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NOV.B.21 (7)

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica o Núcleo Rural da Vargem da Benção, sendo um dos primeiros lotes destinado ao caráter rural, durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. A placa é sustentada por uma estrutura feita em ripas de madeira, onde lê-se: NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Plano de Loteamento Rural Núcleo Vargem da Benção. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Conforme Tavares (1995, p. 19-20), por meio do convênio que o DTA firmou com o Ministério da Agricultura, cujo objetivo era o estudo de florestamento e reflorestamento, foi destinada uma área onde atualmente estão localizadas as piscinas do Parque Nacional de Brasília para o plantio de pinheiros e eucaliptos. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (22)

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica a Granja Modelo Nº3 – também conhecida como Granja do Torto – durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. Ao redor da placa, a vegetação possui aspecto ralo e com algumas rebrotas, indicando remoção recente da vegetação, e no canto direito há via de terra batida. Ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores. No plano de abastecimento de Brasília, a Novacap previu a organização de granjas avícolas, instalando, desde logo, uma granja central, na fazenda Riacho do Torto. Essa granja foi concebida para suprir as demandas de aves e ovos para uma população inicial de 70.000 habitantes. A área coberta dessa instalação totaliza 11.250m², incluindo 10 galpões e 100 abrigos de campo. Na imagem se vê uma placa, onde lê-se: “NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Granja Modelo Nº 3”. Informações adicionais: ""A NOVACAP administrava quatro grandes fazendas: a Granja Modelo nº 01 - Granja do Tamanduá; Granja Modelo nº 02 - Granja do Ipê; Granja Modelo nº 03 - Granja do Torto e a Granja Modelo nº 04 - Granja do Riacho Fundo. Com o tempo elas foram ocupadas e serviram como residências para autoridades: Torto - Presidentes João Figueiredo e João Goulart; Ipê - Primeiros Ministro: Tancredo Neves e Brochado da Rocha e Chefes de Gabinete Civil: João Leitão de Abreu e Golbery do Couto e Silva; Riacho Fundo - Presidente Emílio Médici. (p. 36) Cada uma delas foi aparelhada para receber produção agrícola e pecuária e abastecer a nova capital. Granja do Ipê: produção frutícola. Pomar com 10 mil laranjeiras e limoeiros de diversas variedades"".
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Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.21 (21)

"Fotografia colorida em formato paisagem. No registro uma placa identifica a Granja Modelo Nº1 – também conhecida como Granja do Tamanduá – durante os primeiros anos da construção de Brasília - entre 1956 e 1960. Ao fundo, nota-se copas de duas árvores nativas do Cerrado. A granja modelo número um, granja do Tamanduá se localizava hoje onde está a Região Administrativa do Recanto das Emas, RA XV e foi cedida a Embrapa em 1972 e hoje funciona a Embrapa hortaliças. Na imagem se vê uma placa, onde lê-se: “NOVACAP - Departamento de Terras e Agricultura Granja Modelo Nº 1”. Informações adicionais: ""A NOVACAP administrava quatro grandes fazendas: a Granja Modelo nº 01 - Granja do Tamanduá; Granja Modelo n2 02 - Granja do Ipê; Granja Modelo n2 03 - Granja do Torto e a Granja Modelo n2 04 - Granja do Riacho Fundo. Com o tempo elas foram ocupadas e serviram como residências para autoridades: Torto - Presidentes João Figueiredo e João Goulart; Ipê - Primeiros Ministro: Tancredo Neves e Brochado da Rocha e Chefes de Gabinete Civil: João Leitão de Abreu e Golbery do Couto e Silva; Riacho Fundo - Presidente Emílio Médici. (p. 36) Cada uma delas foi aparelhada para receber produção agrícola e pecuária e abastecer a nova capital. Granja do Ipê: produção frutícola. Pomar com 10 mil laranjeiras e limoeiros de diversas variedades"".
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NOV.B.6 (99)

Formato paisagem, fotografia preto e branca.
Segundo o verso da fotografia, esta é datada de 12/01/1959. Localizados na Granja do Torto, aviários para criação de aves. Na margem esquerda da foto se vê a parte posterior de um jipe, onde uma pessoa senta no assento do motorista. Atrás dos aviários, a copa de uma árvore cuja espécie não é possível identificar. Ao fundo formações campestres de Cerrado e à frente, terreno desmatado para execução da granja. Os poleiros estão organizados em fileiras, na imagem se vê onze. São construídos em madeira, com telhado de duas águas bastante inclinadas, telhas de material metálico e abertura nas laterais.

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NOV.B.6 (98)

Formato paisagem, fotografia preta e branca.
Na imagem se observa dois galpões da Granja do Torto, ainda em construção. Esta fotografia data do período de 1958-1960. A estrutura de pórticos arqueados em aço, está montada, junto com as terças da cobertura e parte da parede de alvenaria. A frente, terreno arrasado e materiais de construção, da esquerda pra direita monte de areia e tijolos. Ao fundo uma faixa de Cerrado sentido restrito.

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NOV.B.6 (97)

Formato paisagem, fotografia preto e branco.
A fotografia retrata a Fazenda Gama, tirada no período de 1957-1960.
Na imagem, aparece com centralidade a fachada principal da casa da Fazenda do Gama. A residência possui telhado de quatro águas, telhas coloniais, construída em alvenaria estrutural. Nesta fachada são observadas cinco janelas com esquadrias de madeira fechadas no momento da foto. A entrada é contornada por um alpendre e a porta está entreaberta. Há uma tigela apoiada na cerca do alpendre. Atrás da imagem é possível ver a mangueira do quintal da casa e a cerca que separa o terreno de cultivo. Mais ao fundo se vê uma planície.

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NOV.B.6 (96)

Formato paisagem, fotografia preta e branca.
Fazenda do gama. data: 1957-1960
Nesta imagem se vê um campo de plantação de alface, algumas árvores entre as plantações. Cinco trabalhadores fazem a rega do plantio , vestem chapéus. Ao fundo se vê parte dos fundos da casa na fazenda gama, de alvenaria estrutural e cobertura de quatro águas com telha colonial, à direita, e uma enorme mangueira à esquerda. Mais ao fundo cerrado sentido restrito. Separando a casa e a plantação existe uma cerca de arame e tocos de madeira roliça bruta, parte dela está sendo usada como varal e ali se veem roupas secando. É possível ver postes de fiação elétrica e iluminação.
A casa da fazenda gama “A Casa da Fazenda Gama" hospedou o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira e sua comitiva, quando da primeira visita ao Planalto Central, em 1956. Simbolizando a transferência da capital para o planalto central. A sede da Fazenda Gama ficava próxima ao local onde atualmente está o Catetinho (primeira residência oficial de Juscelino Kubitschek). Uma construção típica do século XVIII, sede de uma fazenda com mais de 161 hectares. Foi tombada pelo decreto Decreto nº 26.660, de 21/03/2006, DODF nº 62, de 29/03/2006, p. 2.

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NOV.B.6 (95)

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Na imagem, em primeiro plano, um homem inspeciona a plantação de tomates. Ver itens n. 40, n. 41 e n. 94. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

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NOV.B.6 (94)

Fotografia preto e branco, formato paisagem. Na imagem, em primeiro plano, um homem inspeciona a plantação enquanto outro, ao longe, observa. Ver itens n. 40 e n. 41. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

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NOV.B.6 (93)

Formato paisagem, fotografia preto e branco
Granja Modelo do Torto, GM-3, 1958, autoria de Mário Fontenelle O foco da imagem é a primeira residência construída na Granja do Torto de autoria de Oscar Niemeyer e teve como seu primeiro morador um dos diretores da NOVACAP na época, Íris Meinberg (1908-1973). Nesta fotografia se veem as fachadas norte e oeste, esta última que aparece mais proeminentemente. É possível ver também o viveiro para araras que havia no canteiro de entrada e ornamentação paisagística A residência em formato de L, possui uma piscina que se observa cheia na imagem. Três escadas aparecem na imagem, próximas às fachadas da residência e dois trabalhadores estão sobre elas realizando finalizações no revestimento. A fachada defronte a piscina é formada por uma sequência ritmada de aberturas e fechamentos decorativos em fita, alternando cobogós e esquadrias de madeira.. Formada por dois volumes prismáticos em L, a construção em alvenaria, conta ainda com revestimentos de pedra na fachada. Ao fundo se vê uma faixa de Cerrado.

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