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NOV.B.2 (106)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-02-106
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em cores, formato paisagem. Vista do Palácio do Congresso Nacional em fase de construção. Em vista geral, formas de madeira e barras metálicas estão inseridas no local onde será a base e fundação do Congresso Nacional. Ao centro, diversos homens trabalhadores estão atuando na obra sobre as tábuas de madeira, assim como mais ao fundo da fotografia, nas construções que provavelmente são galpões de armazenamento de materiais de obra. Na lateral esquerda, ao fundo, um monte de material que aparenta ser brita, pela coloração, para a mistura do concreto que é o material do edifício. Mais ao fundo, ainda à esquerda, dois caminhões auxiliando na construção do edifício; ao centro, duas máquinas altas no local da obra e no horizonte, mais chão de terra batida, local onde será a Praça dos Três Poderes e outras construções, provavelmente alojamento dos acampamentos da Novacap.
CONTEXTO HISTÓRICO PALÁCIO DO CONGRESSO NACIONAL:
O Palácio do Congresso Nacional situa-se na Esplanada dos Ministérios, em um dos vértices do triângulo formado por ele, pelo Palácio do Planalto e pelo Palácio do Supremo Tribunal Federal, tendo a Praça dos Três Poderes ao centro do polígono. O monumento, sede do poder Legislativo, é composto pelo edifício principal, uma construção horizontal encimada por duas cúpulas assimétricas em concreto que abrigam os plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e pelos anexos formados por duas torres verticais em estrutura metálica, uma para cada casa, unidas por uma passarela suspensa. O conjunto da obra é o ponto focal da Esplanada e direciona a perspectiva do observador por meio da sua escala monumental, emoldurando o horizonte até o vazio urbano da Praça dos Três Poderes. O projeto é de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o cálculo estrutural ficou a cargo do engenheiro Joaquim Cardozo (1897-1978). O edifício foi tombado juntamente com outras 27 obras de Niemeyer.
"

Untitled

NOV.B.13 (112)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-112
  • Item
  • 1956 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia em preto e branco no formato paisagem. Registro de uma instalação de apoio do Brasília Palace Hotel (ou Hotel de Turismo), entre os anos de 1956-1960 em Brasília-DF. Vê-se uma construção de telhado de uma água (uma queda) em madeira, com pequenas aberturas para ventilação e algumas chapas metálicas no seu invólucro. Os alojamentos maiores eram destinados às casas profissionais com família, alojamentos de serventes sem família. As menores, administração, açougue, cantina, armazém, farmácia, enfermaria, etc. “Além de terem a função de prover residência para os trabalhadores, incluem também outros equipamentos ligados à reprodução da vida no território da construção, tais como, cantina, posto de saúde, armazém, etc.” (RIBEIRO, p. 130, 2008). Na parte inferior da imagem nota-se vegetação rala devido a intervenção humana e no canto esquerdo faixa de vegetação do Cerrado, sendo possível identificar copas de árvores (fitofisionomia não identificada).
"

Untitled

NOV.B.13 (61)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-61
  • Item
  • 06/08/1958
  • Part of Untitled

Fotografia em preto e branco, no formato paisagem, retirada em 06/08/1958 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos esbranquiçados. Vista aérea da composição territorial da fachada leste do Brasília Palace Hotel em relação aos canteiros de obra, aparentando estar em fase avançada de construção. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), sendo inaugurado em 30/6/1958, no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Registro de toda a extensão construtiva da implantação do edifício no terreno, evidenciando um avanço em suas principais concepções arquitetônicas - disposto estruturalmente em lâmina (ou barra), repousa sobre os pilotis com marquise térrea no centro e paredes envidraçadas. Nos arredores do edifício, tem-se a presença de agrupamentos - canteiros e instalações - apoio aos trabalhadores. No quadrante superior central, voltado para a fachada oeste do hotel, há a presença de prováveis alojamentos residenciais para os trabalhadores. Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Nos arredores do hotel - voltados para leste -, tem-se agrupamentos de canteiros e instalações de apoio (19) - estruturadas em madeira, e telhado de duas quedas. No quadrante inferior direito, um canteiro maior cerceado, diversos trabalhadores - dentro e fora do mesmo - transitam, conversam e descansam. Ao centro deste canteiro, um terreno parcelado em porções retangulares. À esquerda do agrupamento em primeiro plano, caminhonetes estacionadas e transitando pelo campo de terra. Acima do hotel, voltado para  a fachada oeste, há a presença de prováveis agrupamentos residenciais para os trabalhadores. Ao fundo, a ampla vegetação contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Logo atrás do hotel, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. No terreno de implantação do Brasília Palace Hotel e no quadrante inferior, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, não havendo a presença de árvores ou gramíneas. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Untitled

NOV.B.13 (62)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-13-62
  • Item
  • 03/02/1958
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem, retirada em 03/02/1958 em Brasília - DF. Representante digital contém riscos e pontos esbranquiçados. Vista aérea da fachada leste, composição territorial do Brasília Palace Hotel. O hotel foi projetado em 1956 pelo arquiteto e urbanista Oscar Niemeyer (1907- 2012), sob direção da NOVACAP (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil), no qual foi uma das primeiras construções do que posteriormente veio a ser o plano de Lucio Costa (1902-1998) para a nova capital. Ao centro da imagem, Registro da extensão construtiva do edifício no terreno, caracterizado por sua lâmina orientada no eixo norte-sul (AMORIM, 2007, p.118). Na fachada do hotel, nota-se a presença de andaimes feitos em madeira, caracterizando o início da etapa construtiva da concretagem e lajeamento. Próximo ao hotel - nas orientações leste e oeste, instalações de apoio e alojamentos (21) - estruturadas em madeira, e telhado de duas quedas - destinadas para depósito e preparo de materiais. Os alojamentos maiores eram destinados às casas profissionais com família, alojamentos de serventes sem família. As menores, administração, açougue, cantina, armazém, farmácia, enfermaria, etc. “Além de terem a função de prover residência para os trabalhadores, incluem também outros equipamentos ligados à reprodução da vida no território da construção, tais como, cantina, posto de saúde, armazém, etc.” (RIBEIRO, p. 130, 2008). Delimitações de estradas ainda em terra batida evidenciam os percursos de acesso não pavimentados no entorno do hotel durante o período de obras. Nota-se a presença de diversos trabalhadores transitando nas proximidades das instalações. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília - em torno do que veio a ser a península do lago Paranoá. Logo atrás do hotel, nota-se vegetação campestre do Cerrado (campo sujo) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende com fitofisionomias diversas que se distribuem em forma de mosaico, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. Nota-se a ocorrência de ação antrópica devido às áreas descampadas, sem a presença de árvores e gramíneas em algumas porções, aparente uso de maquinário para retirada e planificação de terra, montes de resíduos da obra e não havendo a presença de árvores ou gramíneas, dada a diferença brusca do solo, onde se tem gramas e altera-se para um terreno de terra seca. Autor da fotografia: Mario Fontenelle

Untitled

NOV.B.18 (116)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-116
  • Item
  • 1956 - 1958
  • Part of Untitled

"Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro aéreo do viaduto da via Estrada Parque Núcleo Bandeirante (EPNB ou DF-075) com passagem sobre a Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), em Brasília-DF, durante os primeiros anos da construção capital (1956-1958). Abaixo da ponte, a EPIA se estende diagonalmente sentido ao final oeste do Eixo Monumental, seguindo para o “Balão do Colorado” que interliga as vias Estrada Parque do Contorno (EPCT ou DF-001) responsável por contornar a Bacia Hidrográfica do Paranoá e “inicialmente, seria um demarcador da sua área de proteção - o “cinturão verde” de Brasília.”, e a via Estrada Parque Armazenagem e Abastecimento (EPAA ou DF-010) que interliga “liga a N-1 do Eixo Monumental (na altura do Palácio do Buriti) ao Setor de Abastecimento e Armazenagem Norte (SAAN) (Cavalcanti, 2012). Identifica-se um processo de asfaltamento avançado devido ao fluxo de veículos nos dois sentidos da via e nos retornos da estrutura viária, porém, com alguns locais em solo terroso alterado e porções de terra às margens, ainda evidenciando o ambiente de obra recente (nos canteiros laterais e no central). No quadrante inferior direito, 16 alojamentos pertencente a região do Núcleo Bandeirante que, naquela época, denominava-se “Cidade Livre” sendo esta resultado “da necessidade de alojar os construtores da Capital e os que, tendo ou não ocupação fixa, se sentiram atraídos pelos trabalhos da construção” (Santos, 1965). Caracterizando-se pela sua configuração estrutural retangular e quadrada com tamanhos variados, com telhados de uma e duas quedas e pequenas janelas superiores. Os alojamentos ficam às margens das vias vicinais ainda em terra batida, responsáveis por ditar parte do fluxo nas proximidades dos alojamentos. Além destas, as margens das vias, é possível identificar outras vias vicinais que cortam diagonalmente o canteiro presente entre os dois sentidos da EPIA. Ao fundo, na parte superior do registro, após o viaduto, parte do córrego Riacho Fundo serpenteando abaixo da EPIA com presente vegetação de mata ciliar. Ao fundo, às margens do córrego Riacho Fundo, há a presença de parte da vegetação do Cerrado, com a extensão de parte do solo com gramíneas baixa (fitofisionomia de Cerrado típico (Cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno e médio porte).
"

Untitled

NOV.B.18 (6)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-6
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital contém riscos e manchas verdes. Registro aéreo das instalações de apoio em meio ao canteiro de obras do Plano Piloto, em Brasília-DF, entre os anos de 1957-1960. No registro identifica-se alojamentos retangulares responsáveis por auxiliar os processos de obra das construções de Brasília. No quadrante inferior esquerdo está um alojamento de trabalhadores, próximo à estrada que ainda receberá asfalto e que está em um nível elevado. À frente deste alojamento está um cercado de tapumes com algumas estacas ao centro e uma árvore jovem. Ao lado direito, entre o alojamento e o conjunto de edificações ao centro da imagem, está uma pequena massa vegetativa que é resquício da vegetação desmatada para a obra, pertencendo esta ao bioma Cerrado, sendo possivelmente um cerrado típico (cerrado sentido restrito). No conjunto de edificações vê-se estruturas compridas, de uma água (uma queda de telhado) e com amplas aberturas, indicando possíveis locais comunitários (refeitórios, galpões, etc.). No entorno dessas construções é nítida a movimentação de terra feita para adequar o terreno. Vias menores, em terra, cortam parte do terreno e parte da matriz vegetativa acima, matriz esta que tem trechos de vegetação campestre (campo sujo) e trechos de vegetação savânica (cerrado sentido restrito).

Untitled

NOV.B.21 (11)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-11
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação da construtora Adolpho Lindenberg, empresa, possivelmente, responsável pela construção do Edifício JK – localizado na SCS Quadra 1 Bloco D, na Asa Sul –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a placa está apoiada por uma estrutura treliçada com ripas de madeira, apresentando as inscrições: “Construtora Adolpho Lindenberg - Edifício JK - Escritórios e Condomínio - Adolpho Lindenberg”. A placa está instalada sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada destinada ao ambiente de obra no local. O cerceamento em madeira e arame em primeiro plano evidencia as limitações do perímetro do canteiro. Atrás da placa, uma caminhonete – de modelo não identificado – e dois alojamentos em madeira caracterizam o ambiente do canteiro de obra. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Dentro do perímetro do canteiro, são visíveis amontoados de materiais diversos – pedregulhos, galhos, terra, tambores metálicos e mesas de trabalho. Na parte externa do perímetro, notam-se amontoados de materiais – tábuas, ripas e pequenos troncos de madeira. Ainda no interior do ambiente de obra, dois operários são visíveis, estando o primeiro escorado na extremidade esquerda da estrutura da placa, olhando para o registro; e o segundo, ao fundo, aparenta estar saindo da estrutura em plano posterior. Em plano de fundo, ao que tudo indica, trata-se do agrupamento comercial da W3. No canto direito, ao fundo, nota-se vegetação do Cerrado (fitofisionomia não identificada).
"

Untitled