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NOV.B.6 (53)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.
Em plano solo desmatado e arenoso, com algumas plantas rasteiras ralas e dispersas. Alguns montes de areias com pedaços brancos e minas d'água à esquerda. Uma pequena ponte atravessando o córrego na lateral inferior esquerda, partindo do lado de montes de areia em cada margem.
Terreno inclinado onde a direita está mais alta do que a esquerda, e o córrego é a parte mais baixa.
Em segundo plano uma estrada de terra parte da direita da imagem e segue pelo centro. Um carro está no meio da estrada ao lado de restos de troncos.
Em terceiro plano há maior densidade de vegetação nativa, incluindo mata ciliar/ de galeria, e pasto. Ao centro há um assentamento envolto à mata nativa, com diversos blocos de edificações com telhados de uma água.
A parte superior consiste em céu nublado, parte essa que ocupa quase metade da fotografia.

Informações adicionais: Os primeiros japoneses chegaram à Brasília em 1956. Isto é, antes da inauguração da Capital. Vieram por conta da Cooperativa Agrícola Cotia. Era um grupo de aproximadamente 30 orientais. Eles receberam terras (arrendadas) e se instalaram às margens do Riacho Fundo (próximo à entrada da Fazenda Sucupira) e na Vargem Bonita, constituindo o primeiro núcleo rural do Distrito Federal. (p. 44)

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.6 (52)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

O foco principal é um cercado com plantação de uva (videira, Vitis sp.). Ela é conduzida e sustentada por meio de latada (também conhecida como pérgola). Em toda a área visível na fotografia, a latada é feita de troncos de madeira nos postes, nas cantoneiras, nos fios de sustenção, etc.
Na fotografia o fotografo deu ao cercado e à pérgola/latada um formato triangular, com uma ponta localizada na parte inferior da imagem, delimitada com um tronco rústico da cerca.

O primeiro plano é composto por solo e outros elementos sobre ele. Por toda a área visível o solo tem cor escura, implicando na presença de adubação e/ou umidade. Dois troncos em primeiro plano estão deitados pelo solo, junto à algum tipo de palha e estacas fincadas no chão à esquerda. Na lateral esquerda um tronco grosso atravessa até dentro do cercado, e há ainda um quarto tronco ao lado deste.
Dentro do cercado, as pérgolas ainda abrigam alguns indíviduos de plantas do milho (Zea mays) espalhados dentre as videiras, sendo visíveis graças a sua altura elevada e cor mais escura que contrasta com a plantação de uvas.
Após a plantação de uvas há uma linha que a separa de duas camadas de cerrado. A primeira tem cor mais clara e altura das árvores inferior à segunda camada, mas mais altas do que as videiras. Por sua vez, a segunda camada possui vegetação alta e parece ser mata de galeria ou ciliar, pois apresenta troncos mais retos e longos.
Atrás dessa última camada do cerrado, por entre alguns espaços verifica-se horizonte com morro/chapada e um céu claro com algumas nuvens.

Informações adicionais: Latada, também chamado de pérgola, é a forma mais tradicional de plantação de uvas no Brasil. Seus postes que podem ser de madeira (mais usadas), pedra, concreto ou metálicos. (EMBRAPA)

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.6 (51)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Plantação em estágio inicial, distribuídas em tabuleiro com leiras retangulares distribuidas uniformemente, em meio sulcos retilíneos nas quatro laterais. A primeira linha de leiras possui estacas feitas de gravetos curtos e pouco espaçados entre si, fincadas em terra seca. A segunda linha de leiras também apresenta solo seco, mas com plantas já crescendo, em estágio inicial. Na parte direta dessa mesma linha, as leiras já tem terra mais escura, ou seja, úmida.
Esse primeiro terreno está cercado por inúmeros indivíduos de plantas conhecidas como espada-de-São-Jorge (Dracaena trifasciata). Uma estrada de terra separa de outra plantação, essa com a terra mais escura e com indíviduos maiores e um pouco mais densos, em comparação com os do primeiro plano.
A paisagem consiste em 4 planos principais: em primeiro plano há plantações com irrigação em sulcos e leiras com gravetos;
Em segundo plano há outra plantação em leiras delimitada de um lado por cerca de arame farpado com madeira rústica, e do outro por uma estrada de terra que separa das espadas-de-são-Jorge e das demais plantações. Entre as leiras e à cerca, na lateral direita há um poste que sustenta um fio.
Por todo perímetro atrás da cerca há presença de planta exótica entre o cerrado nativa, sendo ela a Agave americana, conhecida também como Piteira. Ela é vista até mesmo em meio a outros arbustos e ainda não apresenta floração.
O terceiro plano mostra uma mata nativa de cerrado densa, além de um horizonte com serra à direita da fotografia. Por último está o céu nublado.
A lateral direita tem uma árvore nativa de grande porte à frente da cerca e atrás de um tanque de concreto. Possivelmente esse tanque irá irrigar os sulcos das plantações. Há um homem apoiado no tanque, na extremidade da fotografia, usando uma calça azul e uma camisa clara. Outro homem caminha na estrada de terra em frente às espadas-de-são-jorge, em frente ao tanque de concreto. Ele usa um chapéu, roupas claras, um relógio no braço direito. Sua caminhada está em direção à esquerda da fotografia.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.6 (50)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido

Imagem de uma fazenda com destaque para um árvore de manga (Mangifera indica) alto, o que indica a presença humana no local bem antes da construção de Brasília.
O primeiro plano consiste em vegetação baixa e uma cerca rústica feita de troncos de madeira (cada tronco é único, e a maioria é tortuosa) e arame farpado. A qualidade da imagem não permite a exata identificação das demais espécies.
Atrás da cerca está um homem de costas, olhando para a esquerda, no centro da parte inferior da fotografia. Ele veste roupas claras, sendo uma calça e camisa. Seu cabelo é escuro e calvo.
Neste plano há também diversas outras árvores com alturas diversas, entre elas algumas que parecem de mamão (Carica papaya), mandioca ou/e mamonas (Ricinus communis).
No segundo plano vê-se a frondosa mangueira, por trás das árvores menores.
Indivíduos de palmeiras (Arecaceae) estão atrás das árvores nas laterais da fotografia. A palmeira na parte esquerda da fotografia aparenta ser um babaçú (Attalea speciosa) ou gueroba (Syagrus oleracea).
Em último plano observa-se céu nublado.

Nessa imagem há predominância de plantas jovens, especialmente em primeiro plano, demonstrando a presença humana e a modificação da paisagem.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.6 (5)

Fotografia formato paisagem, colorida. Visão panorâmica de área destinada a implantação do núcleo rural ou de colônia agrícola. Observa-se o vale plano cercado por elevações com extremidades irregulares. As áreas rurais mantinham estrutura para abrigar os trabalhadores e as atividades ali desenvolvidas, na borda direita da imagem é possível vislumbrar algumas das estruturas: em primeiro plano algo que parece ser um represamento, talvez um tanque, de água e ao fundo algumas edificações. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita (TAVARES, 1995, p. 19)

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NOV.B.6 (49)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.

Monocultura de mandioca. Os indivíduos da espécie (Manihot esculenta) estão em estágio inicial de plantio.
A área foi desmatada para este plantio, e a imagem mostra terra batida com palhas que auxiliam o desenvolvimento das plantas. Atrás do mandiocal, em terceiro plano, observa-se algumas árvores, uma cerca e céu nublado.

Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil

NOV.B.6 (48)

Formato paisagem, fotografia colorida.
Local não identificado, possivelmente Vargem da Benção por volta de 1958-60.
A imagem retrata um roçado. Em primeiro plano está uma abundante plantação. A direita uma pequena palhoça de quatro águas com estrutura de pau a pique e abertura no canto esquerdo, dividida na metade por uma portinhola de madeira. Parece servir de apoio a produção da roça. Ao redor desta pequena construção o chão está limpo e ao fundo dela um buriti, à esquerda uma árvore a direita, três barris. A esquerda na imagem vê-se um conjunto de palhoças, estas de duas águas e com alpendres, provavelmente servindo de habitação. Por entre essas casas é possível identificar variedades de árvores, provavelmente frutíferas. O céu está nublado.

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NOV.B.6 (47)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em primeiro plano na imagem aparenta ser plantio, em segundo plano três agricultores trabalham. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita.

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NOV.B.6 (46)

Fotografia colorida, formato paisagem. Em destaques galináceos acondicionados na granja. No segundo plano da imagem pessoas observam a criação. Em 6 de fevereiro de 1957, por resolução do Conselho Deliberativo da Novacap, foi criado o Departamento de Terras e Agricultura – DTA. As atividades do DTA foram iniciadas com a demarcação de 30.000 hectares, para atender os agricultores que chegavam em Brasília. A área foi dividida em núcleos rurais e colônias agrícolas, localizadas às margens de ribeirões perenes, subdivididos em lotes de 5 a 50 hectares para agricultura, podendo atingir até 100 hectares para pecuária, preferencialmente pecuária leiteira. Os primeiros lotes rurais arrendados foram os dos Núcleos Rurais Vargem da Benção e Vargem Bonita. No ano de 1958, inicia-se o processo licitatório para a construção das Granjas Avícolas – Modelo (GM) no futuro Distrito Federal, pela recém-criada Companhia Urbanizadora da Nova Capital – Novacap. As Granjas- Modelo, segundo o Diário de Brasília, tinham como objetivo “assegurar com amplitude o abastecimento básico dos atuais 70.000 habitantes e oferecer o exemplo de uma exploração avícola(...)” com vistas a auxiliar o desenvolvimento de uma “rede de pequenas granjas particulares” (Trecho referente ao ano de 1959, por ocasião do início do funcionamento das primeiras Granjas: Diário de Brasília).

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NOV.B.6 (45)

Formato Paisagem, Colorida. Autor Desconhecido.
No centro da imagem há um caminhão com carroceria de madeira carregando três trabalhadores e dezenas de caixas de madeira cheias de tomates. O caminhão está com a porta da carroceria aberta mostrando as caixas de madeira, e lê-se "Minerva" de cabeça pra baixo, na segunda caixa à direita.
O terreno é de terra, com algumas gramineas, e há uma estrada que aponta para o lado esquerdo da fotografia.
A parte superior, especialmente a parte direita, possui presença de inúmeras cercas e materiais empilhados para a sua construção. Há também presença de plantas, capim, pasto e atrás das cercas estão algumas árvores.

Dois trabalhadores estão em pé, encostados no cavalo do caminhão. O primeiro olha para a esquerda, tem traços japoneses e veste um macacão sujo de terra. Está com uma mão perto da cintura enquanto a outra apoia na madeira da carroceria e ainda alinha com o retrovisor redondo. O segundo trabalhador utiliza roupas claras, sendo uma calça, uma camisa branca com mangas longas, mas dobradas até acima do cotovelo, um cinto, um relógio, e um chapéu.
O terceiro trabalhador está sentado na lateral, apoiado na carroceria. Veste uma camisa de mangas longas azul com um bolso frontal. A calça é escura com linhas verticais e o bolso aberto a vista. Ele apoia seu pé esquerdo descalço sobre uma caixa de tomates e seu braço direito segura o esquerdo.

Informações adicionais: Segundo Tavares, um grupo de aproximadamente 30 imigrantes japoneses chegaram à Brasília em 1956 através da Cooperativa Agrícola Cotia. Arrendaram terras e se instalaram às margens do Riacho Fundo e na Vargem Bonita, constituindo o primeiro núcleo rural do Distrito Federal. (Brasília Agrícola: Sua história, Brasília 1995, Joaquim Alfredo da Silva Tavares, BRB Banco de Brasília)(p. 44)

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