América do Sul

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NOV.B.2 (328)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-328
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato retrato registra a parte interna da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. O enquadramento capta a magnitude das colunas a apoiar a laje curva do Palácio. Nota-se a diferença de nível entre a plataforma de acesso (terço inferior da fotografia) e a plataforma que separa as colunas do painel de vidro do bloco principal. Ao fundo do corredor formado pela segunda plataforma está a Capela anexa do Alvorada, na qual sua abertura de acesso está visível. Abaixo do Palácio da Alvorada vê-se uma grama plantada e um espelho d’água. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado, com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, se estendendo na linha do horizonte. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (327)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-327
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista panorâmica da cobertura do Congresso Nacional em processo construtivo. Em primeiro plano, da esquerda para direita, verifica-se dois aprumadores endireitando uma forma de madeira que se assemelha a uma batente que detém uma tábua de madeira como contraventamento, localizada atrás de uma mureta que detém esperas verticalizadas. Ao lado, evidencia-se uma forma de madeira de dimensões expressivas, possivelmente corresponde às extremidades pontiagudas características do edifício principal, espaçada de outra forma com formato similar, a qual só visualizamos sua lateral. Entre as estruturas, nota-se a presença de vergalhões em posições verticais rentes a mureta. Adiante, pousam-se diversas formas de madeira fixas na plataforma. No sentido oeste-leste, observa-se um trabalhador apoiando sua perna em uma longilínea armadura para concreto armado de aço, o qual contém em sua extensão algumas armações inconclusa para pilares,tal obreiro está direcionando seu olhar para outro operário negro de macacão levantando sua perna próximo a outro colega que apenas visualizamos sua cabeça. Ao fundo, enxerga-se um indivíduo manipulando uma das formas próximo a outro profissional, o qual vemos apenas a silhueta, perto a uma simplória cobertura diminuta, posteriormente, pousa-se diversas tábuas de madeira verticais reunidas, adjacente, há um homem trazendo outra tábua para compor o conjunto. Diagonalmente, situa-se três obreiros inclinando-se para averiguar as condições dos materiais. É possível visualizar outro trio de operários mirando abaixo as instalações, destoa-se do grupo, um homem negro que está equilibrando-se acima das estruturas. Ao fundo, no extremo leste, presencia-se três funcionários de capacete dispostos em semicírculo vistoriando a obra. Logo em seguida, ressalta-se um grande muro de arrimo, que contém uma cerca de madeira que permeia toda a extensão do topo. Constata-se a aparição de duas concentrações possivelmente de brita que ocupa os dois extremos da trilha situada acima do muro.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.2 (326)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-326
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato retrato registra a parte interna da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. O enquadramento capta a magnitude das colunas a apoiar a laje curva do Palácio, na direção sul. Nota-se a diferença de nível entre a plataforma de acesso (terço inferior da fotografia) e a plataforma que separa as colunas do painel de vidro do bloco principal. Ao fundo do corredor formado pela segunda plataforma está o bloco de serviços semienterrado (visível entre as colunas parabolóides). Abaixo do Palácio da Alvorada vê-se uma grama plantada e um espelho d’água. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá. Torna-se nítido a presença do Cerrado, com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, se estendendo na linha do horizonte. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nivel Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (325)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-325
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista panorâmica da laje-cobertura do Congresso Nacional. Visualiza-se duas plataformas de madeira, um menor à esquerda, o qual está situado um operário negro apoiando seu braço em um pontalete de madeira de forma rígida. Em sua descendente, percebe-se um operário apoiando seu corpo em uma longa estaca vertical em meio a uma grande área contendo dezenas de toras de madeira que servem de pilares. Posteriormente, se faz pouco nítido um obreiro ereto em posição estática e outro mais afastado curvando-se em direção ao chão. Observa-se mais a leste, finas tábuas de madeira acopladas a essas estruturas mais frequentemente. À direita, dispõem-se outra plataforma amadeirada que ascende diagonalmente em suas extremidades. Em seu trecho inicial, um trabalhador agachado cortando uma tábua de madeira com um serrote. Logo após, verifica-se um funcionário inclinando verificando o chão ainda com vãos, adjunto, está outro obreiro de camisa xadrez com mão apoiada na calça. Mais distante, encontram-se dois funcionários assentando pisos de madeira em uma área triangular que detém apenas com as pontaletes horizontais, um profissional inclinado com martelo na mão, observado os pilares de madeira, no antepenúltimo, está outro trabalhador posicionando uma placa de madeira, seguida, um operário apoiando uma tábua de madeira, adiante, há dois indivíduos, um deles com a cabeça pra fora, estão observando as estruturas. À frente, um grande descampado com postes de iluminação espalhados na área condizente ao canteiro de obras do Congresso Nacional. No sentido leste, evidencia-se o Eixo Monumental, acima do muro de arrimo, o qual transitam três automóveis. No sentido oeste, há uma construção temporária de aspecto longitudinais, contornada por uma cerca de madeira, que provavelmente serviam de alojamento para os trabalhadores ou para acúmulo de materiais, circunvizinho a sua fachada há duas caixas d 'água de tamanhos diferentes. À direita da edificação, percebe-se a presença de diversos entulhos espalhados pelo solo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (324)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-324
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do lado esquerdo do hall de entrada principal no térreo do Palácio da Alvorada. Este pavimento possui salões para compromissos oficiais do governo que serão utilizados pelo Presidente da República. Em primeiro plano, ao lado direito da fotografia, o início da rampa do hall de entrada que leva para a sala de estar com carpete vermelho. Em segundo plano, piso do hall com carpete branco e cinco poltronas Barcelona, sendo duas pretas e três brancas, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Ao fundo, à esquerda da fotografia, tem uma pequena escada que leva para um corredor no pavimento térreo com salas de espera e gabinetes, e à direita, outra escada ao qual leva para o hall do subsolo. Adjacente as escadas, parte da parede do hall é revestida com espelho e está refletindo um pequeno pedaço do painel dourado, sem título, confeccionado por Athos Bulcão (1918-2008) em 1958 a partir de placas de latão dourado polido com dimensões de 800 cm x 915 cm x 37,5 cm. Na parede, há a frase do poeta Augusto Frederico Schmidt (1906-1965) para Juscelino Kubitschek (1902-1976) sobre o lançamento da pedra fundamental para o início da construção de Brasília: “Dêste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sôbre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 - Juscelino Kubitschek de Oliveira”. Na fachada principal é possível visualizar as colunas do Palácio da Alvorada, o espelho d’água na entrada e algumas construções no horizonte.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (575) em preto e branco.
"

Untitled

NOV.B.2 (323)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-323
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista panorâmica da construção da plataforma correspondente ao edifício principal do Congresso Nacional. Em primeiro plano, pousam-se diversas formas de madeira dispostas, em formato semelhante a paletes, ao chão. Nota-se duas barras de aço longilíneas, que ora aparecem na superfície das formas ora inseridas abaixo. Lateralmente, sobressai uma pequena área que detém em seu trecho inicial, uma simplória escada, próxima a um conjunto de esperas verticalizadas rente a pequena mureta. Se faz pouco nítido, diagonalmente, apenas a cabeça de dois trabalhadores que portam chapéu e a silhueta de outro operário. Já no trecho final da diminuta perímetro, observa-se uma rampa madeirada que possui ao seu lado um muro com poucas esperas em sua extensão, e constata-se a aparição de um aprumador seguido de mangueiras que inserem dentro da alvenaria. Acima, localiza-se um obreiro agachado, perto da rampa, observando uma construção temporária, bastante rústica de madeira, que detém em sua fachada quatro batentes retangulares equidistantes, em seus intervalos, percebe-se sutilmente a aparição de pequenos vergalhões. Ao lado deste funcionário, há um operário de camisa longa e calça escura de cabeça baixa caminhando suavemente, adjunto a ele, é possível visualizar apenas a parte posterior de um obreiro inclinando bastante seu tronco ao chão. Ao fundo da imagem, evidencia-se um poste elétrico em meio a três paredes madeiradas acopladas seguidas de uma lacuna e uma caixaria para pilar.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (322)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-322
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do segundo pavimento para da sala de estar do pavimento térreo do Palácio da Alvorada. Na sala de estar, em sentido anti-horário, relaciona-se os seguinte mobiliário: um sofá de quatro lugares na cor vinho em veludo, um recamier (móvel de origem francesa que não tem encosto), uma mesa de centro com pé metálico e tampo de vidro, cinco poltronas Barcelona, na cor preta, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm, e um tapete de veludo em um tom bege. O piso da sala de estar é de madeira e cobrindo as janelas da fachada leste cortinas levemente transparentes na cor bege/branco.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
"

Untitled

NOV.B.2 (321)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-321
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem.Vista panorâmica da construção da plataforma correspondente ao edifício principal do Congresso Nacional. No primeiro quarto da fotografia, sob um assoalho encontra-se um operário caminhando, adjacente a ele, há vergalhões de aço na superfície. Já na porção inicial, nota-se sutilmente ocultando algo próximo a pontaletes de madeira. À direita, há um pequeno corredor formado quatro armações de aço para pilares inconclusas que terminam em uma pequena mureta que detém diversas esperas e uma batente rentes a sua estrutura. No segundo quarto, alastra-se pela plataforma diversas formas de madeira fixas ao chão, de baixo para cima, observa-se diversos vergalhões posicionados em fileiras acima das formas. À direita, situa-se um operário de camisa longa escura de chapéu deslocando-se lateralmente. Ao centro, destoa-se a presença de um cavidade que fornece acesso por meio de uma escada ao subsolo. Adiante, verifica-se duas fileiras de armações de aço alongando-se por todas as formas encadeadas, à esquerda, constata-se dois obreiros um agachado e outro em pé averiguando as estruturas, à direita, visualiza-se apenas a parte superior do corpo inserido nas formas, adjacente a ele,há um funcionário em pé em uma sequência de armações de pilares. Logo após, dois profissionais, à frente, de diversas tábuas de madeira verticalizadas. À esquerda, está um operário encurvado inspecionando as instalações, adjunto a um funcionário,o qual direciona sua atenção a dois outros colegas em cima de uma estrutura conversando entre eles, situados em uma via de terra. Na extrema esquerda desse percurso há um homem movendo uma carriola e na extrema direita, há três homens instalando uma forma. No terceiro quarto, em sentido ascendente, destaca-se duas colunas de placas de madeira compensadas, em uma reta próxima a armações de pilares, presenciam-se grupos ou apenas indivíduos efetuando as tarefas da obra transitando pelo perímetro. No último quarto, localiza-se um obreiro de roupas escuras repousando em sob a estrutura amadeirada, mais adiante, dois obreiros posicionando os materiais. Ao fundo, sobressai o muro de arrimo, que pousa-se em seu topo,o Eixo Monumental, ainda não pavimento, no extremo leste, notabiliza-se um caminhão transitando o trajeto, adjacente, a uma concentração de brita rente a um cercado de madeira que estende-se a via por todo o trajeto. É possível visualizar sutilmente mais outra concentração de brita no sentido oeste. Posteriormente,a cerca há um grande descampado oriundo de desmatamento de Cerrado Nativo.

CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer."

Untitled

NOV.B.2 (320)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-320
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do lado esquerdo do hall de entrada principal no térreo do Palácio da Alvorada. Este pavimento possui salões para compromissos oficiais do governo que serão utilizados pelo Presidente da República. Em primeiro plano, piso de pedra polida. Em segundo plano, seis poltronas Barcelona, na cor branco, de autoria do arquiteto alemão Mies van der Rohe (1886-1969) com a arquiteta e designer alemã Lilly Reich (1885-1947) realizada em 1929 de aço cromado e couro com dimensões de 72x72x77 cm. Ao fundo, a parede do hall é totalmente revestida por espelho. Em seu reflexo, é possível visualizar, da esquerda para a direita, na parede lateral direita do hall de entrada, um painel dourado sem título confeccionado por Athos Bulcão (1918-2008) em 1958 a partir de placas de latão dourado polido com dimensões de 800 cm x 915 cm x 37,5 cm. Na parede, há a frase do poeta Augusto Frederico Schmidt (1906-1965) para Juscelino Kubitschek (1902-1976) sobre o lançamento da pedra fundamental para o início da construção de Brasília: “Dêste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sôbre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável e confiança sem limites no seu grande destino. Brasília, 2 de outubro de 1956 - Juscelino Kubitschek de Oliveira.”; assim como, a rampa de acesso do hall que dá acesso para a sala de estar, a qual é forrada com um carpete vermelho.
CURIOSIDADE SOBRE A POLTRONA BARCELONA:
A poltrona Barcelona é o projeto mais conhecido de Mies van der Rohe, lançada na Exposição Internacional de Barcelona de 1929. Nesse modelo, o aço tubular foi substituído por uma chapa de aço plano, inovação considerável para a época. [...] Projetada por Mies van der Rohe em colaboração com sua companheira e designer Lilly Reich, a poltrona Barcelona foi um dos destaques da decoração do Pavilhão Alemão (também projetado por ele) na Exposição Mundial de Barcelona em 1929, tornando-se um dos clássicos da história do design. Exemplo claro do estilo sóbrio e inovador do arquiteto, a poltrona conjuga elementos artesanais e material industrial, sendo composta por dois acolchoados sobre tiras de couro em uma base estilizada em aço. Pensada para servir de assento ao Rei da Espanha, ilustre visitante do Pavilhão Alemão, a poltrona utiliza uma estrutura formal cruzada em X, desenho encontrado desde a Antiguidade na confecção de bancos e tronos aristocráticos (GUIMARÃES, SCANAPIECO, SÁ, VASCONCELOS, 2020).
CURIOSIDADE SOBRE O PAINEL DOURADO:
O uso do latão dourado simboliza aqui não uma aspiração ao infinito, mas sim uma projeção para o futuro do país, futuro esse reforçado pela própria frase de Juscelino Kubitschek. (IPHAN, 2010)
CURIOSIDADE SOBRE OS MÓVEIS:
Anna Maria (Niemeyer, filha de Oscar Niemeyer) desenhou todos os móveis do Palácio da Alvorada e selecionou quadros, tapetes e peças antigas (FRANCISCO, 2011).
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Untitled

NOV.B.2 (32)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-32
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores em formato retrato. Em primeiro plano, ressalta-se dois trabalhadores negros trajando camisa e calças claras, portando chapéu e sapato social. Um deles encontra-se sentado na pavimentadora de asfalto Barber-Greene modelo 879-A (datado de 1958) direcionando seu deslocamento, enquanto o outro operário aloca o material para dentro do maquinário por meio de uma pá. Destaca-se do resto da via que futuramente será o Eixo Monumental, o trecho, posterior ao maquinário, já recém-pavimentado. Nota-se sutilmente uma linha branca bem apagada, no nível do solo, que delimita o espaço percorrido pela pavimentadora. Ao fundo, ressalta-se a monumentalidade dos anexos administrativos, verticalizados de 92 metros, a partir do sétimo pavimento, está em curso mais acentuadamente o processo de cimbramento, o qual consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras. Os andares inferiores, estão com os pilares de concreto mais bem definidos. À frente, está um estrutura provisória sem vedação seguida de um provável depósito de aspecto longilíneo e telha inclinada, que possivelmente serviam para acúmulo de materiais. Posteriormente aos anexos, está a laje correspondente a base do Congresso Nacional também em processo de cimbramento, sob essa estrutura notabiliza-se a cúpula do Senado já com revestimento quase finalizado, diferencia-se da cúpula invertida da Câmara por ser de menor proporção e estar virada para baixo. É possível visualizar, uma construção temporária de madeira próximo a um poste de iluminação. No nível do solo próximo a base do Congresso Nacional, há uma grande lona com recursos da obra acima, um caminhão transitando pelas proximidades, adjunto, situa-se mais um pequeno depósito de madeira de cobertura inclinada.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
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Untitled

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