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NOV.C.1 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-40
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato retrato. Fotografia estilo 3x4 do engenheiro Moacyr Gomes de Sousa. Ele iniciou sua carreira na Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil como chefe do Departamento de Viação e Obras. No entanto, após a morte de Bernardo Sayão, Moacyr deixou o departamento e assumiu o cargo de Diretor Executivo da Companhia, ficando responsável por dar continuidade aos trabalhos iniciados por seu antecessor. Essa imagem foi utilizada para compor a reportagem sobre as pessoas que construíram Brasília, publicada na edição número 40 da Revista Brasília.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.
"

Untitled

NOV.C.1 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-41
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque Marcos Valdetaro da Fonseca, chefe do Departamento de Transporte e Comunicação da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil. Marcos posa com olhar direcionado para o fotógrafo, está posicionado nos degraus de uma pequena escada, com as mãos nos bolsos da calça, usa casaco e camisa aparentemente da mesma cor, além de uma bota de cano longo. Observa-se que ele está diante de uma edificação de madeira cujo nível de acesso é elevado do solo. À sua direita, há um ripado e à sua frente é possível notar o chão coberto de barro. Ao fundo, há uma varanda com pequeno guarda-corpo, e logo atrás uma parede de madeira, com uma porta de entrada para um ambiente pouco iluminado.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.

"

Untitled

NOV.C.1 (42)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-42
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Na imagem estão seis funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil – Novacap, cujas identidades não foram identificadas. Em primeiro plano, destaca-se um homem vestindo uniforme militar, com expressão séria e olhar direcionado para o fotógrafo. Atrás dele, no segundo plano, estão cinco funcionários de pé, compreendendo, da direita para a esquerda, três homens brancos, uma mulher e um homem negro, todos posam para a fotografia. No terceiro plano, há um mapa na parede, que é feita de ripas de madeira. Pela maneira que se organizaram para a fotografia, é provável que pertenciam ao mesmo departamento ou divisão de uma área específica. As pessoas em pé deveriam ser parte da equipe, enquanto o homem sentado aparenta ser o chefe do departamento.
A mudança da capital do Brasil para o Planalto Central ganhou relevância governamental no texto da primeira constituição republicana promulgada em 1891. Contudo, a concretização de uma capital federal no interior do território nacional só ocorreu durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961). Para realizar essa grande empreitada, foi necessário criar um órgão com as atribuições necessárias para transformar esse projeto em realidade. Assim, em 1956, por meio da Lei nº 2.874, a mesma que tratava da transferência da Capital Federal, criou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil - Novacap. Com isso, a história da Novacap se entrelaça à história de Brasília desde sua concepção.
A tarefa de construir uma capital era um grande desafio que precisava transpor tanto as barreiras políticas e econômicas, como barreiras de logística e execução. Nesse contexto, surge a Novacap como um instrumento administrativo crucial para viabilizar esse objetivo. A empresa pública foi elaborada de forma minuciosa para evitar brechas que pudessem permitir que a oposição atrapalhasse o desafio de construir Brasília dentro do prazo estabelecido de 1.309 dias.
A Novacap teve um papel decisivo para efetivar o projeto de urbanização e modernização do Brasil proposto por Juscelino Kubitschek. Para gerenciar todo o processo de construção, o alto escalão administrativo da empresa teve uma formação política de aliados do governo, porém, como estratégia para manter a tranquilidade que o momento exigia, um terço da Diretoria, do Conselho Administrativo e do Conselho Fiscal seriam indicados pela oposição, por meio de uma listra tríplice.
Com a estrutura da Novacap montada, iniciaram-se as primeiras atividades da empresa, que incluíam lançar o Concurso do Plano Piloto de Brasília, abrir estradas para facilitar o acesso à região, adquirir maquinário e materiais de construção, e iniciar a contratação dos funcionários e operários, que foram os responsáveis por executar e concretizar a ambiciosa missão de construir a Nova Capital do Brasil.

"

Untitled

NOV.C.1 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-43
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura masculina em pé, ao lado de um caminhão de transporte da Novacap estacionado em frente ao Palácio da Alvorada. O veículo possui na placa a inscrição “SCANIA VABIS”; na lanternagem a inscrição: “NOVACAP”; na porta do motorista a inscrição: “NOVACAP”, “R 4” e desenhos em formato similares a de losangos.
A figura masculina, olha em direção às lentes da máquina fotográfica, um braço do lado esquerdo da imagem, estar erguido na altura da maçaneta do veículo, enquanto a outra está para baixo do lado do corpo. Utiliza blusa social de botão com manga, na altura dos bíceps, de tonalidade clara. Calça de tonalidade clara, deduz-se ser modelo de alfaiataria; sapato social preto. De adornos, utiliza cinto de cor escura, relógio de pulso no braço do lado direito da imagem. No lado direito da imagem, encontram-se quatro figuras masculinas em pé reunidas, próximas a árvores de palmeiras (Arecaceae). Deste grupo de homens, dois uniformizados de camisa de tom claro e calça escura, e outros dois cada um com roupas diferentes, sendo: Um de blusa e calça clara e outro de camisa de calça de tonalidades escuras. Ao fundo, corpo d’água, que remete ao Lago Paranoá e cerrado típico.
Informações adicionais:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
"

Untitled

NOV.C.1 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-44
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta uma figura masculina, em pé, na frente de um caminhão de transporte que possui na placa a inscrição “SCANIA VABIS”; na lanternagem a inscrição: “NOVACAP”; na porta do motorista a inscrição: “NOVACAP”, “R 4” e desenhos em formato similares a de losangos. A figura pode ser um funcionário da Companhia de Construção de Brasília, que veste uma camisa social com mangas compridas de estampa xadrez, calça e sapatos sociais. O veículo está estacionado em frente ao Palácio da Alvorada, localizado ao lado esquerdo da imagem. No fundo, atrás do caminhão, há um corte-ativo onde é possível visualizar folhas de uma palmeira (Arecaceae). O conjunto dos elementos posicionados na imagem, indicam para uma fotografia pousada.
Informações adicionais:
O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semienterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.
"

Untitled

NOV.C.1 (45)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-45
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta figura masculina sentada em uma mesa retangular de escritório, infere-se ser de material metálico com um vidro sobre a parte superior. Em um espaço fechado, de paredes de madeira com de porta pintada do mesmo material da parede, que se encontra aberta.
A figura posiciona-se de frente para a câmera com os braços sobre a mesa. À esquerda da imagem o braço realiza ação de escrita com caneta sobre papel. À direita da imagem o braço apoia a folha de papel com um cigarro entre os dedos, no mesmo braço leva um relógio de pulso. Utiliza blusa com gola redonda de mangas até altura dos bíceps do braço. Senta-se em uma cadeira de com o encosto de revestimento em couro com braço à direita da imagem.
O rosto está voltado para a mão que escreve, ficando assim um pouco inclinado. A respeito das características, utiliza cabelo curto, penteados para trás e partido do lado direito da imagem, de cor preta e fios lisos.
Acima da mesa, materiais de escritórios, como: campainha de mesa; pasta de arquivo; carimbos; almofada para carimbo; furador de papel; grampeador; bloco de papeis; encaixe de para pinceis; bandejas de papeis: uma com inscrição: “Entrada” com papeis dentro. Outra bandeja está identificada com a inscrição: “SAÍDA” com uma caixa de embalagem de cor branca que tem a inscrição estrangeira: “Sharpens both sides of blade [...] ance”. Um identificador de nome pessoal com a inscrição: “SYLVIO C. GONÇALVES” e com o cargo: “ASSESSOR DA COMISSÃO”. Há ainda, objetos outros sobre a mesa, utensílio de chapelaria (chapéu), porta cinzeiro, objeto de homenagem e entre outros objetos não-identificados.
"

Untitled

NOV.C.1 (46)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-46
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta figura masculina sentada em uma mesa retangular de escritório, infere-se ser de material metálico com um vidro sobre a parte superior. Em um espaço fechado, paredes de madeira e alvenaria.
Posicionado de frente para câmera com os braços sobre a mesa. À esquerda da imagem o braço realiza ação de escrita com caneta sobre papel. À direita o braço segura a folha de papel com um cigarro entre os dedos, no mesmo braço leva um relógio de pulso. Utiliza camisa social com gola aberta, fazendo formato em “v”; com mangas dobradas acima do cotovelo, senta em uma cadeira de com o encosto de revestimento em couro.
O rosto está voltado para a mão que escreve. A respeito das características, utiliza corte de cabelo de altura média, cor preta e fios lisos; modelo “social”. Possui bigode de largura média.
Acima da mesa, materiais de escritórios, como: campainha de mesa; pasta de arquivo Kraft; carimbo; almofada para carimbo; furador de papel; lápis; bandeja de papel com um jornal dentro, cuja manchete contém a inscrição: “[...] São João Bosco - Brasília”. A bandeja está identificada com a inscrição: “SAÍDA”, ainda sobre a mesa, um identificador de nome pessoal com a inscrição: “Arno S. Lucas” e com o cargo: “MEMBRO EXECUTIVO DA COMISSÃO”. Há ainda, telefone de disco e entre outros objetos não-identificados.
"

Untitled

NOV.C.1 (47)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-47
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato horizontal, autor desconhecido. A imagem fotográfica apresenta funcionários da NOVACAP em um espaço amplo com paredes de madeira e pé direito alto sustentado por vigas grossas de madeira. No teto, ao centro, três lâmpadas acesas iluminam o ambiente, mais afastada, à direita, uma quarta lâmpada encontra-se desligada. Na parede à direita da imagem, mais baixa que o teto, deduz-se ter um quadro de avisos fixado; encostado nesta mesma parede observa-se um armário-arquivo de aço. Na parede à esquerda da foto, é possível observar outros dois armários-arquivos de metal. Na parede ao fundo, uma estante abriga pastas registradoras. Em primeiro plano, observa-se o topo de uma mesa com materiais diversos para escritório. Em segundo plano, à direita e à esquerda da imagem, cinco figuras masculinas de cada lado, dispostas em fileira, trabalham em máquinas de escrever sobre as mesas.
"

Untitled

NOV.C.1 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-48
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em primeiro plano é possível ver um homem, ele veste um tipo de batina e segura uma caixa em suas mãos, ao seu lado se vê um equipamento semelhante à um ampliador sob uma bancada, são vistos ainda alguns outros utensílios como telefone, temporizadores, uma luminária de gabinete e uma bolsa de couro sob a mesa.
O cômodo onde o homem se encontra foi um estúdio de fotografia que pertenceu ao fotógrafo Mário Fontenelle (1919-1986), fotógrafo oficial do governo Juscelino Kubitscheck (1956-1961) e funcionário da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Mário se destacou como um dos principais fotógrafos do período, responsável por registrar o processo de construção da cidade que se iniciava, além da vida cotidiana de seus habitantes. Centenas de fotografias captadas pelo artista, entre as décadas de 50 e 60, integram o acervo do Fundo Novacap, material tutelado pelo Arquivo Público do Distrito Federal. Neste contexto se exalta a relevância do trabalho de Mário e seu papel como memorialista da capital, feito que acabou por lhe conceder o título de Cidadão Honorário de Brasília post mortem. A fotografia foi registrada em 03 de setembro de 1959.
"

Untitled

NOV.C.1 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-C-01-49
  • Item
  • 03/09/1959
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em foco é possível ver dois homens se cumprimentando, o homem à esquerda é Mário Fontenelle (1919-1986), ele veste roupa social composta por camisa branca e calça em tons escuros, que aparentemente está recebendo a visita do homem que adentrou o cômodo, possivelmente um padre devido à batina preta que está usando. Ao redor deles é possível ver diversos equipamentos para fotografia e fotos coladas na parede ao fundo.
O cômodo onde o homem se encontra foi um estúdio de fotografia que pertenceu ao fotógrafo Mário Fontenelle, fotógrafo oficial do governo Juscelino Kubitscheck (1956-1961) e funcionário da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil). Mário se destacou como um dos principais fotógrafos do período, responsável por registrar o processo de construção da cidade que se iniciava, além da vida cotidiana de seus habitantes. Centenas de fotografias captadas pelo artista, entre as décadas de 50 e 60, integram o acervo do Fundo Novacap, material tutelado pelo Arquivo Público do Distrito Federal. Neste contexto se exalta a relevância do trabalho de Mário e seu papel como memorialista da capital, feito que acabou por lhe conceder o título de Cidadão Honorário de Brasília post mortem. A fotografia foi registrada em 03 de setembro de 1959.
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Untitled

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