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NOV.B.6 (99)

Formato paisagem, fotografia preto e branca.
Segundo o verso da fotografia, esta é datada de 12/01/1959. Localizados na Granja do Torto, aviários para criação de aves. Na margem esquerda da foto se vê a parte posterior de um jipe, onde uma pessoa senta no assento do motorista. Atrás dos aviários, a copa de uma árvore cuja espécie não é possível identificar. Ao fundo formações campestres de Cerrado e à frente, terreno desmatado para execução da granja. Os poleiros estão organizados em fileiras, na imagem se vê onze. São construídos em madeira, com telhado de duas águas bastante inclinadas, telhas de material metálico e abertura nas laterais.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (21)

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica a Granja Modelo Nº1 – também conhecida como Granja do Tamanduá – durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. Ao fundo, nota-se copas de duas árvores nativas do Cerrado. A granja modelo número um, granja do Tamanduá se localizava hoje onde está a Região Administrativa do Recanto das Emas, RA XV e foi cedida a Embrapa em 1972 e hoje funciona a Embrapa hortaliças. Na imagem se vê uma placa, onde lê-se: “NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Granja Modelo Nº 1”. Informações adicionais: ""A NOVACAP administrava quatro grandes fazendas: a Granja Modelo nº 01 - Granja do Tamanduá; Granja Modelo n2 02 - Granja do Ipê; Granja Modelo n2 03 - Granja do Torto e a Granja Modelo n2 04 - Granja do Riacho Fundo. Com o tempo elas foram ocupadas e serviram como residências para autoridades: Torto - Presidentes João Figueiredo e João Goulart; Ipê - Primeiros Ministro: Tancredo Neves e Brochado da Rocha e Chefes de Gabinete Civil: João Leitão de Abreu e Golbery do Couto e Silva; Riacho Fundo - Presidente Emílio Médici. (p. 36) Cada uma delas foi aparelhada para receber produção agrícola e pecuária e abastecer a nova capital. Granja do Ipê: produção frutícola. Pomar com 10 mil laranjeiras e limoeiros de diversas variedades"".
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (22)

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica a Granja Modelo Nº3 – também conhecida como Granja do Torto – durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. Ao redor da placa, a vegetação possui aspecto ralo e com algumas rebrotas, indicando remoção recente da vegetação, e no canto direito há via de terra batida. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. No plano de abastecimento de Brasília, a Novacap previu a organização de granjas avícolas, instalando, desde logo, uma granja central, na fazenda Riacho do Torto. Essa granja foi concebida para suprir as demandas de aves e ovos para uma população inicial de 70.000 habitantes. A área coberta dessa instalação totaliza 11.250m², incluindo 10 galpões e 100 abrigos de campo. Na imagem se vê uma placa, onde lê-se: “NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Granja Modelo Nº 3”. Informações adicionais: ""A NOVACAP administrava quatro grandes fazendas: a Granja Modelo nº 01 - Granja do Tamanduá; Granja Modelo nº 02 - Granja do Ipê; Granja Modelo nº 03 - Granja do Torto e a Granja Modelo nº 04 - Granja do Riacho Fundo. Com o tempo elas foram ocupadas e serviram como residências para autoridades: Torto - Presidentes João Figueiredo e João Goulart; Ipê - Primeiros Ministro: Tancredo Neves e Brochado da Rocha e Chefes de Gabinete Civil: João Leitão de Abreu e Golbery do Couto e Silva; Riacho Fundo - Presidente Emílio Médici. (p. 36) Cada uma delas foi aparelhada para receber produção agrícola e pecuária e abastecer a nova capital. Granja do Ipê: produção frutícola. Pomar com 10 mil laranjeiras e limoeiros de diversas variedades"".
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (7)

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica o Núcleo Rural da Vargem da Benção, sendo um dos primeiros lotes destinado ao caráter rural, durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. A placa é sustentada por uma estrutura feita em ripas de madeira, onde lê-se: NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Plano de Loteamento Rural Núcleo Vargem da Benção. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Conforme Tavares (1995, p. 19-20), por meio do convênio que o DTA firmou com o Ministério da Agricultura, cujo objetivo era o estudo de florestamento e reflorestamento, foi destinada uma área onde atualmente estão localizadas as piscinas do Parque Nacional de Brasília para o plantio de pinheiros e eucaliptos. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

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