, da esquerda para à direita, uma máquina guindaste sobre esteira, trabalhadores atuando na escavação à direita abaixo do nível da terra. Em segundo plano, mais figuras humanas e canos de concreto à esquerda. Ao fundo, vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificada), em que é possível observar no lado esquerdo a copa de uma árvore e à direita copas de várias árvores, provavelmente nativas do Cerrado. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (18)

"Fotografia em cores, formato paisagem, provavelmente de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986) com base no item semelhante NOV-D-4-4-B-14 (40). Em primeiro plano, nota-se uma faixa com água, que segue em direção ao horizonte, ao qual pressupõe-se ser uma lagoa de decantação. Nas laterais terra revolvida com montes de terra, muretas de concreto à direita e rebrotas de ervas e arbustos, indicando remoção recente da vegetação pela ação humana. Ao fundo, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estende pelo horizonte, com destaque para a árvore de grande porte do lado esquerdo, popularmente conhecida como gomeira (Vochysia thyrsoidea).
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (40) com alteração de coloração e enquadramento."

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (17)

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista de diversos canos para esgoto de Brasília espalhados sobre chão de terra batida. À esquerda, um cercado de madeira. É possível visualizar à direita da fotografia, a parte posterior da Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como Igrejinha, localizada na 308 Sul. Nas laterais da via de terra batida, há vegetação de cerrado típico com aspecto ralo, indicando remoção recente da vegetação por ação humana. Ao fundo, à esquerda, duas torres vazadas com tábuas de madeira e à direita, construção de um edifício das superquadras da asa sul. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.
Item igual ao NOV-D-4-4-B-14 (56) com alteração de coloração e enquadramento.
SOBRE A IGREJA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA:
A Igreja Nossa Senhora de Fátima, popularmente conhecida como “Igrejinha”, erguida entre março e junho de 1958, localizada na Entrequadra Sul 307/308 na Asa Sul, foi o primeiro templo católico construído no Plano Piloto em Brasília. Este constitui um modelo de integração entre a forma arquitetônica do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e a função estrutural desenvolvidas em parceria com o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) e com a Construtora Ibira. Sua cobertura, dividida em seis lajes, está em um plano curvo apoiado em três pilares triangulares de concreto, gerando a forma de catenária (curva assumida por uma corrente ou cabo flexível suspensa fixada apenas por suas extremidades e sujeita somente à força de seu próprio peso). No topo do pilar central, sobressai a cruz cristã posicionada paralelamente à base. As paredes da vedação, compostas de concreto, estão dispostas em um plano curvo contínuo sob a projeção de sombra triangular da cobertura, sugerindo mais delicadeza a um pequeno edifício, o qual possui uma grande abertura central. Além disso, sobressai o harmonioso azulejo de autoria do artista Athos Bulcão (1918-2008) contido por toda a extensão das paredes externas. Em sua lateral esquerda e direita destaca-se a janela em fita seccionada em três partes verticalmente a qual atualmente serve como porta de acesso restrito. Já na parte posterior do monumento há cincos janelas que detém formas retangulares e quadradas ora em sentido vertical ora em sentido horizontal.
"

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (16)

Fotografia em cores, formato paisagem, provavelmente de autoria do fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986) com base no item semelhante NOV-D-4-4-B-14 (57). Vista do posicionamento de uma tubulação para saneamento de esgoto. Há esquerda, chão de terra com escavação; ao centro as tubulações; à direita, três figuras humanas sendo que uma está sobre uma máquina Caterpillar MD 7 Pipelayer. Ao fundo, ao centro e na lateral direita, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito). No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Item semelhante ao NOV-D-4-4-B-14 (57) e (65) com alteração de coloração, enquadramento e movimento de figuras humanas.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (15)

Fotografia em cores, formato paisagem. Em primeiro plano, há via de terra batida com fragmentos de canos dispersos alinhados à esquerda da fotografia para tubulação de água. Nas laterais da via, há vegetação campestre do Cerrado (campo sujo), com destaque para uma única árvore de grande porte na lateral esquerda (espécie não identificada). Na margem da via, a vegetação se encontra com aspecto ralo e com algumas rebrotas de árvores e arbustos, indicando que houve remoção recente da vegetação por intervenção humana. No horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores, em que é possível notar a interveção humana devido a presença de vias de terra batida.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.14 (14)

Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do posicionamento das tubulações de água sob chão de terra com escavação que possivelmente é a adutora do Torto que leva para a ETA Brasília que pega água da Barragem do Santa Maria. Ao centro as tubulações posicionadas; à esquerda ao fundo, parte das tubulações. Vista da construção das tubulações de esgoto. Nas laterais da tubulação, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

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