Abastecimento

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NOV.B.6 (44)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-44
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Imagem apresenta área de plantio. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

Untitled

NOV.B.6 (43)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-43
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido
Três frutos da espécie pepino (Cucumis sativus) aparentemente maduros (cor amarelada) dispostos sobre terra em meio à folhas típicas da espécie.
O primeiro plano mostra em maior parte terra. A lateral inferior direita tem folhas de pepino e algumas de mandioca no canto inferior.

Untitled

NOV.B.6 (42)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-42
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Duas melancias (Citrullus lanatus) bem desenvolvidas situadas entre folhas da própria planta, de mandioca (Manihot esculenta) e de abóbora (Cucurbita maxima) ou pepino. O primeiro plano apresenta uma boa parte de terra, algumas folhas de melancia e outras plantas não identificadas, além de uma melancia ao centro.
A imagem segue se abrindo aos segundo e terceiro plano com diversas folhas misturadas em uma grande densidade.
As folhas de aboboras se concentram na lateral esquerda, enquanto as folhas de mandioca são vistas no canto direito e outro parte perto das folhas de abóbora.
As folhas de melancia se misturam com as outras folhas.

Informações adicionais: As granjas: A NOVACAP administrava quatro grandes fazendas: a Granja Modelo nº 01 - Granja do Tamanduá; Granja Modelo n2 02 - Granja do Ipê; Granja Modelo n2 03 - Granja do Torto e a Granja Modelo n2 04 - Granja do Riacho Fundo. Cada uma delas foi aparelhada para receber produção agrícola e pecuária e abastecer a nova capital.
Na Granja do Ipê houve produção frutícola. Pomar com 10 mil laranjeiras e limoeiros de diversas variedades. Foi também montada uma pequena fábrica de doces e bebidas confeccionadas com frutas nativas do cerrado, além das frutas encontradas nos pomares das antigas fazendas da região: manga, abacate, marmelo e jabuticaba.

Untitled

NOV.B.6 (41)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-41
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Na imagem um homem inspeciona a plantação. Ver item n. 40. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

Untitled

NOV.B.6 (40)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-40
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Fotografia colorida, formato paisagem. Plantação de hortaliças. Ver o item n. 5. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

Untitled

NOV.B.6 (4)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-4
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem, fotografia colorida.
É possível que seja na região da Vargem Bonita, por volta de 1960. Na paisagem, elementos vegetais, horta, buriti, árvores frutíferas. Cerrado ao fundo. Chapadas e vales. No plano aberto da imagem, de luz diurna e ensolarada, se vê ao fundo três edificações, duas palhoças e uma terceira menor de madeira e alvenaria, cobertura de uma água com uma estreita marquise cobrindo uma das aberturas laterais. Na imagem fotografada ao ar livre, é fácil identificar os três planos. Em primeiro plano está uma horta, algumas árvores frutíferas, bananeiras e terreno preparado para plantio. As diferentes partes do terreno estão separadas por cercas de madeira e arame. Em segundo plano, as edificações e atrás destas uma faixa de mata de galeria com presença de buritis, indicando a presença de água. No Canto direito se vê outra construção de madeira e alvenaria com paredes brancas. Em terceiro plano se veem vales e chapadas cobertos por uma vegetação rasteira de cerrado ou desmatamento.

Untitled

NOV.B.6 (39)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-39
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.
Plantação de jilós (Solanum aethiopicum gr. Gilo). As plantas estão carregadas de frutas verdes e outras maduras. Também há frutas no chão.
Nessa fotografia o foco principal são os jilozeiros com sulcos para irrigação, mas ainda há presença outras plantações na fotografia. A terra tem aparência seca. A área de plantação de jilozeiros é isolada por terra seca arada nas duas laterais. O último plano possui diversos elementos: à direita uma segunda plantação erguida por estacas em tutoramento, uma edificação em cor branca, céu claro e mata nativa do cerrado. À esquerda, além da mata nativa também são visíveis as serras no horizonte. No canto superior esquerdo está uma plantação de hortaliças, possivelmente os tomateiros erguidos por tutoramento. A separação deles para os jilós se dá por uma grande faixa de terra arada e seca.

Na imagem há grande mudança de alturas das vegetações. O jilozeiro, apesar de mais perto das lentes do fotográfo, é mais baixo do que as plantações erguidas por estacas e do cerrado nativo. A intenção do fotográfo foi de evidenciar os jilozeiros ao mesmo tempo em que apresenta outras plantações e ilustra a disposição delas pela fazenda.

Untitled

NOV.B.6 (38)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-38
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato paisagem, fotografia colorida.
No centro da imagem se vê enquadrado o portal de entrada da Vargem da Benção, em uma placa que se lê: "SOC. COM. & AGRÍCOLA <<CRUZEIRO>> LTDA. VARGEM DA BENÇÃO”. Está escrito em vermelho sobre fundo branco. Nos lados esquerdo e direito da placa está uma cerca de toras de madeira e arame. E ao fundo emoldurados pelo portal se veem buritis, em terceiro plano atrás de uma outra área cercada e também partes de cerrado sentido restrito. Em segundo plano, se vê a estrada para vargem a direita, um trecho de mata de vereda indicando a presença de corpo d'água. A esquerda, um conjunto de moradias de madeira seguindo uma mesma tipologia, de uma água apoiadas em palafitas sobre o solo com a fachada principal voltada para o lado da mata fechada, conformando duas fileiras de casas se encontra ali próximo das casas um caminhão e também é possível identificar uma pessoa que sobe uma escada para realizar alguma tarefa. No conjunto de casas se encontram os banheiros separados das habitações, pequenos edifícios à frente das casas.

Untitled

NOV.B.6 (37)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-37
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida
A intenção do fotográfo é ilustrar a mata ciliar nativa, a plantação de hortaliças e as construções ao fundo.
10 fileiras de plantação de hortaliças com sulcos de irrigação.
Um tanque de concreto recebe água de uma calha de cor preta apoiado por estacas de madeira.
3 postes de madeira atravessam a plantação pela diagonal da fotografia, carregando cabos e lâmpadas para iluminação.
Há presença de placas de identificação das hortaliças, mas não são legíveis na fotografia.
À esquerda, plantação de hortaliças tem altura baixa, contrastando com a parte lateral direita de mata ciliar com altura muito maior.
Atrás da plantação das hortaliças e do tanque há presença de um aparente pasto, algumas moitas de árvores nativas.
Pelo menos quatro construções são vistas no meio de chão de terra, atrás da mata ciliar. A da frente é feita de madeira clara e telhado de uma água. Atrás dela há outra edificação de cor terrosa, com 4 janelas e uma porta na fachada maior vísivel. Também há telhado de uma água, e outro telhado à frente da porta e duas janelas. Ao lado dessas construções e por trás da mata ciliar, há uma terceira construção de cor terrosa e uma torre com caixa d'água e uma outra construção rebocada atrás da torre.
O último plano contempla cerrado nativo e céu nublado.

Informações adicionais: "Tutoramento - É feito para as variedades de crescimento indeterminado, de modo a evitar que a planta se desenvolva apoiada no solo e ação danosa dos ventos . O sistema mais utilizado é o da colocação de um fio de arame à altura de 1,70 a 1,80 m entre duas
linhas de plantio. Junto a cada planta são fincadas estacas de madeira ou bambu, amarradas ao arame. Nesse caso, as plantas ficam inclinadas." (p. 32)¹
"Irrigação - O sistema por sulcos é o mais utilizado para o tomateiro, pois, embora exija a sistematização do solo para sua implantação, reduz a possibilidade de ocorrência de doenças fúngicas em comparação com o sistema de aspersão." (p. 30)¹
As granjas: A NOVACAP administrava quatro grandes fazendas: a Granja Modelo nº 01 - Granja do Tamanduá; Granja Modelo n2 02 - Granja do Ipê; Granja Modelo n2 03 - Granja do Torto e a Granja Modelo n2 04 - Granja do Riacho Fundo. Cada uma delas foi aparelhada para receber produção agrícola e pecuária e abastecer a nova capital.
Na Granja do Ipê houve produção frutícola. Pomar com 10 mil laranjeiras e limoeiros de diversas variedades. Foi também montada uma pequena fábrica de doces e bebidas confeccionadas com frutas nativas do cerrado, além das frutas encontradas nos pomares das antigas fazendas da região: manga, abacate, marmelo e jabuticaba.

Untitled

NOV.B.6 (36)

  • DFARPDF NOV-D-04.04-B-06-36
  • Item
  • 1957 - 1960
  • Part of Untitled

Formato Paisagem, Colorida
Plantação de jilós (Solanum aethiopicum gr. Gilo) com indivíduos erguidos por estacas através do método de tutoramento. As plantas estão carregadas de frutas verdes.
Nessa fotografia o centro da foto está em evidência com um caminho de terra e vegetação (e possível sulco para irrigação) que divide duas fileiras de plantação.
Após à plantação, no final do caminho de terra, está visível o cerrado, serra e céu nublado.

Informações adicionais: "Tutoramento - É feito para as variedades de crescimento indeterminado, de modo a evitar que a planta se desenvolva apoiada no solo e ação danosa dos ventos . O sistema mais utilizado é o da colocação de um fio de arame à altura de 1,70 a 1,80 m entre duas
linhas de plantio. Junto a cada planta são fincadas estacas de madeira ou bambu, amarradas ao arame. Nesse caso, as plantas ficam inclinadas." (p. 32)¹
"Irrigação - O sistema por sulcos é o mais utilizado para o tomateiro, pois, embora exija a sistematização do solo para sua implantação, reduz a possibilidade de ocorrência de doenças fúngicas em comparação com o sistema de aspersão." (p. 30)¹
As granjas: A NOVACAP administrava quatro grandes fazendas: a Granja Modelo nº 01 - Granja do Tamanduá; Granja Modelo n2 02 - Granja do Ipê; Granja Modelo n2 03 - Granja do Torto e a Granja Modelo n2 04 - Granja do Riacho Fundo. Cada uma delas foi aparelhada para receber produção agrícola e pecuária e abastecer a nova capital.
Na Granja do Ipê houve produção frutícola. Pomar com 10 mil laranjeiras e limoeiros de diversas variedades. Foi também montada uma pequena fábrica de doces e bebidas confeccionadas com frutas nativas do cerrado, além das frutas encontradas nos pomares das antigas fazendas da região: manga, abacate, marmelo e jabuticaba.

Untitled

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