Aeroporto Internacional de Brasília (Brasília, DF)

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NOV.B.18 (103)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-103
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia preta e branca em formato paisagem. Representante digital consta manchas brancas. Registro da estrada interna que foi responsável por interligar o Aeroporto de Brasília a Eixo Monumental a altura da Praça do Cruzeiro, durante os primeiros anos da construção da nova capital (1956-1958). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por Cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ao fundo, observa-se restos vegetais (galhos, folhas e troncos) misturados a terra revolvida e algumas árvores de médio porte dispersas logo atrás. Ainda nos primeiros anos da concepção de Brasília, a estrada tenha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (1902-1976) (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. Foi na região da Praça do Cruzeiro que houveram os primeiros eventos que influenciaram nas tomadas de decisões para o futuro da construção da nova capital, sendo alguns deles: devido a ser ponto de maior altitude da região - com 1.172 metros - testemunhou, segundo JK “a verdadeira pedra fundamental da cidade. É sem dúvida seu marco histórico [...]” (Kubistchek, 2000); local onde se podia vislumbrar a extensão territorial do Planalto Central, havendo das primeiras decisões sobre o processo das construções; recebeu o Cruzeiro permanente para celebração da primeira missa em Brasília; foi onde registrou-se o Marco Geodésico nº 8 do IBGE (através deste marco que os topógrafos conseguiram colocar em prática o plano de Lucio Costa (1902-1998) na região). No registro, 12 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central do Plano Piloto. Na identificação das placas, da direita para a esquerda: “IAPETC SEVERO E VILLARES”; “KOSAOS”; “IAPSE” Instituto de Previdência e Aposentadoria dos Servidores do Estado; “I.A.P.C” Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários; “C.C.B.E.” Companhia Brasileira de Estradas; “CruzEIRO”; Autor da Fotografia: Mario Fontenelle

Sin título

NOV.B.18 (105)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-105
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processos diferentes de construção, no quadrante inferior, apenas três vias externas estão asfaltadas e com movimentação de veículos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Margeando as vias, observa-se vegetação campestre que provavelmente sofreu remoção da parte aérea para a realização das obras, e no canto superior direito e ao fundo, a vegetação do Cerrado se estende pelo horizonte, com trechos campestres (campo sujo/limpo) e trechos com maior densidade de árvores (fitofisionomia não identificada). Ainda de acordo com o IPHAN (2017, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, tem-se parte de uma das nascentes do Lago Paranoá coberto por uma vegetação de Mata de Galeria e Mata Ciliar. AJUDA DO CLEITON. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023).
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Sin título

NOV.B.18 (47)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-18-47
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Representante digital consta riscos e manchas esverdeadas. Registro aéreo do trevo que faz conexões entre a Estrada Parque Guará (EPGU ou DF-051), a Estrada Parque Aeroporto (EPAR ou DF-047), e a Estrada Parque das Nações (EPNA ou DF-004). No registro, toda a estrutura do trevo apresenta processos diferentes de construção, no quadrante inferior, apenas três vias externas estão asfaltadas e com movimentação de veículos: à esquerda do registro, a faixa direita da EPAR - em processo de asfaltamento avançado, percorrendo a fotografia diagonalmente interligando-se com a EPNA, e três veículos transitam pela via - uma caminhonete, um ônibus e um carro; à direita do registro, a via que parte do Eixo Rodoviário Sul (DF-002) - como visto no trecho superior a direita, não tendo a pavimentação finalizada - e conecta-se a EPAR, rumo ao Aeroporto de Brasília. Ainda referente às vias, no quadrante superior: à direita, à faixa da esquerda da EPAR sobe em diagonal, conectando-se a EPGU com rumo ao Guará; à direita, a faixa de conexão entre a via do Eixo Rodoviário e a EPGU ainda não apresenta asfaltamento concluído, havendo apenas a demarcação e terraplenagem. Ao redor das vias de terra batida e áreas com construções, nota-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e ao fundo há mosaico de vegetações de Cerrado, com trechos campestres (campo sujo) e trechos de cerrado típico (cerrado sentido restrito), que se estendem pelo horizonte. Além disso, na parte inferior e na parte superior mais a direita, nota-se árvores do Cerrado esparsas. Na parte superior á direita, nota-se adensamento de árvores em formato linear, indicando ser uma mata de galeria que acompanha uma das nascentes do Rio Paranoá. As faixas internas se projetam em elipse e são responsáveis pelos retornos de cada acesso, apesar de não apresentarem asfaltamento, estão demarcadas e terraplanadas, havendo a presença de maquinários e pequenas instalações de suporte à obra. Após o trevo, no plano de fundo, construções residenciais retratam parte da Vila Telebrasília, que teve seu surgimento em 1956 servindo como acampamento de funcionários da Construtora Correa, localizando-se à beira do Lago Paranoá, ao final da Asa Sul. Ainda de acordo com o IPHAN (2016, p. 50) “A Vila Telebrasília constitui-se, hoje, como um local de habitação popular dentro do Conjunto Urbanístico de Brasília”. Mais ao fundo, à direita, há um trecho linear com alto adensamento de árvores, sendo uma mata de galeria que margeia uma das nascentes do Lago Paranoá. Na extremidade superior do registro, parte da via Estrada Parque Dom Bosco (EPDB ou DF-025) que deriva da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA ou DF-003), percorrendo “o Lago Sul, atendendo às Quadras do Lago (QL, margem, números pares) e às Quadras Internas (QI, sempre ímpares)” (Cavalcanti, 2023).
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Sin título

NOV.B.21 (10)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-10
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura do Eixo Monumental –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 6 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, lê-se: Sobrasil; I.A.P.E.T.E.C. Obras; Cruzeiro D.V.O. D.V. Pacheco Fernandes Dantas: Obras do Hotel; C.C.B.E.; I.P.A.S.E. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Atrás do monte de terra e na lateral, nota-se a presença de Cerrado típico (cerrado sentido restrito) presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre tapete graminoso.
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Sin título

NOV.B.21 (14)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-14
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro da estrada interna ainda sem pavimentação responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 11 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Civilsan S. Paulo; Fundação Da Casa Popular; Acampamento Construtora Planalto LTDA; I.A.P.B.; I.A.P.C.; I.P.A.S.E.; I.A.P.E.T.E.C. Obras. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, uma caminhonete Ford F-600 de cor escura percorre o registro que, segundo o vislumbre de uma placa – em formato de seta – identifica o destino com sentido ao Congresso. A caminhonete está ocupada por possíveis operários que, além do motorista, identificam-se outros 4 sentados na caçamba do veículo. Às margens das vias, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção das estradas, se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada. A linha do horizonte contextualiza o ambiente - até então, pouco habitado dado aos primeiros anos da construção de Brasília. No canto direito, observa-se vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito) e no horizonte, a vegetação do Cerrado se estende, com trechos campestres (campo limpo/sujo) e trechos com maior densidade de árvores.

Sin título

NOV.B.21 (15)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-15
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma placa de identificação colocada às margens da estrada interna ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a margem da estrada ainda em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 2 placas de orientação dão informação sobre a construtora Kosmos Engenharia S.A. que ficou responsável pela construção dos “11 blocos da SQS 106 para serem concluídos em 24 meses, tempo que Juscelino Kubitschek considerou exagerado: ‘Isso não é prazo para Brasília’, teria dito o presidente em reunião”. A companhia conseguiu respeitar o prazo e um pouco mais: a Kosmos entregou o primeiro conjunto completamente finalizado de Brasília, o número 10, atual Bloco D da 106 Sul. Além da placa em formato de seta identificando o Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários (IAPC) que, segundo o Diretório Brasil de Arquivos (Dibrarq), do Arquivo Nacional, o Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Comerciários (IAPC) foi criado em 21 de maio de 1934, durante o Governo de Getúlio Vargas. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). A entidade fazia parte do conjunto de autarquias de nível nacional, controladas pelo Governo Federal, denominadas de Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPS). O objetivo da instituição era conceder pensão aos beneficiários e aposentadoria aos seus associados, além disso, financiava a eles projetos habitacionais. O Instituto foi extinto em 21 de novembro de 1966, durante a Ditadura Militar, por meio do Decreto-lei n. 72, que uniu os IAPAS e criou o Instituto Nacional de Previdência Social. Ao fundo da fileira de placas, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação dos troncos sobre o solo. Atrás da vegetação revolvida, há cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Sin título

NOV.B.21 (17)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-17
  • Unidad documental simple
  • 30/09/1958
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem. Registro de uma das placas de identificação colocada às margens de um canteiro de obra destinado à porção do terreno correspondente à Catedral de Brasília durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). A Catedral teve sua estrutura executada entre os anos de 1958 a 1960 em Brasília, e foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer - diretor do departamento de arquitetura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (NOVACAP) – com auxílio dos cálculos estruturais feitos pelo engenheiro Joaquim Cardozo, e só foi inaugurada em 31/05/1970, quando recebeu os painéis de vidro transparentes. Placas são visíveis em primeiro plano no canto direito da imagem com as inscrições: Catedral de Brasília, Administração Direta, NOVACAP: Departamento de Edificações, 3ª Divisão; Monolítico; Ainda no primeiro plano, nota-se a delimitação da área destinada à construção da Catedral por meio de um cerceamento de madeira. Ao lado esquerdo da placa principal, uma placa com indicação dos tipos de estacas e fundações a serem utilizadas na obra – Estacas Franki LTDA. Fundações. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo, no quadrante esquerdo, é possível identificar duas instalações: uma instalação de apoio feita em madeira com telhado de uma água, e uma mais fundo, de estrutura longitudinal, possivelmente destinada ao alojamento de operários. No terreno, um grande amontoado de ripas de madeira destinada a estruturação. Em toda porção inferior da imagem, a estrada de terra batida que, futuramente se tornaria o Eixo Monumental. A linha do horizonte contextualiza o ambiente entorno dos ministérios, até então, pouco habitado, torna-se nítido a presença do Cerrado, onde viria a ser a futura capital federal do Brasil. É possível notar copas de árvores de diferentes tamanho, sendo possível afirmar ser uma fitofisionomia savânica ou florestal.
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Sin título

NOV.B.21 (48)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-48
  • Unidad documental simple
  • 30/09/1958
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 1958. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da placa, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via, se fazendo evidente devido à presença de rebrotas, galhos, aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra

Sin título

NOV.B.21 (49)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-49
  • Unidad documental simple
  • 1957 - 1960
  • Parte deSin título

Fotografia colorida em formato paisagem retirada em 1958. Registro de umas das placas de identificação localizada próximo à estrada de terra ainda sem pavimentação, responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. A placa aponta sentido o centro de Brasília, apresentando as inscrições: “Brasília: A Nova Capital do Brasil. Alguns contra - muitos a favor. Todos beneficiados! Fundação da Casa Popular Programa Habitacional Juscelino Kubitschek. 1ª Etapa - 500 casas”. A placa está colocada às margens da estrada ainda em terra batida, sobre um terreno em que nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Ao fundo da fileira de placas, às margens da via, a vegetação caracteriza-se pelo desmatamento recente na região para a construção da via se fazendo evidente devido à presença de rebrotas, galhos, e aglomerados de terra separando a vegetação da estrada e troncos sobre o solo, às margens da via de terra. Ao fundo, há vegetação de cerrado típico (cerrado sentido restrito).

Sin título

NOV.B.21 (52)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-21-52
  • Unidad documental simple
  • 1956 - 1960
  • Parte deSin título

"Fotografia colorida em formato paisagem retirada entre 1957-1960. Registro de parte das placas de identificação às margens de uma estrada interna ainda sem pavimentação, possivelmente responsável por interligar o Aeroporto de Brasília ao Eixo Monumental – à altura da Praça do Cruzeiro –, durante os primeiros anos da construção de Brasília (1956-1960). No registro, a estrada em terra batida do que hoje faz parte das vias de interligação da Agência Espacial Brasileira (AEB), no Setor de Habitações Individuais Sul (SHIS), anteriormente, foi uma via vicinal responsável por cruzar parte do Plano Piloto, na Asa Sul, passando pelas quadras 208, 209, 408 e 409 chegando ao Eixo Monumental na altura da Praça do Cruzeiro. Ainda nos primeiros anos da construção de Brasília, a estrada tinha sido utilizada para o transporte que, saindo do aeroporto, tinha como destino a região do que hoje denomina-se como Praça do Cruzeiro, foi um local de destaque devido a sua plena participação nos acontecimentos que antecederam a concepção de Brasília, sendo muito visitada pelas autoridades responsáveis pela transferência da Capital, incluindo o próprio Juscelino Kubitschek (JK), que visitou o local pela primeira vez em 02/10/1956. No registro, 9 placas de orientação dão sentido ao percurso com destino a região central de obras do Plano Piloto. Na identificação das placas, da esquerda para a direita, sendo possível identificar algumas, lê-se: Monac; Aço Torsima S.A.; Emulpress - Obras dos Ministérios; Construtora Planalto; Estacas Franki LTDA. - Acampamento Escritório; IRB - Instituto de Resseguros do Brasil - Edifício “Seguradoras”. As placas, muito utilizadas no período inicial da construção de Brasília, auxiliaram muito a localização por parte das autoridades e operários que chegavam ao ambiente de obra. Dada a distância das obras, as placas informativas contribuíram de forma fundamental para orientar a difusão do conhecimento dos canteiros e monumentos em construção (Guia Brasileiro de Sinalização Turística, 2007). Atrás das placas, nota-se a ocorrência de ação antrópica devido a área descampada, sem a presença de árvores e gramíneas, aparenta uso de maquinário para retirada e planificação de terra. Em plano de fundo, há a presença de cerrado típico (cerrado sentido restrito) com presença de árvores esparsas de pequeno a médio porte sobre a camada contínua de gramíneas.
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