América do Sul

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NOV.B.19 (7)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-7
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, mostra-se em primeiro plano a maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. Ao fundo, uma representação do mapa de Brasília complementa a cena, embora a visualização detalhada dos setores esteja comprometida.
O mapa do Plano Piloto revela uma numeração de 01 a 25, apesar da dificuldade em discernir cada setor devido à qualidade da imagem. A legenda, no entanto, oferece valiosas informações sobre os principais pontos da cidade, incluindo:
1- Praça dos Três Poderes
2- Esplanada dos Ministérios
3- Catedral
4- Setor Cultural
5- Centro de Diversões
6- Setor de Bancos
7- Setor Comercial
8- Moteis

9- Setor emissora rádio TV
10- Setor esportivo
11- Praça municipal
12- Quarteis
13- Estação ferroviária
14- Armazenagem e XXX indústrias
15- Cidade XXX
16-
17- Setor residencial
18- Casas individuais
19-
20- Jardim Botânico
21- Jardim zoológico
22- Clube de Golf
23-
24-
25-

Essa composição visual não apenas destaca a proeminência da Rodoviária do Plano Piloto, mas também proporciona um vislumbre dos diversos setores que compõem a cidade de Brasília.

Na maquete aparece as vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (69)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-69
  • Item
  • 1957
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem do mapa geral, na escala 1:25.000, do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998) para o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Na fotografia, além do desenho de locação do projeto nas proximidades do Lago Paranoá, o arquiteto e urbanista apresenta, por meio de formas e números, as principais áreas que devem compor o PPB. Por essa razão, acompanham o mapa, uma legenda numérica, o título do projeto, a assinatura do autor e a data, localizados no canto inferior esquerdo da prancha de urbanismo. Também, encontram-se representados o norte e a escala gráfica, na parte inferior direita.

Informações adicionais: O Relatório do Plano Piloto de Brasília se refere ao produto do projeto vencedor do Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil. Ele tem como autor o arquiteto e urbanista Lucio Costa (1902-1998) e foi enviado para o júri no dia 11 de março de 1957, prazo final previsto em edital. Por opção do autor e com o intuito de atender as exigências pré-estabelecidas, o trabalho urbanístico foi exposto por meio de textos, croquis e um mapa geral na escala 1:25.000. O documento está escrito em primeira pessoa, com linguagem simples e sua estrutura contém uma breve introdução e 23 tópicos, os quais estão, em sua maioria, ilustrados por desenhos esquemáticos. Além disso, é válido evidenciar que a parte textual explica como o projeto foi desenvolvido desde o traçado regulador até as soluções propostas para as áreas mais específicas, tais como o setor bancário e as superquadras, direcionando o leitor a compreender o projeto a partir de uma escala macro a uma escala micro. Ao fim, no item 23, Lucio Costa resume sua proposta como “de fácil apreensão, pois se caracteriza pela simplicidade e clareza do risco original”.
Texto sobre o concurso: Sobre o Concurso Nacional do Plano Piloto da Nova Capital do Brasil, realizado entre 1956 e 1957, o pesquisador Jeferson Tavares, em seu artigo 50 anos do concurso para Brasília – um breve histórico (1), menciona que:
Anteriormente, na Comissão de Planejamento da Construção e da Mudança da Capital Federal, em 1955, A. E. Reidy e R. Burle Marx haviam proposto a vinda de um estrangeiro que ficasse responsável pela coordenação do projeto, que cabia à Subcomissão de Planejamento Urbanístico. Le Corbusier já havia declarado interesse, por meio de correspondência ao presidente da república, de participar do projeto da Nova Capital brasileira. Entretanto tal hipótese fora descartada por Juscelino, devido ao caráter nacional do projeto. Até mesmo a ideia de um concurso internacional desejado pelo presidente não correspondia ao contexto de euforia e fama dos profissionais nacionais.
Em 1956, JK decide atribuir o cargo de Diretor do Departamento de Arquitetura da Companhia Urbanizadora a Oscar Niemeyer, e lhe atribuir a função de projetar toda a cidade. Niemeyer negou-se ao compromisso, porém sugeriu duas novas possibilidades: 1. de criar um concurso nacional, com a participação do IAB na organização, para a escolha do melhor projeto urbanístico; e 2. o compromisso de projetar todos os principais edifícios administrativos da cidade. Aceitas as propostas do arquiteto, JK confere à NOVACAP a elaboração do Edital do Concurso. (TAVARES, 2007)"

Untitled

NOV.B.19 (68)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-68
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, autor desconhecido. Imagem parcial do mapa da rede de instituições do sistema de abastecimento do Plano Piloto de Brasília (PPB), projetado por Lucio Costa (1902-1998). No desenho há a marcação da Esplanada dos Ministérios com as áreas destinadas aos equipamentos governamentais, portanto, é possível identificar a sequência dos Blocos Ministeriais, representados por traços verticais, e Congresso Nacional ao final da larga avenida, simbolizado por dois círculos e dois traços horizontais paralelos. As superquadras e as grandes áreas das asas Sul e Norte também aparecem de forma esquemática na representação. Outros dois elementos importantes no projeto encontram-se expostos do lado direito da imagem, o Lago Paranoá e a Lagoa Jaburu. Próximo a esse grande corpo d’água, estão situados o Hotel Turismo, atualmente denominado de Brasília Palace Hotel, e o Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente da República. Por último, uma larga pista, que futuramente integraria a Estrada de Hotéis e Turismo, cruza a diagonal do mapa e se encerra percorrendo o perímetro das duas últimas edificações mencionadas.

Informações adicionais sobre a Esplanada dos Ministérios: Inserida no vértice superior do triângulo equilátero, encontra-se o retângulo que se expande, à frente, em largura e irá compor a região que abarca os diversos Ministérios, que mudam ocasionalmente com a alteração de governos e a Catedral. Esplanada dos Ministérios, no sentido leste-oeste do Plano Piloto, estão os edifícios administrativos (prédios ministeriais) correspondente aos Ministérios, composto de vigas e pilares metálicos, totalmente envolvidos por concreto. (sem esquadrias)

Informações adicionais sobre a Estrada de Hotéis e Turismo: No trecho da península sul do Lago Paranoá, encontram-se o Palácio da Alvorada e o Brasília Palace Hotel. Um pequeno trecho de via, do que futuramente se tornaria a Estrada de Hotéis e Turismo, no Setor de Hotéis de Turismo Norte - SHTN.

Informações adicionais sobre o Palácio da Alvorada: O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Informações adicionais sobre as Superquadras: A solução desenvolvida por Lucio Costa (1902-1998) para as áreas residenciais foi a criação das superquadras, uma proposta de um conjunto de grandes quadras - de lados idênticos de aproximadamente 280 metros - dispostas nos dois lados da faixa rodoviária, e delimitadas por uma cinta de vegetação, que possibilitasse o livre trânsito dos moradores e o contato mais próximo com a natureza. Para o autor, essa ideia garantiria os benefícios de promover a ordenação urbanística, mesmo com a variação arquitetônica dos edifícios, e de fornecer faixas confortáveis para passeios e lazer dos usuários (Lucio Costa, Relatório do Plano Piloto, item 16).
Ainda, a disposição interna dos blocos residenciais poderia ocorrer de forma variada desde que fosse respeitado o gabarito máximo, sugerido em seis pavimentos e pilotis, e que houvesse uma separação clara entre o tráfego de veículos e trânsito de pedestres. Por último, um dos pontos mais importantes desse projeto é a mudança do conceito de posse e propriedade a partir da determinação do chão como espaço público, em contraponto à projeção como área privada.

Informações adicionais sobre o Brasília Palace Hotel: O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907-2012), com 13.562 m² de área construída, contando com 180 apartamentos e uma extensão da fachada em 200 metros de comprimento. Sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), o BPH teve sua inauguração em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. O edifício foi inaugurado juntamente com o Palácio da Alvorada em 30/06/1958, o BPH, foi um habitual ponto de encontro para os pioneiros, políticos e diplomatas na década de 60, além de hospedar os visitantes da nova capital. Em 1978, foi inutilizado após um incêndio causado por uma cafeteira esquecida na tomada do terceiro andar e sua reconstrução só foi concluída no ano de 2007, com a entrega da restauração das obras de autoria de Athos Bulcão (1918-2008)."

Untitled

NOV.B.19 (67)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-67
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, com orientação paisagística, que apresenta uma maquete em perspectiva aérea do Palácio do Planalto. A visão detalhada é limitada, no entanto, após a análise da tese de doutorado do Dr. Elcio Gomes, torna-se possível deduzir que se trata do segundo anteprojeto - a segunda versão da sede do poder executivo. Este projeto foi desenvolvido pelos arquitetos Oscar Niemeyer e Nauro Esteves em 1958, marcando uma fase significativa na evolução da arquitetura da capital brasileira.
O palácio tem o formato de um bloco retangular, com nove colunas tanto a fachada frontal quanto a posterior. Estas colunas possuem uma forma singular de tronco cônico invertido, estreitando-se em direção ao topo. Uma característica marcante é a rampa de acesso principal, localizada assimétricamente no edifício, rompendo com a tradicional simetria arquitetônica.
Na fotografia, é possível visualizar a via de acesso e o estacionamento privativo para visitantes e servidores, situados à esquerda do observador. Esses elementos contribuem para a compreensão do contexto funcional e prático do edifício, revelando a consideração dada à organização do espaço.
É importante observar que a imagem da maquete destaca algumas diferenças em relação ao projeto atual do Palácio do Planalto. Notavelmente, a ausência do espelho d'água e do monumento aos candangos, que agora está localizado na Praça dos Três Poderes, em frente ao palácio.

sede do poder Executivo, o prédio em formato retangular, possui quatro andares, mais um subsolo e um anexo semienterrado, tem 36 mil metros quadrados; a arquitetura do palácio tem como principais características a pureza das linhas, com predomínio de traços horizontais, e a mescla entre curvas e retas, tais colunas, transmitem um aspecto de suspensão à cortina de vidro que compõem o corpo do palácio. Autoria: texto retirado do livro Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p22."

Untitled

NOV.B.19 (66)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-66
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, em formato paisagem, apresenta uma vista superior da maquete do Congresso Nacional, sem a possibilidade de identificar o anteprojeto específico. Destaca-se uma área indicativa do possível futuro Anexo 2, além das vias S1, S2, N1 e N2 que circundam o Eixo Monumental.
O foco principal da imagem é o Congresso Nacional, sem identificação específica do projeto representado. Observa-se o Jardim das Palmeiras e o espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, contribuindo com elementos de paisagismo à arquitetura. À frente do Congresso, uma rampa próxima à Alameda dos Estados aparece notavelmente mais próxima do edifício do Congresso do que na configuração atual. A Alameda dos Estados, aparentemente, era a única rua que conectava as vias S1 e N1 no projeto.
Ao comparar com a situação atual, nota-se a ausência do espelho d'água em frente ao Congresso Nacional, indicando modificações subsequentes ao anteprojeto da maquete. A imagem sugere semelhanças notáveis, incluindo rampas, coberturas e o edifício dos anexos para gabinetes, apesar das limitações da perspectiva para identificar detalhes específicos.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (65)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-65
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, em formato paisagem, revela uma vista superior da maquete da Praça dos Três Poderes. A perspectiva abrange desde o Congresso Nacional até a área onde se encontram o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, incluindo as vias S1, S2, N1 e N2 que circundam os imponentes edifícios. Destaca-se uma área indicativa do possível futuro Anexo 2.
A imagem enfoca a Praça dos Três Poderes com os edifícios do Palácio do Planalto e do STF, ainda sem os monumentos característicos como o Museu Histórico de Brasília, o Espaço Lucio Costa e o Monumento aos Candangos. A Via N1, ao contornar o Eixo Monumental, gera uma quebra na praça ao cortar o Palácio do Planalto.
Na parte posterior da imagem, o Congresso Nacional se estende, sem identificação específica do projeto representado. Observa-se o Jardim das Palmeiras e o espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, adicionando elementos de paisagismo à arquitetura. À frente do Congresso Nacional, uma rampa próxima à Alameda dos Estados, mostra-se notavelmente mais próxima do edifício do Congresso do que na configuração atual. Alameda dos Estados, aparentemente era a única rua que ligava as vias S1 e N1.
Ao comparar com a situação atual, percebe-se a ausência do espelho d'água em frente ao Congresso Nacional, indicando modificações subsequentes no design. A imagem sugere semelhanças notáveis, como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para gabinetes, apesar das limitações da perspectiva para identificar detalhes específicos.

Praça dos Três Poderes: praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23). Autoria: Iris Castro e Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (64)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-64
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Fotografia com visão frontal de uma maquete onde sugere tratar-se de algum setor (pela disposição dos edifícios assemelha-se ao bancário sul ou comercial sul). O uso de material branco e acetato representando as volumetrias e o mais escuro representando o solo. Centralizada na base da maquete estão as volumetrias retangulares e blocos idênticos, onde da metade para a esquerda os blocos estão dispostos verticalmente e da metade para a direita estão dispostos horizontalmente; esses blocos contam com as duas fachadas vazadas seguindo os padrões do modernismo de janelas em fita. Na parte inferior dos blocos, dispostos de maneira desordenada, estão pequenas representações de carros criando uma referência comparativa entre escala construtiva e veículos.

Untitled

NOV.B.19 (63)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-63
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, com marcas de uso e uma parte danificada no canto inferior esquerdo. Vista frontal da maquete de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa e o fundo da maquete (parte superior) uma parte escura. Percebe-se na maquete a cor escura para representar a grama e o monumento em branco, criando um contraste. A vista é da fachada frontal do monumento ao qual possui uma grande rampa bem sutil com algumas calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) sobre o mesmo. Entre a caixa de vidro central e as colunas da fachada lateral, à direita, outro calunga representa a escala humana com o pé direito do STF.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.19 (62)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-62
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem com marca de rasgo ao centro na parte inferior. Maquete de um edifício não identificado e sem compreensão de seu uso aparentando ser residencial ou hotel. Este possui varandas laterais e o que aparenta ser representação de cobogós na fachada e volumes desalinhados.

Untitled

NOV.B.19 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-61
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Fotografia com vista superior de uma maquete. A maquete em questão é da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, acredita-se que se trate de um estudo volumétrico e de situação. Aparenta-se ser composta por apenas dois materiais, sendo um opaco e outro transparente (este representando a cobertura de vitral). É possível notar vários elementos, sendo o mais à esquerda a rampa de acesso principal da Catedral; um pouco mais à direita é possível ver acima o volume do batistério em formato ovóide e mais abaixo tem-se um acesso ao nível subsolo através de uma rampa em formato de ferradura; ao centro da maquete está a forma da Catedral, com suas 16 colunas em formato hiperboloide, com um material transparente representando os vitrais que vedam os espaços entre as colunas, através da cobertura da Catedral é possível ver parte do corpo da igreja enterrado no solo e onde vê-se o altar (formato retangular), à direita do altar está o coro (também conhecido como ambão) (formato oblongo), à esquerda do altar está o púlpito (formato circular); à direita é possível ver um desnível na base da maquete no formato retângular representando a sacristia e os serviços gerais. Dispostos separadamente na base da maquete, estão alguns calungas (figuras humanas) que servem de referência entre a escala construtiva e a escala humana.

Untitled

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