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NOV.B.2 (553)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-553
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato paisagem registra a fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Tem-se uma vista diagonal da fachada frontal em etapa de aplicação de revestimentos nas colunas parabolóides, recebendo as placas de mármore branco em sua extensão. Vedações e paredes correspondentes aos salões internos estão com estrutura aparente, atrás das colunas da fachada. Na primeira coluna, da direita para a esquerda, está um trabalhador curvado cujo boné claro está visível na imagem. Entre as colunas três e quatro estão dois trabalhadores que estão movimentando instrumentos de obra, debaixo do andaime metálico. É possível ver que a estrutura da plataforma que apoia a Capela anexa do Palácio da Alvorada se estende à esquerda e um plano atrás do andaime de madeira. No plano de fundo, a linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno da península do lago Paranoá. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.2 (552)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-552
  • Item
  • 1958 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia preta e branca em formato retrato registra a parte interna da fachada frontal do Palácio da Alvorada, entre os anos de 1956-1960 em Brasília - DF. Vista da concretagem de lajes e plataformas de acesso do bloco principal do Alvorada. Observa-se que ao lado da primeira coluna parabolóide da fachada frontal da obra está um grupo de três operários em momento de descontração, no intervalo de trabalho, sendo: um homem de chapéu, camisa de manga curta clara, calça bege com cinto escuro está de costas para o fotógrafo; outros dois operários, um de regata listrada e outro de camisa xadrez desabotoada até o abdômen, estão sentados virados para um terceiro trabalhador no lado oposto que os observa de volta. O momento de descontração é destacado com o sorriso no rosto do operário de regata listrada que parece conversar com o homem do lado oposto enquanto o operário ao seu lado leva um cigarro à boca. Abaixo da laje do primeiro pavimento (andar) passando ao lado de um pilar, um homem vestindo terno, em sua meia idade, caminha com postura de superioridade, com os braços para trás e olhar fixo nos trabalhadores em descanso. No pavimento acima está um trabalhador sentado nas estruturas de madeira, e ao lado esquerdo estão dois homens de roupas mais formais. No limite direito da imagem, neste mesmo plano, vê-se o braço de outro trabalhador. Após as formas das plataformas entre as colunas e o interior do bloco principal, é possível ver que dois trabalhadores observam à frente e estão sentados sobre a estrutura. O cenário é de cimbramento e concretagem de estruturas do Palácio da Alvorada, mostrando o cotidiano de visitas e trabalho dos operários responsáveis pela construção da capital. O Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República, situa-se às margens do Lago Paranoá e foi o primeiro edifício de alvenaria inaugurado em 30 de junho de 1958 no embrião de Brasília. Considerado um dos grandes ícones da Arquitetura Moderna brasileira, seu projeto foi concebido por Oscar Niemeyer (1907-2012), o engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978) responsabilizou-se pelo cálculo estrutural e a execução ficou a cargo da Construtora Rabello SA. É um edifício horizontalizado em concreto armado revestido de mármore branco e vedado com cortina de vidro, levemente suspenso do chão, circundado em toda sua extensão por esbeltas colunas brancas de curvas cônicas, que perpassam sua função estrutural e constituem um dos elementos mais emblemáticos da composição plástica do Palácio. Na fachada frontal, a entrada principal é direcionada por um espelho d’água, reforçando a intenção de leveza da arquitetura, e abriga a escultura “As Iaras”, obra de autoria do escultor Alfredo Ceschiatti (1918-1989). Além do edifício principal, o conjunto do Alvorada conta com bloco um semi enterrado de serviço e com uma pequena capela anexa, cuja expressão pictórica remete à obra do arquiteto Modernista Le Corbusier (1887-1965) da “Chapelle Notre-Dame du Haut” (Capela Nossa Senhora das Alturas), mais conhecida como Capela Ronchamp, localizada na França. O projeto de paisagismo é de autoria de Yoichi Aikawa, na época jardineiro do Palácio Imperial do Japão, e complementado nos anos 90 pela arquiteta e paisagista Alda Rabello Cunha (1929-2021). O conjunto do Palácio da Alvorada foi tombado a nível Federal pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 22 de abril de 2021.

Untitled

NOV.B.02 (551)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-551
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista de uma ponte sobre riacho. Não há confirmação sobre ser nas proximidades do Catetinho. Em primeiro plano, piso de terra, um riacho e uma ponte improvisada com troncos finos de madeira. Próximo à ponte, dois homens com trajes e chapéu claro rodeados pela mata de galeria, que ocorre devido a presença de curso d’água no local, com parte do mesmo desmatada e, ao fundo, preservada.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (550)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-550
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em destaque, uma pequena barragem circunda o olho d’água como forma de contenção e delimitação do espaço, é possível visualizar a tubulação submersa pela água, utilizada para o abastecimento do Catetinho. Ao redor, nota-se uma modificação do entorno por meio da remoção da vegetação, com trilha de terra batida para contemplação. Ao fundo, evidencia-se a vegetação típica de mata de galeria, formação florestal nativa do Cerrado, a qual está segmentada por uma trilha simples de terra.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (224) com alteração de coloração e com menos aproximação do olho d’água.
CONTEXTO HISTÓRICO DO OLHO D’ÁGUA:
O Pequeno Olho d’água cristalina foi fundamental para a escolha do local da Residência Provisória do Presidente Juscelino Kubitschek (1956-1961), uma vez que houve um consenso, entre o grupo idealizador, que a localidade do Catetinho deveria ser próximo a fontes de água para o abastecimento local. A nascente era proveniente de fontes que alimentam o Ribeirão do Gama. Além disso, gerava um microclima que auxiliava na amenização dos efeitos da seca e das altas temperaturas do Cerrado. Juscelino encantou-se com o local e dizia que a fonte dava vigor e sorte.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.2 (55)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-55
  • Item
  • 1959 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, em formato paisagem. Em evidência, ao centro, há duas fileiras das barras de aço, importadas dos Estados Unidos, encadeadas, as quais alastram até a área externa do Congresso Nacional, no lado direito, há diversas vigotas pré-moldadas enfileiradas, nota-se, dois operários, verificando aspectos da obra, destoa-se, no trecho inicial deste agrupamento, barras de aço ordenadas em contato ao solo, adjacente a esse agrupamento de recurso da obra, há uma grande movimentação de terra íngreme, que alcança o nível da plataforma do Congresso Nacional. No canto esquerdo, localizam-se mais barras de aço também dispostas em filas, porém em menor quantidade, na fila direita, visualiza-se sutilmente um trabalhador caminhando, no sentido, de um agrupamento de três trabalhadores, os quais estão inclinados averiguando algo nas barras de aço, paralelamente, perto a eles, localiza-se outro obreiro isolado olhando para outro grupo que, no caso, situa-se, mais um ajuntamento de três operários, um encontra-se levantando em cima do material de obra enquanto os outros dois estão encurvados posicionando ao chão, as barras de metal, adjacente a eles, situa-se estruturas de madeira que possivelmente são formas. Mais a frente, da esquerda para direita, presencia-se grandes amontoados de areia, seguido, de um pequeno depósito de telhado íngreme, enfileirado por estruturas de madeira que delimitam um perímetro que guarda uma elevação de terra, o qual possui outro pequeno depósito, perto ao talude, é possível visualizar uma grande construção temporária, composta de madeira, que tem em sua área externa, mais um ajuntamento de recurso da obra. Ao fundo, no sentido oeste-leste, está sendo realizado o processo de cimbramento, que consiste na sustentação temporária das formas de concreto durante a construção, a partir de escoras, para o levantamento do edifício principal do Congresso Nacional, que encontra-se de forma mais avançada no lado direito, sob a plataforma é percetível uma grande caixa d’ água perto de um escoramento em disposto de forma circular do Câmara dos Deputados.
CONTEXTO HISTÓRICO DO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.02 (549)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-549
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista da paisagem que circunda o local do Catetinho 1. A fotografia foi tirada a partir do pilotis (um conjunto de colunas que sustentam uma obra e, ao mesmo tempo, deixam o pavimento térreo livre) da edificação. Em primeiro plano, piso de terra com uma árvore popularmente conhecida como pau-doce (Vochysia elliptica) em destaque ao lado direito, além da presença de algumas plantas ornamentais popularmente conhecidas por piteira (Agave sp.). Ao fundo, observa-se área de cerrado típico (cerrado sentido restrito).
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (548)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-548
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista dos trabalhadores que atuaram na construção do Catetinho. Em primeiro plano, piso de terra e seis homens trabalhadores vestindo, da esquerda para a direita, um homem com vestes escuras; um com calça e camisa clara; ao seu lado, um com vestes escuras e um pequeno chapéu sobre a cabeça; à sua frente, um outro também com calça e camisa clara; outro homem com calça mais escura, camisa clara e chapéu escuro sobre a sua cabeça e por último, um homem trajando uma bermuda e chapéu claro. Ao fundo, uma cobertura aparentemente de lona protegendo o que aparenta ser a segunda máquina geradora de energia presente no Catetinho 1, de 75kWA, trazido do Rio de Janeiro pela NOVACAP para a produção mais efetiva de energia elétrica nas instalações do mesmo.
Fotografia referência da NOV-D-4-4-B-2 (499).
CONTEXTO HISTÓRICO DO GERADOR:
IV - Diário de Brasília - 1º tomo - de 1956-1957:
“Quinta-feira, 25 de outubro de 1956
<<Palácio Provisório>> - Instala-se na Fazenda do Gama um gerador de 75kWa.
Chegam a Brasília mais caminhões com materiais, móveis e objetos para a residência presidencial, inclusive aquecedor elétrico e geladeira, na qual se produz gêlo em Brasília pela primeira vez.”
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (547)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-547
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista do Catetinho 1 em fase de construção. Em primeiro plano, piso de terra com aspecto lamacento. Ao centro, em destaque, uma árvore típica do Cerrado e, ao fundo, observa-se tábuas de madeira no chão, as quais serão utilizadas no edifício. Mais ao fundo, da esquerda para a direita, um veículo próximo a uma tenda com cobertura que aparenta ser de lona, o Catetinho 1 em fase inicial de construção, um pequeno muro de tijolos cerâmicos, uma máquina para auxiliar na obra e diversos trabalhadores espalhados pela fotografia. Ao fundo, mata de galeria, que ocorre devido a presença de um nascente local.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (546)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-546
  • Item
  • 1956
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Vista do pilotis do Catetinho 1 ainda em fase de construção. Em primeiro plano, solo de terra de chão batida contendo alguns entulhos. Em segundo plano, o chão do pilotis,composto de concreto queimado, delimitou sua forma por tábuas de madeira no chão. Pilares de madeira ainda estão sem pintura, em um destes, um trabalhador agachado com vestes de campo e chapéu realizando acabamento. Em terceiro plano, destaca-se fogão à lenha, muito utilizado para realizar as refeições dos moradores. À esquerda, entulhos reunidos da obra e à direita um operário com chapéu e vestes simples com três carrinhos de mão. Ao fundo, mata de galeria, oriunda de uma nascente local. No canto superior direito da foto é possível visualizar tábuas de madeira expostas.
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

Untitled

NOV.B.02 (545)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-545
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia preto e branco, formato paisagem. Em evidência um possível aqueduto de caráter rudimentar, sustentado por sucessos pilares adjacentes, composto essencialmente de madeira contendo divisórias, percorri as redondezas da Fazenda Gama. Na frente do aqueduto, no lado esquerdo, há uma área campestre de Cerrado (campo sujo). No final da trajetória deste sistema aquífero, uma estrutura de madeira quadrada composta de tábuas contendo chaminé e destroços de tijolos possivelmente de uma antiga propriedade. Ao lado está presente uma caminhonete com dois trabalhadores curvados e um outro agachado em sua garupa, auxiliados por outro operário em pé. Ambos estão reunindo tijolos para possivelmente transportá-los para outro local. Ao fundo, observa-se do lado esquerdo, área de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e à direita da mata de galeria, que ocorre devido a presença de uma nascente no local.
CONTEXTO HISTÓRICO DA FAZENDA GAMA:
O sítio escolhido para a construção provisória fica a 500 metros a oeste da sede da Fazenda do Gama, desapropriada pela comissão estadual goiana de cooperação com a mudança da capital, chefiada pelo médico e pecuarista Altamiro de Moura Pacheco (1896-1996). [...] Já em 31 de julho de 1958, pouco após a transferência da residência presidencial para o recém concluído Palácio da Alvorada, o terreno da Fazenda Gama, incluindo o Catetinho, foi apropriado para a criação do Brasília Country Club (IPHAN, 2017).
CONTEXTO HISTÓRICO DO CATETINHO 1:
Originado de uma discussão entre amigos no Juca’s Bar do Ambassador Hotel, no Rio de Janeiro no dia 17 de outubro de 1956, o Catetinho foi conjecturado pelo grupo de amigos composto por: o violonista Dilermando Reis (1916-1977), o piloto João Milton Prates (1922-1973) e os engenheiros Roberto Penna e Joaquim da Costa Júnior, que enxergaram a necessidade de uma Residência Provisória para Juscelino Kubitschek (1902-1976) acompanhar o cotidiano das obras. A área do Catetinho, localizada atualmente no Trevo do Gama, pertencia à Fazenda do Gama, local próximo a fontes de água e portanto, com presença de mata de galeria. A propriedade foi desocupada no dia posterior à chegada dos trabalhadores, e em pouco mais de 10 dias, entre 18 e 31 de outubro de 1956, ficou pronta a primeira residência oficial de JK, inaugurada em 10 de novembro de 1956. A primeira vez em que o Catetinho foi mencionado no Diário de Brasília em 1956, o edifício era chamado de “Palácio Provisório” e este foi reconhecido como Catetinho em 6 de novembro de 1956. A maioria dos trabalhadores e do empréstimo de materiais veio da empresa de mineração Fertilizantes Minas Gerais S.A. (FERTISA), a qual era de Araxá, Minas Gerais; a obra foi encarregada pelo engenheiro Roberto Penna e pelo engenheiro José Ferreira de Castro Chaves, conhecido como Juca Chaves (1912-?). O “Palácio de Tábuas” foi desenhado por Oscar Niemeyer (1907-2012), projetado com linhas simples e elegantes, tal edifício possui aspectos modernistas seguindo princípios de racionalidade, funcionalidade e beleza. O Catetinho cria o pilotis a partir da sustentação de colunas e varanda no pavimento superior voltado para a fachada principal. Oscar Niemeyer fez o projeto que é praticamente todo de madeira com presença de concreto armado e alvenaria. Este possui uma arquitetura vernacular que pode ser definida como uma tipologia de caráter local ou regional, na qual são empregados materiais e recursos do próprio ambiente onde a edificação está inserida (ArchDaily Brasil, 2020), no caso do Catetinho, as madeiras da mata de galeria presente na Fazenda Gama."

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