América do Sul

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NOV.B.19 (58)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-58
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Esta fotografia colorida, em formato paisagem, captura a vista aérea em perspectiva da maquete da Praça dos Três Poderes. A perspectiva abrange desde o Congresso Nacional até a área onde se encontram o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, destacando as vias S1, S2, N1 e N2 que circundam os imponentes edifícios.
O primeiro plano da imagem destaca a Praça dos Três Poderes, com os edifícios do Palácio do Planalto e do STF, ainda desprovido dos monumentos característicos, como o Museu Histórico de Brasília, o Espaço Lucio Costa e o Monumento aos Candangos. A Via N1, uma via contínua que contorna todo o Eixo Monumental, cria uma ruptura na praça ao cortar o Palácio do Planalto.
Na parte posterior da imagem, o Congresso Nacional se estende, embora não seja possível identificar qual projeto específico está representado. Observa-se a presença do Jardim das Palmeiras e do espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, adicionando elementos de paisagismo à arquitetura.

Praça dos Três Poderes: praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23). Autoria: Iris Castro e Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (59)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-59
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem com marcas de fitas nas extremidades. Maquete de um monumento não identificado e sem compreensão de seu uso. Este possui estrutura vazada curvilínea e 8 elementos verticais geométricos aparentemente triangulares maiores do que a estrutura curva. Há representação de vegetação com pequenas árvores pela maquete.

Untitled

NOV.B.19 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-6
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida, capturada em formato paisagem, é apresentada a vista aérea frontal da maquete do entorno da Rodoviária do Plano Piloto. As vias circundantes, como as vias S1, S2, N1 e N2, assim como as ligações entre os eixos sul e norte, são habilmente delineadas, destacando a organização viária concebida por Lucio Costa no Plano Piloto de Brasília.
A estrutura da rodoviária, com seus dois andares distintos, é evidenciada. Na parte inferior, projetada para abrigar a parada de ônibus e facilitar o embarque e desembarque de passageiros. Enquanto isso, na plataforma superior, uma forma cilíndrica retangular branca, estrategicamente posicionada ao norte, adiciona modernidade e sofisticação ao cenário.
A plataforma rodoviária, concebida para se integrar harmoniosamente à topografia, apresenta diferentes níveis que se conectam a diferentes locais da cidade. Essa topografia foi criada a partir da Estaca Zero, localizada na Rodoviária do Plano Piloto, serve como ponto de referência central para a cidade, irradiando-se a partir dela e simbolizando um marco fundamental em sua fundação.
Atualmente, a rodoviária conta com três patamares distintos: o primeiro dedicado aos ônibus, o segundo destinado ao comércio e administração da rodoviária, e o terceiro utilizado também para fins comerciais e como acesso aos shoppings próximos, cujas entradas estão niveladas com este último andar, ao lado da rodoviária. O túnel ""Buraco do Tatu"", localizado abaixo dos demais, desempenha um papel crucial na ligação entre os eixos sul e norte da cidade.
Essa imagem não apenas celebra a grandiosidade arquitetônica da Rodoviária do Plano Piloto, concebida por Oscar Niemeyer, mas também reflete os princípios urbanísticos que guiaram a construção de Brasília. O Plano Piloto, com sua ênfase na organização racional e sua abordagem arquitetônica, representa a síntese do modernismo e da visão do projeto urbanístico da capital brasileira.
"

Untitled

NOV.B.19 (60)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-60
  • Item
  • "1958 - construção 21/04/1960 - inaguração"
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem com marca de fitas nas laterais. Vista aproximada da maquete do Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília. A maquete em questão foi realizada para fins de estudo do monumento, mais precisamente, de uma de suas fachadas. Próximo ao monumento, há diversos calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) estão na Praça dos Três Poderes. À frente do Museu aparenta ter um mastro de bandeira e desenhos de croquis de Brasília dos monumentos e do desenvolvimento da capital na fachada, os quais não foram executados. No entanto, a rampa de acesso ao Museu, à direita, e o que aparenta ser a sugestão da escultura em pedra sabão da Cabeça do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) incrustada na parede externa do Museu da Cidade em construção com 1,5 tonelada e 1,40 metros de altura, de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002) foram realizados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO MUSEU DA CIDADE:
O Museu da Cidade ou Museu Histórico de Brasília, localizado na Praça dos Três Poderes durante a construção de Brasília, é um projeto de Oscar Niemeyer (1907-2012), de concreto armado e revestido de mármore branco oriundo da cidade de Cachoeiro do Itapemirim (ES), realizada pela Construtora Rabello S/A. O edifício é do tipo monobloco pavilhonar em balanço, estruturado por dois pilares levemente deslocados para uma das laterais e um par de vigas que formam um bloco de concreto de 35 metros de comprimento e cinco de largura, revestido em mármore branco. Na porção voltada para a Praça dos Três Poderes, há afixada na fachada a escultura com o rosto do então presidente Juscelino Kubitschek (período do governo 1956-1961) em pedra sabão de autoria do artista mineiro José Alves Pedrosa (1915-2002), além de uma à direita da escultura, frase em homenagem à JK sobre a nova capital, Brasília: “Ao presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, que desbravou o sertão e ergueu Brasília com audácia, energia e confiança, a homenagem dos pioneiros que o ajudaram na grande aventura.” Esse foi construído para abrigar documentos referentes à história da transferência da capital e foi inaugurado em 21 de abril de 1960, junto com a inauguração da nova capital, como monumento comemorativo da instalação do Governo Federal em Brasília. Este grande bloco é apoiado em uma estrutura que abriga a escada que leva ao seu interior, onde paredes em mármore exibem 16 painéis que contam a história da mudança da capital, desde o processo de interiorização em 1789 até a transferência efetiva para o Planalto Central em meados dos anos 50 (CASTELO, 1999). O edifício, tombado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em 1982 e pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 2007, serve de suporte de uma narrativa que intercala dados históricos, culturais e urbanísticos (SOARES, 2017).
"

Untitled

NOV.B.19 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-61
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Fotografia com vista superior de uma maquete. A maquete em questão é da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, acredita-se que se trate de um estudo volumétrico e de situação. Aparenta-se ser composta por apenas dois materiais, sendo um opaco e outro transparente (este representando a cobertura de vitral). É possível notar vários elementos, sendo o mais à esquerda a rampa de acesso principal da Catedral; um pouco mais à direita é possível ver acima o volume do batistério em formato ovóide e mais abaixo tem-se um acesso ao nível subsolo através de uma rampa em formato de ferradura; ao centro da maquete está a forma da Catedral, com suas 16 colunas em formato hiperboloide, com um material transparente representando os vitrais que vedam os espaços entre as colunas, através da cobertura da Catedral é possível ver parte do corpo da igreja enterrado no solo e onde vê-se o altar (formato retangular), à direita do altar está o coro (também conhecido como ambão) (formato oblongo), à esquerda do altar está o púlpito (formato circular); à direita é possível ver um desnível na base da maquete no formato retângular representando a sacristia e os serviços gerais. Dispostos separadamente na base da maquete, estão alguns calungas (figuras humanas) que servem de referência entre a escala construtiva e a escala humana.

Untitled

NOV.B.19 (62)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-62
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, formato paisagem com marca de rasgo ao centro na parte inferior. Maquete de um edifício não identificado e sem compreensão de seu uso aparentando ser residencial ou hotel. Este possui varandas laterais e o que aparenta ser representação de cobogós na fachada e volumes desalinhados.

Untitled

NOV.B.19 (63)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-63
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, formato paisagem, com marcas de uso e uma parte danificada no canto inferior esquerdo. Vista frontal da maquete de estudo do Palácio do Supremo Tribunal Federal (STF). A maquete está sobre uma superfície que aparenta ser uma mesa e o fundo da maquete (parte superior) uma parte escura. Percebe-se na maquete a cor escura para representar a grama e o monumento em branco, criando um contraste. A vista é da fachada frontal do monumento ao qual possui uma grande rampa bem sutil com algumas calungas (que é uma representação da figura humana que utilizamos para dar ideia das dimensões da obra representada) sobre o mesmo. Entre a caixa de vidro central e as colunas da fachada lateral, à direita, outro calunga representa a escala humana com o pé direito do STF.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF):
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, localizado na Praça dos Três Poderes em Brasília, foi desenvolvido entre janeiro de 1958 e junho de 1960, ano de sua inauguração, por Oscar Niemeyer (1907-2012) e outros arquitetos como Nauro Esteves (1923-2007) e Glauco Campello (1934-). O projeto estrutural foi desenvolvido pelo engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) com fundações da empresa Estacas Franki Ltda. e execução de obras da Construtora Rabello S.A. iniciado em agosto de 1958, além da Construtora Planalto Ltda. e da empresa Instalações Alvorada S.A. Comércio e Indústria.
O Palácio do Supremo Tribunal Federal, com suas sete colunas harmoniosas, série de colunas-curvas encadeadas, em duas fachadas do edifício (faces leste e oeste), contrárias ao sentido do Palácio do Planalto, com formato que remete a velas de barco. A caixa de vidro (componente construtivo de vedação, composto por vidros fixados em malha de perfis metálicos contínuos, que se desenvolvem no sentido da altura e/ou da largura da fachada da edificação, por pelo menos dois pavimentos), localizada no meio, é dividida nos dois planos horizontais e por pilares verticais localizados, e transmite a sensação de suspensão. À frente, encontra-se uma rampa externa, localizada no meio da fachada, criando uma perfeita simetria com os pórticos. (TEIXEIRA, 2019; SILVA, 2014).
"

Untitled

NOV.B.19 (64)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-64
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca, no formato paisagem. Fotografia com visão frontal de uma maquete onde sugere tratar-se de algum setor (pela disposição dos edifícios assemelha-se ao bancário sul ou comercial sul). O uso de material branco e acetato representando as volumetrias e o mais escuro representando o solo. Centralizada na base da maquete estão as volumetrias retangulares e blocos idênticos, onde da metade para a esquerda os blocos estão dispostos verticalmente e da metade para a direita estão dispostos horizontalmente; esses blocos contam com as duas fachadas vazadas seguindo os padrões do modernismo de janelas em fita. Na parte inferior dos blocos, dispostos de maneira desordenada, estão pequenas representações de carros criando uma referência comparativa entre escala construtiva e veículos.

Untitled

NOV.B.19 (65)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-65
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, em formato paisagem, revela uma vista superior da maquete da Praça dos Três Poderes. A perspectiva abrange desde o Congresso Nacional até a área onde se encontram o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal, incluindo as vias S1, S2, N1 e N2 que circundam os imponentes edifícios. Destaca-se uma área indicativa do possível futuro Anexo 2.
A imagem enfoca a Praça dos Três Poderes com os edifícios do Palácio do Planalto e do STF, ainda sem os monumentos característicos como o Museu Histórico de Brasília, o Espaço Lucio Costa e o Monumento aos Candangos. A Via N1, ao contornar o Eixo Monumental, gera uma quebra na praça ao cortar o Palácio do Planalto.
Na parte posterior da imagem, o Congresso Nacional se estende, sem identificação específica do projeto representado. Observa-se o Jardim das Palmeiras e o espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, adicionando elementos de paisagismo à arquitetura. À frente do Congresso Nacional, uma rampa próxima à Alameda dos Estados, mostra-se notavelmente mais próxima do edifício do Congresso do que na configuração atual. Alameda dos Estados, aparentemente era a única rua que ligava as vias S1 e N1.
Ao comparar com a situação atual, percebe-se a ausência do espelho d'água em frente ao Congresso Nacional, indicando modificações subsequentes no design. A imagem sugere semelhanças notáveis, como rampas, coberturas e o edifício dos anexos para gabinetes, apesar das limitações da perspectiva para identificar detalhes específicos.

Praça dos Três Poderes: praça cívica onde se reúnem três importantes monumentos da política brasileira, projetada em formato de triângulo equilátero, inspirada na ideia do equilíbrio entre os 3 poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário; cunhada por Montesquieu (1689-1755) (Palácio do Planalto - Entre o cristal e o concreto, p.23). Autoria: Iris Castro e Maritza Dantas"

Untitled

NOV.B.19 (66)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-19-66
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco, em formato paisagem, apresenta uma vista superior da maquete do Congresso Nacional, sem a possibilidade de identificar o anteprojeto específico. Destaca-se uma área indicativa do possível futuro Anexo 2, além das vias S1, S2, N1 e N2 que circundam o Eixo Monumental.
O foco principal da imagem é o Congresso Nacional, sem identificação específica do projeto representado. Observa-se o Jardim das Palmeiras e o espelho d'água no edifício anexo ao Congresso Nacional, contribuindo com elementos de paisagismo à arquitetura. À frente do Congresso, uma rampa próxima à Alameda dos Estados aparece notavelmente mais próxima do edifício do Congresso do que na configuração atual. A Alameda dos Estados, aparentemente, era a única rua que conectava as vias S1 e N1 no projeto.
Ao comparar com a situação atual, nota-se a ausência do espelho d'água em frente ao Congresso Nacional, indicando modificações subsequentes ao anteprojeto da maquete. A imagem sugere semelhanças notáveis, incluindo rampas, coberturas e o edifício dos anexos para gabinetes, apesar das limitações da perspectiva para identificar detalhes específicos.

Monumento sede do poder Legislativo, o Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
Autoria: Maritza Dantas"

Untitled

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